Nota: Comentário da caixa do blog Margens de Erro do Pedro Magalhães.Numa situação em que os potenciais votantes de um partido são unanimemente apelidados, nos meios de comunicação dominantes, de pouco inteligentes, interesseiros, comprometidos, coniventes, irresponsáveis "and so on" (numa versão ultra ligeira do que realmente se diz), e em que todos os outros são tidos como inovadores, livres e libertadores, na hora em que o telefone toca e uma voz estranha lhes entra em casa a perguntar: "em quem vai votar", não haverá, em muitos casos, alguma inibição em responder?
Este fenómeno estará estudado?
Mostrar mensagens com a etiqueta sondagem. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta sondagem. Mostrar todas as mensagens
sexta-feira, 27 de maio de 2011
Uma reflexão também, mas mais politizada ...
quinta-feira, 17 de setembro de 2009
Quem aproveita as Sondagens?!

Já lá vai o tempo em que o resultado de uma sondagem como esta seria motivo de euforia e desanimo para muitos eleitores e a população em geral. Hoje, tendo em conta o momento político que o País vive, as sondagens equivalem às previsões feitas sobre a Economia Mundial e sobre a Meteorologia. Muitas teorias existem a respeito do seu efeito - "o seguidismo do élan de vitória", "o efeito desmobilizador da vitória, maior abstenção", "a mobilização face ao cenário da derrota, e o seu contrário", enfim, vale o que vale, e cabe a cada um de nós decidir em consciência e liberdade!
sexta-feira, 5 de junho de 2009
quarta-feira, 27 de maio de 2009
Desempate técnico
Europeias. Aximage, 18-22 Maio, N=1200, Tel.
PS: 38,0% PSD: 31,1% BE: 8,5% CDU: 7,9% CDS-PP: 6,3%
PS: 38,0% PSD: 31,1% BE: 8,5% CDU: 7,9% CDS-PP: 6,3%
sábado, 6 de setembro de 2008
Bem poderia ser »PSD não será Governo em 2009«
Politólogos prevêem vitória do PS

"Os resultados da sondagem confirmam uma tendência de descida gradual e lenta do PS e um movimento contrário por parte das intenções de voto no PSD. Mas na leitura desta evolução, que tem cerca de um ano, nem António Costa Pinto nem Carlos Jalali (ambos politólogos) interpretam qualquer risco para a vitória socialista em 2009. E se para Costa Pinto as sondagens no último ano e meio "têm sido muito firmes na ausência de maioria absoluta", Jalali admite que, se a um ano de eleições o PS consegue ter 39% das intenções de voto, a maioria absoluta (43%) "não é um caso perdido". Este professor da Universidade de Aveiro encontra, na leitura das sondagens, factores que abrem a janela da maioria absoluta ao PS: "O elevado número de eleitores que ainda não decidiram o sentido de voto" - 22,6% de inquiridos que não sabem ou não respondem - e o facto de ser poder, dão-lhe a prerrogativa de apelar ao voto através das políticas que propõe. Há ainda a subida dos partidos de esquerda, uma reserva de eleitores a que o PS pode recorrer numa estratégia de voto útil. Já para o professor do ISCTE, "sem alguma chantagem eleitoral é pouco provável que algumas intenções de voto que se têm manifestado no BE e até no PCP regressem ao PS".
Veja o gráfico das intervenções de voto no último ano (clique na imagem para ver o documento em formato PDF) Não são muito boas as notícias para o maior partido da oposição, apesar da tendência de subida lenta, e mais acentuada desde que Manuela Ferreira Leite é líder. Como refere Jalali, não resta ao PSD senão esperar "que o PS não consiga inverter esta tendência" e manter "uma imagem de seriedade e de alternativa responsável que possa convencer os muitos indecisos". Também para Costa Pinto, o PSD deve "marcar uma alternativa de políticas (emprego, investimento estrangeiro, reforma da segurança social), mas mantendo certos pressupostos sociais-democratas" e mobilizar "os segmentos da chamada sociedade civil de elites próxima do partido". "Chicotadas eleitorais", como refere Costa Pinto, só aconteceriam "com base em factores de crise" que não se vislumbram, ou perante a "emergência de escândalos".
"Não é provável" a interferência do Presidente da República, através de intervenções autónomas, que, como refere Costa Pinto, "são importantes mas imprevisíveis". Porque, acrescenta, "as intervenções na esfera dos valores podem dividir o próprio bloco centro-direita e não são previsíveis manobras eleitoralistas na política económica e social do Governo".
Cavaco Caiu
José Sócrates - É o único não remodelável do seu governo, segundo a sondagem de popularidade. Num governo em queda, com saldos negativos de 25%. o líder desse Executivo segura-se com um "score" de 19,4%, só batido pelo Presidente da República
Francisco Louçã - O líder do Bloco de Esquerda lidera em popularidade toda a oposição, quer seja a de esquerda quer a de direita. Desceu 1,8%, mas mantém-se com saldo positivo de 0,5%.
Manuela Ferreira Leite - A presidente do maior partido da oposição, no estudo de popularidade, não descola dos restantes companheiros do lado do contrapoder. Mantém-se com um saldo positivo (0,3%), embora tenha descido 1,7% este mês.
Paulo Portas - Está no limite mínimo de popularidade com um saldo de 0,1%, resistindo, este mês, a uma queda de 1,1%. "
José Sócrates - É o único não remodelável do seu governo, segundo a sondagem de popularidade. Num governo em queda, com saldos negativos de 25%. o líder desse Executivo segura-se com um "score" de 19,4%, só batido pelo Presidente da República
Francisco Louçã - O líder do Bloco de Esquerda lidera em popularidade toda a oposição, quer seja a de esquerda quer a de direita. Desceu 1,8%, mas mantém-se com saldo positivo de 0,5%.
Manuela Ferreira Leite - A presidente do maior partido da oposição, no estudo de popularidade, não descola dos restantes companheiros do lado do contrapoder. Mantém-se com um saldo positivo (0,3%), embora tenha descido 1,7% este mês.
Paulo Portas - Está no limite mínimo de popularidade com um saldo de 0,1%, resistindo, este mês, a uma queda de 1,1%. "
Subscrever:
Comentários (Atom)
