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domingo, 30 de outubro de 2011

Sídrome de Estocolmo

O tempo tem dado razão a quem, em nome da defesa do país e por saber que a Europa tinha de mudar de políticas para enfrentar a crise das dívidas soberanas, foi ganhando tempo (de PEC em PEC). Hoje, que a própria UE e FMI já mudam a sua politica, temos um governo que, não apenas milita nas politicas caducas que conduziram ao caso da Grécia, como decide ir para além daquilo que lhe é pedido. Ora, importa desmistificar que a estratégia deste governo nada tem de ver com finanças ou consolidações orçamentais, estamos perante, isso sim, uma questão ideológica. Aproveitar o momento e as circunstâncias políticas verdadeiramente excepcionais para levar a cabo um plano que mudará o país de forma irreversível, o seu equilíbrio social e a sua correlação de forças. Teremos dentro de apenas dois anos um país desfigurado e ter-se-á feito finalmente um ajuste de contas com o passado! O mais assustador é a passividade colectiva que se vive hoje no país, como se os portugueses tivessem desenvolvido o sídrome de Estocolmo.

segunda-feira, 23 de maio de 2011

Pela boca morre o peixe


A testemunha confirmou a sua intervenção por forma a agilizar procedimentos e combater a burocracia, explicando que o Governo estava em gestão, "uma fase em que tudo estava desmembrado e era tudo muito complicado", garantindo, porém, que tudo fez em nome do interesse público. "Também gostaria que não fosse assim, mas, enfim, já estávamos na fase final do Governo... tem toda a razão", concluiu Miguel Relvas 

sexta-feira, 8 de abril de 2011

O "Pote" para uns e Prozac para os outros


Pedro Passos Coelho, diz que o pedido de assistência financeira externa, hoje anunciado pelo primeiro-ministro, se faz para que os portugueses vivam com "menos angústia e com menos incerteza"

Hoje ningúem dúvida que o ambiente no seu partido deve estar hoje mais desanuviado e confiante no (seu) futuro. A entourage de PPC respira de alívio ao ver que sua liderança está bastante menos perclitante que há duas semanas atrás. O País, esse que se afoite porque vai ter finalmente aquilo que merece!

quinta-feira, 7 de abril de 2011

Deve estar a aplaudir de pé...



O líder do PSD explica que rejeitou as recentes medidas de austeridade propostas pelo Governo “não por irem longe de mais, mas porque não iam suficientemente longe”, num artigo de opinião no Wall Street Journal.

sexta-feira, 1 de abril de 2011

You're pulling my leg, right?

Passos Coelho: "Compromissos que o Governo assuma para pedir ajuda serão respeitados pelo PSD". "As melhores garantias de um partido responsável. O que o Governo tiver de se comprometer no exterior, seja num quadro ulterior de ajuda, seja de garantias que tenha de dar, será respeitado pelo PSD, quer na Comissão Permanente da Assembleia da República, quer quando for Governo a seguir". i

Compreendo, hoje mais do que nunca, a queixume do presidente Cavaco. Isto afinal de contas é tudo tão rápido que fica de veras difícil de acompanhar para o comum dos mortais, quanto mais para o presidente! Passos Coelho e o seu partido, depois de pedir ao governo demissionário (por si empurrado) serenidade e abertura para diálogo com vista ao apoio a mais um inevitável PEC, vem agora, apenas uns dias após ter rejeitado negociar a sua implementação que garantisse um compromisso a nível europeu, afirmar a sua total disposição para apoiar qualquer medida que o governo julgue conveniente. O mais curioso é que aquilo que levou PPC a "derrubar" este governo (falta de negociação prévia) é hoje simplesmente dispensável e irrelevante! É bem sabido que a muitos (PR e PSD) interessa que seja José Sócrates a abrir as portas à ajuda externa, carregando o fardo e o custo eleitoral que outros bem dispensam e que selaria definitivamente o seu destino politico. Cavaco Silva - pelo seu discurso de tomada de posse, que ficará na história como a mais do que provável causa desta crise política, e a sua comunicação de ontem. PPC - para além de ter desencadeado este processo de eleições a meio do termo, por ter invocado mil e uma vezes a ajuda externa, chegando inclusive a desmistificar o seu impacto negativo no País, devem por maioria de razão ser os parteiros deste novo capítulo da nossa história!

sexta-feira, 25 de março de 2011

Quem quer ser 1º Ministro

QUIZ
Testes de conhecimentos gerais para
testar seu nível de preparação e de responsabilidade
Analise cada questão e dê a resposta que achar mais adequada.

1ª Questão - O governo está "aberto à alteração de medidas", desde que haja um equilíbrio de valores nas alternativas apresentadas de modo a atingir o objectivo do défice.i
Qual a posição que deve o PSD assumir?
Passos Coelho: "O PSD não vai discutir nem negociar as medidas de um novo PEC". O líder do principal partido da oposição acusou ainda o Governo de se comprometer "em Bruxelas sem passar cartão a ninguém", sobre o planeamento de um novo PEC. sol
2ª Questão - A chanceler alemã em conferência de imprensa disse "Não basta dizer: estamos de acordo com os objectivos impostos pela Comissão Europeia e pelo BCE, mas é preciso dizer, também, publicamente e de forma clara, que medidas se propõe para atingir os objectivos". jn
O PSD deve manter a sua posição inicial ou comprometer-se a apresentar alternativas que anteriormente recusou?

Passos Coelho: ............................................................... (em actualização)

Reflexão

Ninguém ignora hoje, que as medidas draconianas que caracterizam as várias versões do PEC não colhem a simpatia do Partido Socialista, muito menos junto dos seus eleitores. Não é menos verdade que o Programa do Partido Socialista voltou para a gaveta tão depressa como dela saiu, em grande parte por força da crise internacional, cuja origem é hoje sobejamente conhecida, apesar de a UE, pouco ou nada ter aprendido com ela. À esquerda, tem havido terreno fértil para que os partidos recuperem os desígnios anti-capitalistas, patronato e até Europeus. Já no espectro da direita, surge uma audaz e original teoria, cuja argumentária coloca na génese do problema «o Estado» e não a total ausência de regras e regulação dos mercados com um evidente deficit de intervenção dos Estados em certos sectores da economia. Chegados aqui, pode-se afirmar com confortável segurança que o Partido Socialista tomou um conjunto de medidas ao arrepio do que havia prometido no programa eleitoral contrariando tudo aquilo que caracteriza a matriz da sua ideologia partidária. Pior, fê-lo sem a convicção de que elas tivessem o efeito pretendido e tantas vezes anunciado «Acalmar os "mercados"». Não podemos, contudo ignorar que se não o tivesse feito, não poderia apresentar-se junto dos seus parceiros europeus e reafirmar o obvio. O problema das dívidas soberanas havia já ultrapassado a dimensão individual dos países e reclamava uma abordagem concertada ao nível europeu pela defesa do Euro e do projecto europeu. Foi um Partido Socialista que, apesar do seu enraizamento popular e defesa de uma sociedade mais solidária, justa e fraterna implementou um vasto conjunto de medidas austeras com efeitos devastadores para a sociedade e para a nossa economia, colocando em causa a sua matriz ideológica, por força da extraordinária situação e face aos desafios em que vivemos. A questão com que nos enfrentamos hoje é a seguinte: Que medidas teria adoptado (adoptará) um partido que se assume com uma ideologia marcadamente liberal e que defende o desmantelamento encapotado do Estado...?

Quem pediu um aumento do IVA?

quarta-feira, 23 de março de 2011

Com uma alínea apenas...

Os sociais-democratas entregaram à última hora o projecto de resolução prometido. O documento de três páginas tem um preâmbulo onde o PSD critica as políticas seguidas pelo governo de José Sócrates e em apenas uma alínea diz "Rejeitar o Programa de Estabilidade e Crescimento 2011/2014, apresentado pelo governo à Assembleia da República". O PSD diz que "não pode aceitar um documento que apenas castiga os portugueses e não dedica uma única linha ao crescimento da economia. i
Se alguém tinha dúvidas, fica aqui bem patente a falta de vergonha do PSD, ao empurrar o País para o precipício sem sequer ocultar aos Portugueses que, aquilo que verdadeiramente os move não é apenas a sofreguidão de alcançar ao "Pote"...! Cavaco Silva ficará para os anais da Historia contemporânea como o Homem que escolheu virar as costas ao País no momento em que este arde pelo fogo que ele mesmo ateou... O Presidente, movido apenas pela sede de vendetta, coloca a sua Magistratura abaixo inclusive dos mais obscuros e temerários interesses partidários.

sábado, 12 de março de 2011

Xeque-mate?

Chegou a hora, o PSD não pode continuar a adiar o "assalto" ao poder, os membros do partido, que há muito aguardam pelo regresso à liderança do Estado, não lhe perdoariam um novo adiamento sob pena de PPC ver a sua liderança seriamente questionada. Sócrates desdobra-se em multiples esforços e acrobáticas demonstrações de rigor e disciplina orçamental para tentar (em vão) convencer os ditos "mercados" de que afinal aprendemos a lição e nos redimimos por termos, afinal de contas, feito aquilo que então o mercado queria, Consumo e mais Consumo. Pois bem, as novas medidas foram bem recebidas em Bruxelas, que as enquadra no âmbito do compromisso assumido pelo PS e PSD nos sucessivos PEC´s.
O problema é que o PSD não crê que seja sustentável politicamente manter a colagem às medidas tão impopulares que o Governo tem implementado, nem que para isso tenha de inviabilizar a aprovação de medidas complementares de rigor orçamental, acusando-o de falta desse mesmo rigor! O momento que marcou o início de uma grave crise política em cima de uma financeira, foram as incendiárias declarações de Cavaco na tomada de posse, que tiveram o condão de acicatar o Governo por um lado, com uma verdadeira declaração de guerra, e por outro encurralando a liderança do PSD para que se perfilasse como uma alternativa de governo, muito mais cedo do que PPC desejaria.
Não é difícil antecipar um cenário de eleições, a dúvida que persiste é se por será pela via da moção de censura ou por iniciativa do próprio Governo, uma coisa é certa, para além dos tostões, chegou também a hora de contar espingardas...

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

OE do bate-pé

Desapoquentem-se as alminhas que pensam que não teremos Orçamento de Estado. O PSD comunicará hoje à noite a viabilização do documento por via da abstenção. O que ficará por explicar são os penosos dias que o País real teve de aguentar em sobressalto. Não saber se no dia seguinte teria de enfrentar um espancamento com ou sem politraumatismos! Sendo certo que a primeira seria sempre a escolha menos gravos, logo a mais natural. Ainda ninguém entendeu quais seriam as implicações práticas que teriam ambas as propostas do PS e PSD, ao ponto de considerarem a sua inviabilização e consequente crise politica e financeira que se agravaria no nosso País. Ninguém, cá dentro ou lá fora, poderia compreender que um País inserido na UE se visse a braços com uma intervenção do FMI, tendo ao seu alcance todos os meios para o evitar.
Importa relembrar que até a América Latina já conseguiu libertar-se dessa praga, vide o caso da Argentina, Venezuela e Brasil, entre outros.
Aguarda-se que a intervenção do PSD seja suficientemente clarificadora, pelo bem do PSD e do País, que bem dispensa o espectáculo de posições erráticas e incoerentes a que esta liderança de Passos de Coelho nos tem habituado. Uma verdade incontornável é o facto de, quer PS quer PSD têm responsabilidades iniludíveis no estado das coisas. Os Portugueses dificilmente entenderiam que, perante uma situação cuja gravidade ainda ninguém pode verdadeiramente prever, ambos os partidos não estivessem à altura das circunstâncias.

terça-feira, 17 de agosto de 2010

Quo Vadis?

A reentre política Algarvia de Pedro Passos Coelho teve como único objectivo tentar realinhar a sua campanha após o monumental tiro no pé que foi a sua "proposta" de revisão constitucional, na qual prometeu uma espécie de dieta social vs uma iniciativa privada (ainda) mais alimentada pelo Estado. O Estado receberia menos impostos do sector privado e ainda por cima renunciaria de algumas das suas competências e actividades nucleares, como são a Educação e a Saúde. Curiosamente são duas das áreas em que o sector privado mais tem investido nos últimos anos. A reacção da população não se fez esperar e as sondagens comprovaram isso mesmo.
Estamos perante numa tentativa pouco elaborada de marcar a agenda política e recentrar o posicionamento do PSD, Passos Coelho dispara em todas as direcções, acusando o PS de ser o principal responsável da profunda crise da justiça, chegando inclusive a acusar o governo de influenciar e manipular o poder judicial. Se bem me recordo um dos princípios basilares no qual assenta o nosso sistema democrático é o princípio de independência de poderes. Acresce que a última "reforma" do poder judicial resultou de um pacto entre o PS e o PSD. Não satisfeito com a acusação de que o governo estaria a defraudar um dos preceitos mais sagrados da nossa constituição, que resultaria inevitavelmente numa dissolução do parlamento, Passos Coelho ameaça inviabilizar o próximo orçamento reiterando e reforçando velhas exigências de forma irresponsável e leviana.
Passos Coelho deseja criar artificialmente uma crise sobre uma matéria que já havia sido debatida entre ambos os partidos e sobre a qual deverá existir dialogo e cooperação no decorrer da elaboração do próximo orçamento.
É evidente o desconforto que denuncia o líder do PSD e candidato a 1º ministro , umas vezes temos um menino liberal-light, responsável, doce e simpático e outras um destemido reformista ultraliberal. Não tenho qualquer preferência entre ambos os figurinos mas julgo que todos esperaríamos um pouco mais de coerência por parte de que nos pretende liderar.

quinta-feira, 29 de abril de 2010

Passos Coelho - Super Star!

Passos Coelho é aquilo que se pode chamar um homem de sorte, virou "estadista" fruto das circunstâncias! A sua antecessora no cargo encarregou-se de colocar o PSD em níveis pré-comatosos o que lhe facilitou a vida, em particular, no que diz respeito à expectativas quanto à sua prestação. Por outro lado, o ataque à nossa economia e a necessidade do Governo mostrar aos "mercados" que estaria disposto a tudo, inclusive à criação de um Bloco Central factual se a isso obrigasse, veio colocar o estreante Passos Coelho no centro do palco político. Oxalá não se deslumbre com a adrenalina dos holofotes que por vezes podem desnortear os mais incautos.

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

A perpetuação da linhagem

Ora aí está, na sequência da sua disparatada intervenção no PE, Paulo Rangel assume-se hoje como candidato a líder dum partido há muito em gestão. Bastaram umas arruadas e alguma notoriedade conquistada na última campanha, em grande parte devido às peculiares características da sua líder, para ter identificado uma oportunidade única e, muito provavelmente, irrepetível de lutar pela liderança do principal partido da oposição e provavelmente o próximo bastião do Poder. Apesar da sua “frescura” (política, entenda-se) Paulo Rangel servirá o partido e aqueles que hoje o lideram, pois acautela a continuidade dos que se resistem a abrir verdadeiramente o partido. Pedro Passos Coelho será apenas um projecto adiado para quem acreditava e desejava numa verdadeira renovação de rostos e ideologias dentro do PSD.

quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

Portugal ® Vs Imitação

«O líder parlamentar social-democrata anunciou, esta quinta-feira, que o PSD vai apresentar na Assembleia da República um projecto de lei para criar a figura da união civil registada entre homossexuais, como alternativa ao alargamento do casamento civil.» TSF
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Um jumento até pode ir para a universidade e chegar mesmo a tirar um curso, mas não será por isso que deixa de ser um burro, no máximo será um Dr. Burro!
Das duas uma, ou o dr. Aguiar Branco acredita mesmo que vive num país de burros (sem titulo, claro está), ou preconiza a criação de realidades paralelas de acordo com a sua hierarquização de valores. Uma espécie de imitação rasca, que em tudo se parece ao original menos na marca, teríamos então um País de marca registada para uns e outro de imitação para os restantes. Venha daí dr. Branco e escolha!

quarta-feira, 14 de outubro de 2009

Uma boa colheita...!

Bem sei que este post vem tarde e a más horas, ainda assim, PARABÉNS António Costa!!! Conseguiu sem muletas um resultado verdadeiramente meritório na Câmara Municipal de Lisboa. Também ao PS que melhorou consideravelmente a sua implementação ao nível do poder local, sendo inclusive o partido mais votado das eleições. Temos no lado oposto um PSD que agoniza ao mesmo tempo que a sua líder movida apenas pela absessão de vingar o seu carrasco nestes que são os derradeiros dias do seu inglório consulado. Um esquizofrénico Bloco de Esquerda que se debate constantemente entre a critica e a aversão ao compromisso. O Partido Comunista resiste no poder local à custa da sua veterana e saudosista militância . E por último um CDS sem expressão nacional que continua refém de one man show, já Santana Lopes parece mesmo condenado a andar por ai.

sexta-feira, 25 de setembro de 2009

Disparate do dia

Confiante na vitória? - «Claro, claro, claro, de outra maneira era o fim do país» by MFL

Farpa: Talvez seja do Cavaquismo...

sexta-feira, 18 de setembro de 2009

Aníbal não dá Cavaco a Ninguém III

Impeachment (pron. IPA: /ɪm'pitʃmənt/) sua tradução literal é impugnação de mandato, um termo do inglês que denomina o processo de cassação de mandato do chefe do Poder Executivo, pelo congresso nacional, as Assembléias estaduais e Câmaras municipais para países presidencialista, aos seus respectivos chefes de executivo.
No caso do parlamentarismo a responsabilidade é do parlamento nacional. A acusação, parte normalmente do congresso ou Parlamento. A denúncia crime válida em qualquer tipo de Governo pode ser, por crime comum, crime de responsabilidade, abuso do poder, desrespeito as normas constitucionais ou violação de direitos pétrios, previstos na Constituição. Em vários países da Europa, usa-se o termo moção de censura, pois a origem da moção é de iniciativa do Parlamento, acrescido do termo político perda de confiança, quando então o parlamento nacional, não confia mais no Presidente e respectivo primeiro-ministro, obrigando-o a renunciar e todo seu gabinete.
Wikipédia

quinta-feira, 17 de setembro de 2009

O preço da VERDADE

"Irene Lopes acusa dirigentes do PSD de comprarem votos a militantes angariados em bairros sociais. Diz que viu pagar 25 a 30 euros, em dia de eleições internas, junto às secções H e Oriental, presididas por Rui Marques e Ismael Ferreira, respectivamente. Denuncia práticas como a inscrição de militantes em troca de empregos em juntas. Aponta os ex-amigos António Preto e Sérgio Lipari, da secção A, de Benfica, de terem caucionado estes processos ao longo dos anos. Teve 14 militantes fictícios inscritos com a sua morada." Sabado (Arte gráfica do Jumento)