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terça-feira, 5 de agosto de 2008

Critério, qual critério?!?!

Galp baixa de novo os combustíveis

"Cada litro de gasolina fica meio cêntimo mais barato e o gasóleo baixa 2,5 cêntimos por litro."

Impressiona a (falta de) sincronização do preço do Combustível com o valor do Petróleo!! Claro, certamente compraram a um preço muito elevado e agora temos de pagar pela asneira da Galp, pois o risco do negócio é apenas do cliente e nunca da empresa. A este ritmo com o barril a 50$ vamos ter uma redução na gasolina de 10 cêntimos.

quinta-feira, 24 de julho de 2008

Caso de Polícia

Gasolineiras cobram cinco cêntimos a mais "O barril de petróleo está em queda acentuada há duas semanas, mas o preço dos combustíveis quase não sofreu alterações. Ontem, a Galp baixou dois cêntimos a gasolina e 1,4 cêntimos o gasóleo. A BP baixou um cêntimo em ambos. A Repsol segue-lhes hoje o exemplo. Mas, quando comparado com o mês de Maio – altura em que o barril estava abaixo dos 129 dólares – o preço por litro da gasolina custa mais cinco cêntimos, enquanto o gasóleo custa mais seis cêntimos."

sei lá, digo eu:
Ora vejamos, se o Barril de petróleo (124$) está 21$ mais barato que o mês passado (145$) e a Gasolina apenas desceu 1,5 cêntimos, quer dizer que, se o Barril chegar a 66$ o preço da Gasolina descerá 4,5 cêntimos. É caso para dizer...chamem a polícia! (ou o Robin dos Bosques)

quarta-feira, 16 de julho de 2008

Barbas de Molho

Alta do petróleo e crise económica
Spanair vai despedir 900 trabalhadores e suprimir rotas
"A Spanair anunciou hoje um plano de reestruturação que prevê o despedimento de 900 dos actuais 4000 trabalhadores e o encerramento de nove rotas, com o objectivo de combater o agravamento do preço do petróleo e a crise económica. A companhia de aviação do grupo escandinavo SAS pretende reduzir a capacidade da operação no mercado interno espanhol, no qual concentra grande parte da sua actividade, bem como no mercado europeu, diminuir o número de trabalhadores directos, baixar outros custos e aumentar as receitas do grupo.A Spanair, que realiza 260 voos por dia para 48 destinos, promete iniciar brevemente as negociações com os sindicatos para a discussão do plano de reestruturação hoje anunciado. Entre as medidas previstas para conter os custos com os combustíveis contam-se a paragem de 15 dos seus aviões a partir de Setembro e Outubro, período em que o sector da aviação sai do pico de tráfego tradicionalmente concentrado entre Junho e início de Setembro."

sei lá, digo eu:
Recomenda-se aos funcionários da TAP que olhem para os vizinhos porque o cockpit já cheira a fumo. Isto da "crise" do Petróleo parece que ainda vai continuar a fazer estragos.

Encomendem-se já os Burros para as próximas viagens...

quinta-feira, 10 de julho de 2008

O Estado da Nação II

Edital nº1
O secretário de Estado dos Assuntos Fiscais afirmou, esta quinta-feira, que a criação da taxa Robin dos Bosques, de 25 por cento, que se destinará a financiar despesas sociais, terá neutralidade fiscal, não aumentando os custos das petrolíferas.
«Esta taxa não incidirá sobre lucros extraordinários [das petrolíferas], mas sim tributará à cabeça a valorização patrimonial [das companhias petrolíferas]», declarou Carlos Lobo no final do Conselho de Ministros.
O mesmo membro do Governo fez questão de frisar a ideia de «neutralidade Fiscal» inerente à medida do executivo, porque essa valorização patrimonial das empresas petrolíferas, que agora o Estado cobra à cabeça, «já era alvo de incidência por parte da administração fiscal».
Nesse sentido, Carlos Lobo afastou a possibilidade de a criação desta taxa motivar depois um aumento dos preços da gasolina.
«Esta taxa é uma forma neutral de ir buscar imposto à valorização patrimonial sem ter impacto nos custos das empresas», justificou.
O responsável afirmou que a chamada taxa Robin dos Bosques «não é mais do que a alteração dos critérios de valorimetria dos stocks de petróleo detidos pelas empresas de comercialização e de fabricação de produtos petrolíferos».
«Basicamente trata-se de alterar o sistema de contabilização, passando-se para um novo de custo médio ponderado. Isto traduz-se na reactivação fiscal da valorização patrimonial positiva que os stocks sofreram por efeito do aumento do preço do petróleo»
, disse.

sei lá, digo eu:
Tenho alguma dificuldade em perceber como é que as petrolíferas, tendo de pagar algo, não vão reflectir esse aumento no preço final ao consumidor..! Sobre tudo, tendo que conta que elas (petrolíferas) nunca necessitaram muita imaginação para justificar os sucessivos aumentos.

Chove no México = aumenta o combustível,
Fala o Chavez = aumenta o combustível
Morre uma baleia na Noruega = aumenta o combustível...