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segunda-feira, 1 de agosto de 2011

BPN - Bancas, Porque Não?! II



Tenho de admitir, eu estou para as finanças como Sócrates está para o Castelhano. Ainda assim, tenho alguma dificuldade em compreender como é que com urgência se Nacionaliza um Banco para depois o reprivatizar por um valor simbólico. Disseram-nos que era em nome da estabilidade do sistema financeiro e como todos sabemos, uma Banca forte é sinónimo de uma Sociedade feliz e próspera.
Pois bem, a Banca respirou de alívio e os contribuintes despejaram uns milhares de milhões seus sobre este simpático Banco, enquanto os responsáveis da falência do Banco e a justiça andam entretidos, numa espécie de jogo da cabra cega que promete durar até a justiça cabra se cansar.
Depois tivemos a visita da Troika que recebeu em audiência todos aqueles que lixam lideram os sectores mais importantes do país para ouvir todas as recomendações, queixumes e desejos para mudar o país, a verdade é que o BPN não resistiu à determinação e apetite dos investidores. Seria vendido a qualquer preço e com dia marcado, apesar de todo o dinheiro nele empenhado.
Ora bem, o Contribuinte Paga – 2.400 Milhões + 550 Milhões (que o Estado vai injectar) e ainda vamos indemnizar 830 dos actuais funcionários que o comprador não quer. Já Comprador leva - Todo o património do BPN por 40 Milhões!

Não seria mais baratinho vender o património do BPN, indemnizar todos os seus funcionários e evitar ainda ter de pagar ainda essa espécie de dote que custa 550Milhões?!
É caso para dizer - Há cada negócio da China Angola!!

terça-feira, 16 de junho de 2009

Mais olhos que barriga

"O espectáculo dado ontem pela comissão de inquérito ao BPN é lamentável. O deputado Nuno Melo, que tem feito até aqui um bom trabalho, reduziu a sua estratégia à picuinhice de enervar Vítor Constâncio e levá-lo a admitir que errou na supervisão ao banco."
Eduardo Dâmaso, "Correio da Manhã".
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A comissão de inquérito parece mesmo ter-se transformado num circo de feras, onde todos aguardam pela vez para malhar em Victor Constâncio que se converteu numa espécie de palhaço de turno.

segunda-feira, 8 de junho de 2009

Rendimento de Inserção Empresarial

(imagem picada daqui)
Dias Loureiro na sua 1ª entrevista no pós BPN/SLN afirmou ter apenas feito fortuna depois abandonar as funções governativas. Hoje, passados uns meses parece que, apesar das viagens a Marrocos e Puerto Rico, o seu pecúlio afinal não vai além de um saldo médio de 5.000€ na conta bancária. Encerra-se de vez o tabu a respeito da incompetência de Dias Loureiro como gestor e da sua gritante falta de jeito para os Negócios. O que dirá o Presidente Cavaco a este respeito?!

quarta-feira, 27 de maio de 2009

Tempo de antena gratuito

Apesar de reconhecer que, provavelmente pela 1ª vez, o Parlamento tem realizado um bom trabalho nesta comissão de inquérito, infelizmente também tem sido instrumentalizada pelos principais responsáveis da recente crise financeira no BPN e no BPP. Ontem foi a prova mais gritante disso mesmo, Oliveira e Costa apresentou-se no parlamento com um guião bem estudado, esgotou os intervenientes pelo cansaço com retória e variadissimas considerações durante 3h, antes das interpelações dos deputados.
Oliveira e Costa, apresentou-se descontraido e confiante para nada dizer sobre as causas e destinos do buraco financeiro ou sobre o Banco Insular, apenas dedicou tempo de sobra ao ajuste de contas com os seus ex-homens de confiança, com especial carinho para o Conselheiro de Estado. A presença no Parlamento apenas serviu os interesses de Oliveira e Costa e não do apuramento da verdade.
Será agora espectável que os casos Freeport/Lopes da Mota e Dias Loureiro regressem novamente às gavetas dos partidos do Bloco Central.
A lógica è semelhante à de um grupo de amigos que vão jogar futebol no fim-de-semana, apesar de serem amigos tem de se dividir em lados opostos do campo para no final do jogo se reunirem novamente para a almoçarada da praxe!

segunda-feira, 25 de maio de 2009

Fora de tempo

Ter-se remetido ao silêncio na 1ª audição retira muita da credibilidade às declarações que prometem vir a comprometer alguns dos seus colaboradores mais próximos. Oliveira e Costa será imediatamente acusado de estar a praticar uma vendeta contra aqueles que o acusaram.
Ainda assim, muitas alminhas vão ter de recorrer ao velho Lorenin para poder pregar o olho esta noite.

terça-feira, 5 de maio de 2009

Diga lá Sr. Conselheiro afinal de que se lembra

Imagem gentilmente "cedida" pelo Zé.
Vem agora o Exmo. Sr. Conselheiro de Estado afirmar que teria recusado participar num negócio, onde supostamente apenas teria ido viajar na qualidade de Escort de luxo do Sr. Oliveira às Caraíbas, se Vieira Jordão tivesse sido "peremptório" na oposição à compra de duas empresas, apesar de afirmar que assinou os contratos porque confia nos seus colaboradores. Porque razão não confiou em Vieira Jordão que era o responsável pela área na Sociedade Lusa de negócios?!
Porque apenas se recorda de factos relacionados com aqueles que vem agora denunciar a sua participação num negócio fraudulento e ruinoso para o BPN e por acréscimo para os contribuintes?!
O PSD, após largos meses de ter vindo a lume o escândalo relacionado com o Sr. Conselheiro de Estado, tenta agora demarcar-se do seu Delfim numa clara tentativa de não vir a perder a face aos próximos processos eleitorais.

segunda-feira, 24 de novembro de 2008

A fava no Bolo-Rei

(foto plagiada do zédalmeida do pitecos )

Se Cavaco Silva pretendia demarcar-se das "actividades ilícitas" de parte considerável dos seus ex-colaboradores de Governo, não foi feliz. Sobre tudo porque não tinha necessidade de o fazer, pelo menos por agora, considerando que não veio a lume qualquer facto ou suspeita sobre o seu envolvimento no escabroso caso do BPN. Atribuir a sua declaração apenas ao facto de existir uma investigação por parte da comunicação social, parece-me manifestamente exagerado e despropositado. Temo inclusive que as suas declarações possam vir a produzir o efeito contrário ao desejado. Hoje, a palavra Cavaco Silva e BPN devem ter sido publicadas umas dezenas de vezes na comunicação social.

sexta-feira, 21 de novembro de 2008

O tempo de antena de Dias Loureiro

Se Dias Loureiro brilhar na entrevista, como se espera que o faça, a opinião pública ficará razoavelmente "esclarecida" sobre a sua inocência, o que se poderá traduzir numa perigosa diminuição da pressão da comunicação social e da opinião pública sobre o Ministério Público no processo de investigação sobre o BPN (no que toca à sua quota parte de responsabilidade). O julgamento na praça pública tem dois lados perversos e não apenas um!

Nota: Não pretendo decifrar a incompreensível falta de vontade do PS em ouvir os visados no Parlamento sobre o caso em apreço, trata-se apenas de uma leitura diferente daquelas que tenho ouvido recentemente.
22:30
Ouvi com atenção à entrevista a Dias Loureiro e afinal ficamos a saber que, apesar de ter pertencido ao grupo, pouco ou nada sabia sobre o que lá se passava. Ainda assim, não entendo como é que, alguém que alegadamente não tinha qualquer ligação ao BPN, tenha alertado o Banco de Portugal sobre supostos problemas de credibilidade na instituição à qual não pertencia. Insistiu também ter-se desdobrado em esforços para conseguir a entrada da Caixa Galicia no BPN. Soubemos ainda que na viagem a Porto Rico com Oliveira e Costa, que concluiu com a aquisição de 2 firmas, Dias Loureiro não teve conhecimento dos termos em que se realizou a transacção. É caso para se questionar, como é que um homem tão ingénuo e inocente foi capaz de construir uma pequena fortuna com aparente sagacidade!?

sexta-feira, 7 de novembro de 2008

Alguém viu ou ouviu este sr ultimamente?

Qualquer informação é favor contactar o BdP através do tel. 800-Constâncio, das 10:30am às 11:00am. O País agradece.

quarta-feira, 5 de novembro de 2008

BPN um caso enigmático

«Cadilhe só aceitou ir para o BPN com reforma de 10 milhões»
O «DN» diz ainda que procurou, sem sucesso, contactar Miguel Cadilhe para confirmar esta informação. Sobre este assunto, o presidente do BPN garantiu na segunda-feira, em conferência de imprensa sobre a nacionalização do banco, que não iria perder a pensão a que tem direito caso abandone o banco.
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Pelo menos já sabemos mais alguma coisa sobre o destino do dinheiro dos contribuintes no processo de Nacionalização do BPN. Espero pelo comentário do Sr. Ministro das Finanças a este respeito.

terça-feira, 4 de novembro de 2008

Tem toda a razão Miguel Cadilhe!

«Cadilhe critica nacionalização do BPN e coloca lugar à disposição»
Logo agora que tinha chegado a sua vez de liderar os destinos do BPN, depois de por lá terem passado, José de Oliveira e Costa, (Secretário de Estado dos Assuntos Fiscais do Governo de Cavaco Silva), Dias Loureiro, (Ministro da Administração Interna de Cavaco Silva) e Daniel Sanches (Ministro da Administração Interna de Santana Lopes).
Sim porque ele também já pertenceu ao Governo de Cavaco Silva!!