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quinta-feira, 20 de setembro de 2012

Cavaco vai….


Seguir em frente: Nomear um novo executivo com o máximo de representatividade politica, com a duração de 1 ano (depois eleições) traçando de forma clara um rumo diferente, norteado pela equidade no sacrifício e com politicas bem definidas de estímulos ao crescimento...talvez, porque não?!

Abrandar: Após ter consultado os conselheiros de estado e face à evidente descredibilização dos líderes partidários perante a sociedade, apelar aos partidos da coligação para que indiquem uma liderança alternativa que acarretaria a subsequente remodelação de todo o restante executivo.

Inverter a marcha: Reconhecer aquilo que é hoje evidente para o cidadão comum, o divórcio entre o governo e governados é irreversível, assim sendo, a opção de prolongar a coligação, para além de inútil, teria consequências catastróficas, quer sociais quer económicas. Cavaco convoca eleições antecipadas no mais curto prazo constitucional, após receber a garantia de ratificação por parte dos partidos subscritores do memorando da troika com as suas metas, tendo-se mostrado indisponível para viabilizar um futuro governo sem maioria clara e estável.

Estacionar: Apelar ao sentido de estado dos partidos políticos, responsabilidade dos parceiros sociais, e paciência dos portugueses e deixar que este governo siga o seu caminho trasvestido com umas perucas e lentejoilas novas. 

A vida tem destas coisas…Cavaco está hoje confrontado com um problema para o qual muito contribuiu, afinal de contas este ´"filho" também é seu!

sexta-feira, 15 de julho de 2011

Pandemia do pânico


Pedro Passos Coelho ainda não se recompôs do “murro no estômago” que levou dos Mercados, apesar das juras de Amor Eterno, e já está a braços com uma operação de espionagem governamental, recordando os tempos de glória do KGB.

A escassos dias do seu primeiro mês de vida e já parecem haver preocupantes sinais de que poderemos ver o 1º Ministro no divã com alguma frequência.

sexta-feira, 8 de julho de 2011

La La Land…

É comovente ver como o País está finalmente unido no diagnóstico e na defesa dos seus interesses. Afinal o afastamento de Sócrates teve o mérito de recuperar a lucidez e objectividade colectiva, há muito embargada pela malevolência e pelo desejo de vingança.

Aguarda-se, entretanto, que a política possa rapidamente sair do inexplicável estado de letargia em que se encontra, para que se voltem a debater os grandes desafios que o País inexoravelmente enfrentará nos próximos tempos.

sexta-feira, 6 de agosto de 2010

BPN - Bancas, Porque Não?!

Resulta difícil, até confuso, tentar acompanhar os últimos acontecimentos que tem ocupado o espaço mediático. Não me alongo sequer no triste espectáculo da autoria da mais ilustre parelha de Bandalhos do Ministério Público, que acreditaram que o povinho estaria em pulgas para conhecer o seu estado de alma sobre o caso FreePort.
Mas, deveras o que mais me inquietou foi o anúncio por parte do governo da venda da rede de agências do BPN pelo montante mínimo de 180 Milhões (escrevo milhões porque habitualmente não é palavra que utilize muito e dá-me certo gozo!).
Pois bem, apesar de não ser um conhecedor do complexo mundo das finanças, julgo, se a memória não me falha, de ter ouvido algures que o custo da operação de nacionalização do BPN ter atingido a módica quantia de 2.000 Milhões de Euros ao erário público. Imaginando que algum demente pagaria 500 Milhões de euros, ficariamos ainda com um buraco de 1.500 Milhões. Retrocedamos um pouco, o argumento que fora utilizado ad-nauseam para justificar essa operação de resgate, foi a necessidade de salvar o sistema financeiro nacional (leia-se Banca Privada, pois a Banca pública nunca enfrentou o cenário de insolvência).
Assim foi, temos hoje uma Banca desestressada, segundo os mais recentes testes europeus, e com lucros bastante simpáticos, atendendo à conjectura de crise nacional e internacional, apesar de assumir sem qualquer pudor a sua resistência em emprestar dinheiro em situações de risco e praticando spreads muitas vezes ofensivos.
Cada vez que se ouve falar na crise financeira e nas ajudas do Estado, resulta inevitável ficar com um sabor amargo (como quando tocamos com a língua numa pilha AA) de que alguém saiu bem tosquiado nesta operação.

quinta-feira, 29 de abril de 2010

Passos Coelho - Super Star!

Passos Coelho é aquilo que se pode chamar um homem de sorte, virou "estadista" fruto das circunstâncias! A sua antecessora no cargo encarregou-se de colocar o PSD em níveis pré-comatosos o que lhe facilitou a vida, em particular, no que diz respeito à expectativas quanto à sua prestação. Por outro lado, o ataque à nossa economia e a necessidade do Governo mostrar aos "mercados" que estaria disposto a tudo, inclusive à criação de um Bloco Central factual se a isso obrigasse, veio colocar o estreante Passos Coelho no centro do palco político. Oxalá não se deslumbre com a adrenalina dos holofotes que por vezes podem desnortear os mais incautos.

O cego já apanhou, agora só faltam os outros

Agora que já mostramos aos "mercados"a nossa feroz determinação no combate à crise, apertando mais um pouco o pescoço aos mesmos palermas de sempre, talvez seja o momento de actualizar as taxas de IRC da Banca. Já ninguém acredita que o sector tenha desempenhado um papel determinante, ou sequer relevante, para a reactivação económica do país e das famílias, nem seria suposto que assim fosse, pois não estamos a falar propriamente de IPSS!

segunda-feira, 26 de abril de 2010

Politicagem e os Politiqueiros

Impressiona a facilidade como este País mergulha numa espécie de espiral de demência promovida por uns quanto irresponsáveis que parecem ter conseguido enfiar-nos, goela abaixo, uma enxurrada de disparates sobre pretensos negócios que afinal nunca o chegaram a ser, e sobre uma eventual metira de um politico (pasme-se!)
O País está a braços com multiples reivindicações laborais, lideradas por Sindicatos que parecem ter o mesmo sentido de responsabilidade daqueles que dão o mote para o debate político, ignorando que vamos ficando cada dia mais Gregos.
Na nossa sociedade enferma de miopia crónica e complacente que nos tem impedido de identificar o que é verdadeiramente crucial e merecedor de mobilização colectiva para enfrentar as dificuldades e desafios que se colocam hoje que, seguramente, não serão aquelas que há muito ocupam as primeiras páginas dos jornais e as conversas de café.

quinta-feira, 11 de março de 2010

Losing Altitude II

Admito a minha total perplexidade (provavelmente por ignorância) perante esta greve de Pilotos que lutam por melhorias salariais (de 600€ a 1000€), sendo que o vencimento médio ronda os 8.500€ mensais! A situação de falência técnica da empresa é sobejamente conhecida, não fosse o Estado e teria fechado há muito as "asas". Quando tomei conhecimento das reivindicações laborais em causa, lembrei-me dos milhares de trabalhadores que se manifestam nas ruas e das intermináveis reuniões de concertação social entre o Patronato, Sindicatos e o Estado por aumentos de 2 a 3% sobre salários que em muitos casos não atingem os 1.000€. Será isto afinal de contas apenas uma consequência do ar rarefeito das grandes altitudes?!
Não me admiraria que, no futuro, os take-off and landing sejam lá para os lados dos Emiratos Árabes, China, Dubai, ou até África. Aqui
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Nota: Este post foi escrito em Setembro de 2009, talvez esteja desactualizado quanto à gravidade que assume hoje a situação face ao passado recente.
Os Pilotos parecem viver encerrados nos seus cockpits, distantes do país real e com uma visão do mundo que parece limitar-se aos lobbies dos Hotéis ***** e ao conforto do estatuto que a profissão lhe proporciona. Deveriam sair desse circulo de privilegiados e conviver com o comum dos mortais, para quem um acréscimo de 10€ no salário faria muita falta. O País na entende (nem nunca entenderá) a atitude da classe nesta matéria!

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

Bem me quer, Mal me quer...

O país enfrenta à semelhança do que sucede na Venezuela, uma politização excessiva personificada à volta do 1º Ministro, o que não é bom para a qualidade da nossa democracia. Mas não é menos verdade que a Comunicação Social muito tem contribuído para isso! Chegou o momento de debater os verdadeiros problemas que preocupam aqueles que não tem tempo de antena, nem colunas de opinião, e que enfrentam com sérias dificuldades os seus compromissos financeiros!

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

Pagas tu ou pago eu?

Muita tinta há de correr relativamente ao Orçamento para 2010, mas a questão dos salários da Função Pública deverá ocupar em parte todo o espaço mediático. Ontem o Sr. Secretário de Estado do Orçamento veio já preparar terreno para as “negociações” com os Sindicatos. Disse o que muitos temiam ouvir, “Não haverá aumentos reais na Administração Pública!”.
Pois bem, estou certo que muitos, como eu, já tínhamos colocado esse cenário como bastante provável. Os sindicatos reagiram prontamente, afirmando que não lhes competia pagar a factura da crise. Mas afinal de contas, que é o responsável da factura?! Todos e ninguém pode ser responsabilizado pela péssima conjuntura económica Nacional.
É verdade que a Função Pública tem sido presa fácil para todos os governos. Apontada, não poucas vezes, como responsável pelo desequilíbrio das contas do Estado, pouco eficaz, acomodada e privilegiada em comparação com o sector privado.
Regressemos ao Orçamento de 2009, o aumento aproximado de 2,9% que foi definido, foi preparado tendo por base uma taxa de inflação de 2,5%, o que se traduziria num aumento real de 0,4% nos salários. Pois bem, todos sabemos o que se seguiu, a crise instalou-se e afinal a inflação esteve à beira de se transformar em deflação e os vencimentos da Função Pública aumentaram acima de todas as previsões!
Não é menos verdade que há muito que os trabalhadores da Função Pública viram os seus salários mirrar com a inflação.
Dito isto, não creio que seja crível que o Governo imponha um congelamento dos vencimentos da Função Pública (à semelhança da ex Ministra das Finanças MFL), mas também não creio que seja plausível, nem razoável, que os Sindicatos possam ignorar as circunstâncias pelas quais atravessa o País.
A solução deve passar por aumentar aqueles vencimentos abaixo dos 1.000€, e actualizar os restantes de acordo com a inflação. Falar de congelamento salarial seria uma patetice e colocaria novamente os Funcionários Públicos na mira daqueles que insistem em transferir o ónus da crise para o sector.

Nota: A despesa pode ser combatida com medidas de contenção na atribuição de prémios às administrações de empresas públicas e, quando possível, revisão das condições remuneratórias que, em muitos casos, são uma verdadeira afronta moral e ética.

terça-feira, 12 de janeiro de 2010

Crónicas do Fim do Mundo

Cavaco resolve na sua mensagem de Natal dizer umas coisas muito assustadoras sobre o estado da Nação e o descalabro das contas públicas (Eureka! o homem é um visionário) que mais pareciam contos do dia das bruxas.

Depois vem o Sr. ex Ministro das Finanças e da Associação Portuguesa de Bancos, João Salgueiro, pedir audiência ao Sr. Professor e Presidente Cavaco (que prontamente o recebeu) para afirmar que Portugal se transformará inevitavelmente num campo de batalha, à semelhança da tragédia Grega, aproveitou também para manifestar o seu incómodo porque o Primeiro Ministro não trata, supostamente, os portugueses como adultos, talvez devesse anunciar que o País está prestes a falir e que vamos acabar todos por ser penhorados pelos Bancos e vendidos por lote e em leilão! (fiquei sem saber se falou na qualidade de ex Ministro das Finanças, de amigo de Cavaco ou de ex Presidente da Associação Portuguesa de Bancos?!)

O ramalhete é composto pelas declarações dum dirigente das forças de segurança que afirmou que o País não está preparado para enfrentar os tumultos e manifestações de revolta como as que tem sucedido na Grécia, mais uma vez, por falta de meios e de preparação.

Ou muito me engano ou o Professor Medina Carreira anda a dar umas explicações à borla. Não tarda muito e teremos à venda nas bombas, ao lado do livro das anedotas do Herman, as Sebentas do Medina Carreirismo!

Isto não é tão complicado como alguns apregoam. O País conseguiu controlar de forma inédita o deficit público (abaixo do limite de 3 pontos exigidos por Bruxelas), depois veio uma crise sem precedentes, que teve origem lá perto do umbigo do Liberalismo, mesmo ao lado da Economia quasi perfeita e dos Mercados auto-reguladores e cá vai disto, o Estado ajudou os mais desfavorecidos com uma mão e com a outra os todos os factores económicos. No cardápio tivemos, desde Bancos Estafados, outros mal geridos, empresas com muitos empregados mas conceptualmente falidas, empresas de sectores “supostamente” estratégicos para o País, etc.
Todos reclamaram, porque, afinal de contas, ao Estado cabia salvar o País inteiro, sob pena de finar no meio de tanta depressão económica.
Esta receita foi aplicada pela esmagadora maioria dos países europeus (e não só). Estou em crer que a maioria das pessoas convirá que seria difícil não o fazer, no entanto, hoje todos se perfilam nos meios de comunicação, indignados porque o Governo afinal gastou mais do que devia…!

No meio da tempestade, ninguém quis pensar nisso. Andávamos todos de mão estendida a receber ajudas e apoios do Estado previdencial . Então pensávamos o que, que o dinheiro crescia na árvore das Patacas e que os meninos vinham de Paris?!
Tenham dó, claro que o Governo enfrenta hoje uma tarefa quixotesca, conter a despesa pública e o deficit por um lado, ao mesmo tempo que deve manter um nível adequado de apoio social e estimulo à economia.

segunda-feira, 16 de novembro de 2009

Insolitus Iustitiae

Que na justiça o segredo corre mais depressa que os editais já todos sabíamos, mas ainda assim seria de esperar que, de quando em vez, algum funcionário mais incauto, magistrado ou advogado distraido fosse apanhado a prevaricar, mas não, afinal de contas como reza o ditado, em casa de ferreiro espeto de pau. Partidos Políticos ideologicamente desamparados e uma Comunicação Social descartável, são alimentados por aquilo que se tornou numa espécie de carvão barato que apesar de poluir muito ainda faz a máquina andar.
O Procurador Geral da Republica, Pinto Monteiro, admitiu a incapacidade da Procuradoria em investigar os crimes cometidos dentro de portas e punir os seus responsáveis. A questão óbvia que qualquer português mediano se coloca… É nesta Justiça que investiga o crime organizado, a criminalidade financeira, evasão fiscal, branqueamento de capitais, Apito Dourado, Submarinos, Furação, Casa Pia, FreePort, BPN, Face Oculta (…) que devemos todos confiar!?!? A solução da nossa Justiça passa por reforçar em primeiro lugar os meios humanos!!

quinta-feira, 15 de outubro de 2009

Abriendo Caminos....


Yoani Sanchez instó a los venezolanos a mirar a la "Cuba de hoy" y ver si eso es "lo que quieren" .
Este miércoles, la bloguera cubana Yoani Sánchez no pudo recibir la mención especial de los premios María Boors, otorgada por la Universidad de Columbia en Nueva York, porque el gobierno cubano le impidió la salida de la isla. Opinó sobre la relación entre Venezuela y Cuba. Escuche la entrevista dentro de la nota.

Não demoraram muito os fanáticos a acusar Yoani de ser uma traidora e de estar ao serviço dos interesses do Imperio Norte Americano...

segunda-feira, 10 de agosto de 2009

Cavaco e MFL não vão voltar a citar a OCDE

«OCDE desaconselha reduzir a despesa durante a crise»
Jeremy Lawson, economista da OCDE que segue Portugal, diz que baixar os gastos do Estado nesta altura é um erro. Apostar no capital humano e diminuir a rigidez dos mercados de trabalho são as melhores maneiras de melhorar a produtividade da economia portuguesa a médio prazo. A receita é dada por Jeremy Lawson, o economista da OCDE que segue a economia portuguesa. O analista assume que foram feitas algumas reformas nos últimos anos mas afirma que é preciso ir mais longe. Caso contrário, adverte, poderá cumprir-se o cenário traçado pela OCDE: um crescimento económico médio de 1,5% até 2017, o que culminará com mais uma década de divergência face à média da zona euro.

Presidência da República
"Cavaco quer despesa pública resolvida"
13 Julho 2009

Manuela Ferreira Leite
"Não duvido que estas decisões sobre grandes investimentos públicos conduzirão ao empobrecimento do país", declarou."
2009-03-22

sábado, 1 de agosto de 2009

O Socialismo Imperialista prefere propaganda Nonstop

Mais uma medida que se enquadra no projecto socialista e bolivariano de Hugo Chávez para construir uma sociedade mais justa e equilibrada. Esta a ser ultimada uma lei (contra delitos mediáticos) que prevê punir com pena de prisão até 4 anos, a divulgação de informação considerada “falsa”, “manipulada” ou “deformada” passa a ser considerada delito mediático. Onde estão aqueles que há bem pouco tempo defendiam a qualidade da democracia na Venezuela?! E o Partido Comunista Português, o que pensa da liberdade de expressão?

quinta-feira, 30 de julho de 2009

Barracus Iustitiae

Não sou, nem pretendo ser, apologista das condenações sumárias nem de julgamentos antecipados na praça pública, apesar de considerar que o direito à opinião é tão válido quanto o direito à presunção de inocência. Contudo, os mais recentes acontecimentos apenas vêm confirmar o que a população sente há já muito tempo, um país sem justiça é uma democracia falida e em acentuado declínio. Não podemos continuar a ignorar que a justiça não cumpre sequer os mínimos exigidos, a falta de celeridade e de transparência nos processos, a promiscuidade entre os agentes de justiça e os órgãos de comunicação social, a constante luta em que se envolvem (apaixonadamente) todos os que fazem da justiça a sua vida, são apenas a ponta do véu. O que mais me surpreende, no meio deste descalabro, é a notória incompetência do Ministério Público, cujo número de acusações que não são confirmadas judicialmente é um escândalo. No meio judiciário, especialmente no Ministério Público, parece ter-se enraizado uma cultura que defende a crença que o bom Procurador é aquele que deduz acusação sobre a maioria dos processos, independentemente de obter, na maioria dos casos uma pobre taxa de condenações efectivas. A nobreza das funções desempenhadas pelo Ministério Público não se esgota na acusação, visam acima de tudo descoberta da verdade, o que implica em alguns casos não deduzir acusação por não estarem reunidas condições objectivas que perspectivem uma condenação efectiva de um determinado individuo. Dessa maneira todos ganharíamos, os visados não teriam que passar pelo Via Crucis de ver o seu nome enxovalhado publicamente, o Ministério Público teria uma imagem mais recatada e efectiva e por ultimo, a população em geral teria mais confiança no Ministério Público e nos órgãos com competências de investigação. Estou em crer que seria outra a imagem da justiça em Portugal.

quinta-feira, 18 de junho de 2009

Censura no relvado

ND.- Mostrando su oposión al actual gobierno, jugadores de la selección nacional de fútbol de Irán llevaron en el comienzo del partido que disputaron contra Corea del Sur unas muñequeras verdes, color que representa a Mir Hossein Musavi. Sin embargo, para el segundo tiempo del partido clasificatorio para el Mundial de 2010, éstas habían desaparecido y según una periodista de la ABC, “los jugadores han sido forzados a quitarse las muñequeras".

terça-feira, 16 de junho de 2009

Cristiano o handyman

A verba envolvida na contratação de Cristiano Ronaldo pelo Real Madrid dava para pagar 520 milhões de refeições escolares, alimentar quase 9 milhões de etíopes ou ajudar 2 milhões de refugiados paquistaneses ... e também dava para pagar 10% do buraco do BPN ou 9,6 vezes o salário de Miguel Cadilhe.