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quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

No presente com uma visão de futuro no passado


Nunca pensei que fosse possível, mas as denúncias mais contundentes e destemidas contra as políticas do actual governo não vêm do PS, mas sim do PCP e até do BE (diga-se, em abono da verdade, co-responsáveis pela eleição do actual governo). A nossa legislação Laboral foi revista 4 vezes nos últimos anos e todas as alterações visaram, em nome da melhoria da nossa competitividade da nossa economia, uma redução progressiva e significativa dos direitos dos trabalhadores. Os argumentos nunca foram originais, uma e outra vez, o fim do excesso de rigidez e do garantismo existente no mercado laboral foi apontado como a panaceia para os problemas de competitividade da nossa economia. Pois bem, chegados aqui, nada mudou no que concerne à nossa competitividade, o mesmo não se poderá dizer relativamente ao equilíbrio das relações entre o capital o trabalho. A CGTP apresenta-se hoje como a única força sindical que legitimamente defende os direitos dos trabalhadores, uma vez que a UGT assinou a sua sentença de morte!
O retrocesso do país à década de 60 parece ser um objectivo inamovível deste governo, décadas de conquistas sociais resultado do esforço geracional, milhares de horas de negociações e de acordos colectivos de trabalho são olimpicamente ignorados e atirados para o lixo. Haverá alguém que acredite que estas alterações vão finalmente aumentar o emprego, agradar os “mercados” ou mesmo melhorar o desempenho da nossa economia? Eu não, mas provavelmente, com o passar dos anos, estou a ficar irremediàvelmente  contaminado” pelos ideais Marxistas…?!

sexta-feira, 25 de março de 2011

Reflexão

Ninguém ignora hoje, que as medidas draconianas que caracterizam as várias versões do PEC não colhem a simpatia do Partido Socialista, muito menos junto dos seus eleitores. Não é menos verdade que o Programa do Partido Socialista voltou para a gaveta tão depressa como dela saiu, em grande parte por força da crise internacional, cuja origem é hoje sobejamente conhecida, apesar de a UE, pouco ou nada ter aprendido com ela. À esquerda, tem havido terreno fértil para que os partidos recuperem os desígnios anti-capitalistas, patronato e até Europeus. Já no espectro da direita, surge uma audaz e original teoria, cuja argumentária coloca na génese do problema «o Estado» e não a total ausência de regras e regulação dos mercados com um evidente deficit de intervenção dos Estados em certos sectores da economia. Chegados aqui, pode-se afirmar com confortável segurança que o Partido Socialista tomou um conjunto de medidas ao arrepio do que havia prometido no programa eleitoral contrariando tudo aquilo que caracteriza a matriz da sua ideologia partidária. Pior, fê-lo sem a convicção de que elas tivessem o efeito pretendido e tantas vezes anunciado «Acalmar os "mercados"». Não podemos, contudo ignorar que se não o tivesse feito, não poderia apresentar-se junto dos seus parceiros europeus e reafirmar o obvio. O problema das dívidas soberanas havia já ultrapassado a dimensão individual dos países e reclamava uma abordagem concertada ao nível europeu pela defesa do Euro e do projecto europeu. Foi um Partido Socialista que, apesar do seu enraizamento popular e defesa de uma sociedade mais solidária, justa e fraterna implementou um vasto conjunto de medidas austeras com efeitos devastadores para a sociedade e para a nossa economia, colocando em causa a sua matriz ideológica, por força da extraordinária situação e face aos desafios em que vivemos. A questão com que nos enfrentamos hoje é a seguinte: Que medidas teria adoptado (adoptará) um partido que se assume com uma ideologia marcadamente liberal e que defende o desmantelamento encapotado do Estado...?

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Política for dummies

O QUE FOI ...
"A ministra disse que não queria entrar "em guerra sobre dados". Mas referiu que Portugal tem actualmente pouco mais de 4,9 millhões de trabalhadores activos. Se três milhões fizessem greve, o país teria parado. "Todos pudemos observar que, com algumas excepções, o país não esteve parado", afirmou Helena André.
A ministra classificou a situação entre as empresas como “muito variável”, indicando que houve casos em que a adesão rondou os cinco por cento e outros em que se situou nos 90 por cento."

O QUE PODIA TER SIDO ...
"O Governo congratula-se com a forma cívica e ordeira como decorreu a greve geral. Apesar de obviamente não comungar do sentido de oportunidade desta iniciativa, o Governo não quer deixar de expressar a todos aqueles que, justamente, se sentem afectados pelas duras e excepcionais medidas que foram adoptadas para fazer face aos prementes desafios que enfrenta hoje o País, expressa a sua compreensão e solidariedade, aproveitando para reiterar o seu apela à sociedade em geral para que, através do dialogo e da cooperação, una esforços para que o País supere este momento difícil."

É confrangedor ver uma ex-sindicalista experiente que, por não ter sabido ler os sinais, acabou por desperdiçar uma oportunidade dourada para, de uma vez por todas, surpreender ao país com uma declaração mais franca e honesta sobre esta greve em particular, até porque nem todas as politicas de austeridade são assacadas directamente ao Governo. A Ministra escolheu evidentemente o caminho do discurso ortodoxo e polvorento que os governos adoptam face às greves, uma pena!

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

OE do bate-pé

Desapoquentem-se as alminhas que pensam que não teremos Orçamento de Estado. O PSD comunicará hoje à noite a viabilização do documento por via da abstenção. O que ficará por explicar são os penosos dias que o País real teve de aguentar em sobressalto. Não saber se no dia seguinte teria de enfrentar um espancamento com ou sem politraumatismos! Sendo certo que a primeira seria sempre a escolha menos gravos, logo a mais natural. Ainda ninguém entendeu quais seriam as implicações práticas que teriam ambas as propostas do PS e PSD, ao ponto de considerarem a sua inviabilização e consequente crise politica e financeira que se agravaria no nosso País. Ninguém, cá dentro ou lá fora, poderia compreender que um País inserido na UE se visse a braços com uma intervenção do FMI, tendo ao seu alcance todos os meios para o evitar.
Importa relembrar que até a América Latina já conseguiu libertar-se dessa praga, vide o caso da Argentina, Venezuela e Brasil, entre outros.
Aguarda-se que a intervenção do PSD seja suficientemente clarificadora, pelo bem do PSD e do País, que bem dispensa o espectáculo de posições erráticas e incoerentes a que esta liderança de Passos de Coelho nos tem habituado. Uma verdade incontornável é o facto de, quer PS quer PSD têm responsabilidades iniludíveis no estado das coisas. Os Portugueses dificilmente entenderiam que, perante uma situação cuja gravidade ainda ninguém pode verdadeiramente prever, ambos os partidos não estivessem à altura das circunstâncias.

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

Ora Bolas!

A propósito deste post ,é caso para perguntar «Quantos "Ruis" temos nas NOSSAS empresas públicas?!»

terça-feira, 1 de setembro de 2009

Uma escolha, dois Países

Sócrates esteve francamente bem na entrevista, distendido, mas firme e determinado em acentuar aquilo que separa ambas visões sobre o País queremos. Não são apenas de diferenças de estilo, falamos sobretudo de concepções do que deve ser a sociedade, a família o estado e tudo o resto. Uma visão progressista ou conservadora, um Estado presente ou um Estado débil e progressivamente desmantelado, um País ambicioso ou envergonhado e deprimido? Estas são algumas das escolhas que todos teremos de fazer em breve. Reconheço que não tenho o dom que muitos se arrogam, o dom da objectividade imaculada, da imparcialidade e distancia, de ter uma visão despida de emoções e crenças, não, eu não consigo atingir esse patamar. Para mim, aderir a um dos lados é uma questão intrínseca, no desporto como na vida e, naturalmente, na política, é apenas uma consequência da permeabilidade àquilo que me rodeia. Afinal de contas um homem não é feito de causas?

quarta-feira, 26 de agosto de 2009

Obrigado Correia de Campos!

Provavelmente a baixa mais significativa deste Governo, em parte, graças ao "Provedor" do Partido!

quinta-feira, 20 de agosto de 2009

Respire profundo, imagine que está na praia...

Confesso que este caso das suspeitas de escutas, boatos, rumores e diz que disse, entre São Bento e Belém não me deixa de causar perplexidade. O Assessor anónimo do Sr. Presidente que veio dizer que tinha a certeza que alguém do PS ou Governo andaria a escutar os membros da Casa Civil da Presidência da República, após ter sido desmentida a noticia de que dava como certa a colaboração directa dos seus membros na elaboração do programa de governo do PSD de Manuela Ferreira Leite, é no mínimo uma aberração que mais parece encomendada por que deseja denegrir a imagem da Presidência. Contudo, manda a prudência, nunca subestimar a estupidez humana. Relativamente ao PS, e à sua pretensa indignação sobre a possibilidade de que o PSD esteja, ou venha, a receber contributos por parte dos homens mais próximos do Presidente Cavaco (Não, não me refiro a Dias Loureiro), é um grosseiro tiro no pé. Não me refiro apenas ao absurdo que seria pensar que quem hoje está próximo de Cavaco estaria, portanto, mais longe do PSD. Julgo, sobretudo, que o PS deu uma demonstração pública de reconhecimento de mérito e credibilidade aos membros da Casa Civil de Cavaco Silva. Parecem sofrer da síndrome de carência de iodo, provavelmente por falta de Férias de Verão devido à proximidade das eleições!
Um conselho:
Aos assessores de Cavaco - Saiam mais vezes da garagem onde está o Jipe do Sr. Presidente e larguem os projectos de lei para dar um mergulho nas águas Algarvias.
Aos guardiões oficiosos do PS - Não temam, não será de Belém que virão as fórmulas milagrosas para uma alternativa de Programa de Governo.

sexta-feira, 14 de agosto de 2009

Mais vale começar a aproveitar os ventos de verão enquanto sopram de feição

«Portugal não sairá desta situação difícil se ficar entregue ao queixume, à lamúria ou aqueles que escondem as cartas bem junto ao peito, porque têm vergonha das suas próprias ideias.»

Punch line do peso pesado, António Vitorino do PS, na 1º edição do Avançar Portugal.

sexta-feira, 3 de julho de 2009

Mas afinal o que queria dizer Manuel Pino?

Manuel Pinho sai do governo como entrou, vítima da sua inabilidade politica. Muitos foram os episódios que marcaram a sua vida pública enquanto Ministro o que comprova o que há muito defendo, impõe-se um maior acompanhamento ao nível da formação politica dos independentes que, não poucas vezes são mal amados nos complexos meandros da política. Mais do que a “gravidade” do gesto, cujo significado ainda tento decifrar, foi o rosto de um homem manifestamente desconsertado e esgotado pelas dificuldades com que se deparou ao longo desta legislatura, que mais me impactou. A Assembleia da República já assistiu a ameaças de porrada (José Eduardo Martins / PSD), convites “vai para o c……” e outros mimos parlamentares, tem sido pois uma casa Portuguesa com certeza!
No entanto, apesar da inabilidade politica de Manuel Pinho, deve-lhe ser reconhecido mérito em vários domínios da Economia, com especial relevo, no sector das energias renováveis. Sócrates foi diligente ao conter os danos políticos que este facto teria junto da opinião pública / media, particularmente sensível em tempos de campanha eleitoral.

terça-feira, 16 de junho de 2009

Forma vs Conteúdo

Falar em maioria parlamentar em vez de absoluta, nem é um equivoco nem é inocente. O PS evitará expressões "absoluta, determinação, firmeza, maioria etc..." e opta por utilizar termos mais institucionais e suaves para dizer exactamente o mesmo. O partido dá os primeiros sinais com um registo mais suave e menos arrogante perante um eleitorado bastante céptico e crispado com a sua governação.

segunda-feira, 8 de junho de 2009

"Sinistro" panorama eleitoral

Um valente balde de água fria foi o que o PS levou nestas eleições europeias, em contraste com todos os restantes partidos que, a julgar pelos seus discursos, parecem ter obtido o melhor resultado de sempre, ora vejamos:
PSD - É certo que as expectativas em torno a estas eleições estavam ao nível do carisma e credibilidade da sua líder, logo qualquer vantagem sobre o PS seria naturalmente um sinal do além para um renascer das cinzas (ainda fumegantes) do anterior governo de coligação PSD-PP.
PS - Claramente o derrotado da noite, sendo certo que a difícil conjuntura de crise (nacional e internacional) em nada contribuiu para evitar este resultado, também a escolha do candidato Vital Moreira (pouco talhado para o combate politico) aliada ao facto de o partido ter travado duas batalhas em simultâneo, por um lado lutar pelo voto e por outro defender-se dos ataques dos demais partidos não evitou que lhe fosse mostrado o cartão amarelo. O crescente distanciamento do PS/Governo com a população em geral poderá ter sido uma das principais causas destes resultados, um claro aviso à navegação!
Bloco de Esquerda - Provavelmente o verdadeiro vencedor da noite. Consegue obter uma votação de 10,73%, tendo conseguido capitalizar o grosso do voto castigo no PS. Assume assim uma posição de relevo que seguramente veio baralhar todos os cenários políticos nas próximas eleições.
CDU - Com a deserção do eleitorado do PS para os partidos de esquerda, apenas a fidelidade da sua militância escamoteou o fraco desempenho da CDU face à oportunidade que se lhe apresentou.
CDS/PP - Paulo Portas proclama-se novamente vencedor apesar de ter colocado seu partido como a quinta força politica nacional, atrás do BE e da CDU (nada de novo).
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Ilusos aqueles que pretendam fazer uma leitura nacional (legislativas) destes resultados, e irresponsáveis os que nada queiram aprender com estes sinais.

segunda-feira, 18 de maio de 2009

O Caçador de oportunidades

Alegre, tal como se previa, não se aventurou para fora do seu terreno político, afinal, é difícil distinguir o homem do partido, passados todos estes anos. umas breves incursões literárias sempre úteis para suavizar o estigma do politico profissional. Apenas uns crentes pareciam convictos que Manuel Alegre valia 1.000 de votos, se assim fosse o próprio há muito que já tinha saltado para fora do PS de Sócrates. Resta-lhe aproveitar a baixa médica para se dedicar nos próximos 2 anos à caça da perdiz e às almoçaradas enquanto aguarda pelas Presidenciais para reclamar o apoio ao partido que, não poucas vezes, foi por si despresado e mal tratado.

quarta-feira, 6 de maio de 2009

O meu futuro pertence-vos

Dizem as más línguas que o meu vizinho do 4ºB quer-se mesmo divorciar da mulher. Espero que se lembre de incluir esse assunto nos pontos a discutir na próxima reunião de Assembleia de Condomínio. Ganhe coragem sr. Alegre!

terça-feira, 28 de abril de 2009

A boa moeda na política

Instrumentalizar Abril
"Este Governo já foi acusado de muita coisa, justa e injustamente. Mas nunca tinha sido acusado de fazer perigar o regime democrático. Num discurso na Assembleia da República no dia 25 de Abril, o cabeça de lista para as eleições europeias do PSD Paulo Rangel veio, a pretexto do crescimento da dívida pública, acusar o Governo de "renegar às gerações futuras... o bem da liberdade" que Abril conquistou. E como é que o Governo do PS estria a querer minar a democracia portuguesa? Roubando"a liberdade de escolha às gerações futuras" com o seu "programa de grandes obras públicas" porque este deixaria "uma dívida monstruosa".Vamos a ver se percebemos: estamos em crise. A receita baixa. A despesa sobe, nomeadamente em consequência das medidas de protecção social aos desempregados e outras para combater a crise. Até há alguma margem de manobra, já que o Governo do PS conseguiu diminuir consideravelmente o défice orçamental - esse sim, monstruoso - deixado pelos Governos PSD: Portas/Santana/Durão. O Governo aproveita essa margem e prevê o aumento do endividamento para estimular a economia. Nesta altura, quais são os Governos nos países ocidentais (e não só) que não se endividam para atacar a crise? Mas explicar isto às pessoas complica e densifica a mensagem. E o PSD não acredita em mensagens complexas. Em conteúdos. Tem os eleitores em pouca conta.Mais. Como o PSD do Dr. Rangel sempre defendeu precisamente as políticas económicas neo-liberais que mergulharam na crise Portugal e o mundo, é preciso lata para agora atacar o Governo do PS, quando este toma decisões difíceis - e necessárias - para tentar amortecer a queda e relançar a economia. É triste ouvir o Dr. Rangel instrumentalizar o 25 de Abril para fins eleitoralistas. Será pouco apego às liberdades que declara estarem em perigo, ou pouco respeito pela Revolução que as implantou?"
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Não poucos reclamávamos que Ana Gomes fazia falta na política nacional. Sendo certo que foi muito o que contribuiu no Parlamento Europeu, não é menos verdade que a sua determinação e clareza representa hoje uma clara mais valia, não apenas para o PS, contra quem se manifesta, não poucas vezes (Voos da CIA), mas sobretudo para o País em geral. Estou seguro que o debate politico será mais elevado e transparente com a participação de Ana Gomes nas Autárquicas.

segunda-feira, 9 de março de 2009

Dom Manuel e Companhia

Pretenso guardião da esquerda autêntica e milagrosa, uma espécie de trovador tocado pela graça suprema, mais do que pregar politica virtuosas, prefere dedicar as suas artes a apontar o dedo aos fariseus usurpadores da divindade Socialista!
Trilha insanamente ruas e ruelas, sempre na companhia da sua sempre fiel e devota ajudante, a quem nunca lhe falha a voz nem a vontade de manifestar o seu incondicional apoio e infinita admiração pelo seu complacente fidalgo.

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009

O Congresso I

Muitas tem sido as vozes que criticam a decisão de José Sócrates de encerrar o Congresso do PS em vez de estar presente na cimeira europeia de domingo em Bruxelas. Não estaríamos exactamente no mesmo registo crítico se o Primeiro Ministro tivesse preterido o congresso do PS, onde necessariamente se discutirá a crise e as medidas para as combater, por mais uma cimeira da UE, onde apenas o núcleo duro decide sobre questões verdadeiramente relevantes ...?!

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009

O Centrão Não!

Não posso dizer que tenha ficado surpreendido com o afastamento da possibilidade de um pacto de regime com o PSD para o combate à actual crise económica e financeira. Mas confesso que esse cenário não me agradaria. O PS e PSD são hoje partidos que dificilmente se diferenciam um do outro e que, envergonhados da ideologia e secos pelo pragmatismo da modernidade, fingem ser uma alternativa quando na prática mais parecem gémeos adeptos de clubes distintos.
O país padece há demasiado tempo do compadrio que se instalou no centro politico nacional e que tem consumido toda a credibilidade à classe politica. É hoje imperativo para a sociedade que os partidos regressem aos seus ideais e densifiquem o espectro político com os seus princípios e valores identitários.

terça-feira, 17 de fevereiro de 2009

O Prelado de Mário Crespo



"Duas propostas que em comum têm a ausência de vida. A união desejada por Sócrates, por muitas voltas que se lhe dê, é biologicamente estéril. A eutanásia preconizada por Almeida Santos é uma proposta de morte."
"Sócrates e Santos não querem discutir meios de cuidar da vida (que era o que se impunha nesta crise). Propõem a ausência de vida num lado e processos de acabar com ela noutro. Assustador, este Mundo politicamente correcto, mas vazio de existência, que o presidente e o secretário-geral do Partido Socialista querem pôr à consideração de Portugal. Um sombrio universo em que se destrói a identidade específica do único mecanismo na sociedade organizada que protege a procriação, e se institui a legalidade da destruição da vida...."

Afinal de contas o ódio de estimação que Mário Crespo têm pelo PS apenas é superado pela sua evidente afinidade pelas causas da Opus-Dei!

terça-feira, 10 de fevereiro de 2009

Serviço Cívico



Foi-me pedido que o ajudasse a divulgar, aqui fica.
A partir de 15 de Fevereiro a circulação na Baixa Lisboeta vai sofrer condicionamentos e alterações devido às obras no Terreiro do Paço. Aqui fica o vídeo onde o Presidente António Costa explica as razões da obra que inevitavelmente causará transtornos na mobilidade alfacinha.