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sexta-feira, 3 de julho de 2009

Quanto vale uma Nacionalidade

Maria João Pires renuncia à nacionalidade portuguesa
A pianista Maria João Pires vai renunciar à nacionalidade portuguesa, tornando-se aos 65 anos cidadã brasileira. A notícia é avançada pela Antena 2 da RDP, que adianta que a pianista se fartou “dos coices e pontapés que tem recebido do Governo português".Decepcionada com o modo como tem sido tratada a nível governamental, sobretudo no seu projecto de ensino artístico de Belgais (Castelo Branco), Maria João Pires, que tinha dupla nacionalidade, decidiu agora ficar apenas com a brasileira. A pianista tem recebido telefonemas de vários organismos governamentais de Espanha e do Brasil a convidarem-na para se instalar definitivamente nesses países, mas o convite feito pelas autoridades brasileiras terá sido muito sedutor, levando a pianista a optar por se mudar de armas e bagagens para o outro lado do Atlântico.

Maria João Pires, bem pode aproveitar quando for entregar o passaporte português e devolver os subsídios que recebeu, mesmo antes de ir para o Aeroporto da Portela embarcar na Varig. Portugal já tem talentosos arrogantes e imodestos suficientes que demonstram desdém pela sua identidade, ficaremos apenas com menos um…! Querem ver que o PSD não vai resistir e vai cavalgar este burro infame!
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Aditamento:
«A pianista Maria João Pires admite pedir a nacionalidade brasileira, mas nega que essa decisão seja motivada por «sentimentos negativos em relação a Portugal», rejeitando ainda que pondere deixar de ser cidadã portuguesa.
Numa nota enviada pelo seu advogado, e divulgada pela Lusa, a pianista esclarece que tem a vida organizada no Brasil e pretende, desde há três anos, adquirir também esta nacionalidade, dado pretender viver nesse país. » [Portugal Diário]
O comentário anterior a este comunicado deveria, naturalmente, sem efeito, no entanto, vou manter algumas reservas às explicações da pianista, uma vez que o registo do desmentido não parece adequado face à gravidade da notícia avançada pelo jornalista da Antena 2.

segunda-feira, 29 de junho de 2009

Premios da Blogosfera

“O prémio foi criado a pensar nos blogs que demonstram talento, seja nas artes, nas letras, nas ciências, na poesia ou em qualquer outra área e que, com isso, enriquecem a blogosfera e a vida dos seus leitores."

Fui agraciado pelo Carlos Santos do O valor das ideias com esta distinção, que muito me honra e agradeço. Aproveito também para remeter esta menção a outros que, seguramente, estarão mais à altura. Os 7 autores são os seguintes:
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Ladrões de Bicicletas
(são quase uma equipe de futebol - não posso citar os autores)

A barbearia do senhor Luís
(Sempre de lamina bem afiada)

O valor das ideias
(Não é uma questão de cortesia, o autor merece pela qualidade e profundidade da sua análise)

Activismo de Sofá
(Também no sofá é possível manter a mente afiada e bem desperta)

Isso não dá pão
(Mordaz na crítica e variado no comentário)

Despertar da Mente
(Jorge Assunção não poupa energia na arte de malhar no Engº)

Margens de erro
(O Pedro Magalhães continuará a ser a nossa referência sobre sondagens, + erro - erro)

segunda-feira, 9 de março de 2009

Pavonismo politico

"Helena Roseta é um bom exemplo do alegrismo, desde que entrou na política que andou de partido em partido sempre em busca de protagonismo pessoal. Vaidade e busca de protagonismo, mais do que qualquer valor ideológico, é o que move Helena Roseta, nem hesita em favorecer a direita se for necessário para atingir o seu objectivo." No Jumento

Este Post acertou na mouche......só peca por brando!!

segunda-feira, 15 de dezembro de 2008

Destro pragmatismo vs Sinistra vaidade

À direita, o objectivo de alcançar o poder é suficiente para dissipar quaisquer desencontros ideológicos (recente coligação PSD – CDS/PP). Nos partidos de esquerda, a possibilidade de alcançar o poder provoca um bloqueio inultrapassável, desencadeado pela impraticabilidade na aplicação de verdadeiras politicas de governo, em contraste com aquelas defendidas na oposição (o Zé do BE). Estamos, então, perante uma questão intrínseca aos partidos de esquerda esquerdas.
Não admira, portanto, que na Europa os governos de esquerda estejam condenados a governar por períodos breves e permanentemente fragilizados pela polarização à sua esquerda (formação do novo partido dissidente do PS-França). Manuel Alegre faz jus à essa teoria.
Após ter tentado, sem êxito, ocupar o cargo de Secretário-geral do PS e a Magistratura de Belém, apenas lhe resta lutar contra o seu próprio partido, mesmo que isso favoreça claramente o PSD. Manuel Alegre, junta-se assim aos que não querem governar e preferem conquistar protagonismo. Veremos agora as "esquerdas" a desferir inclementes ataques contra o PS e o Governo que terminaram, muito provavelmente, com a perca da maioria absoluta do PS, cujo troféu será reclamado com sofreguidão por todos (PCP, BE, “Manuel Alegre”, PSD e CDS-PP).
Não admira, por isso, que o Pragmatismo da Direita aproveite a Vaidade da Esquerda!

quinta-feira, 20 de novembro de 2008

Deve ter sido do cansaço da viagem!

A ultima fez que Portugal sofreu 6 golos foi há 53 anos com a Suécia. O Estrela da Amadora teria feito melhor!

Actualização: Que tal submeter o "professor" e a F.P.F a um processo de Avaliação?!

terça-feira, 11 de novembro de 2008

Supina Vaidade

Alegre farto do «quero, posso e mando» de ministra da Educação
«O deputado socialista Manuel Alegre renovou hoje críticas à ministra da Educação, Maria de Lurdes Rodrigues, dizendo que já perdeu a paciência para lógicas do "quero, posso e mando", que são insuportáveis num Governo apoiado pelo PS. Alegre referiu ainda que já teve de "suportar muitos ministros durante a ditadura e muitas coisas após o 25 de Abril" de 25 de Abril de 1974.»

O contributo de MA para esta legislatura resumiu-se a empurrar o então Ministro da Saúde Correia de Campos para fora do Governo, com criticas ferozes à sua politica reformista (que curiosamente se mantêm intacta sem que MA se tenha pronunciado novamente a esse respeito). Agora aponta baterias para a Ministra da Educação (curiosamente sempre para aquele que está sob ataque no momento) criticando deselegantemente a Srª Ministra com comparações inapropriadas e descabidas com o regime de Salazar. Nada foi dito sobre a atitude dos Sindicatos que, inesperadamente, romperam unilateralmente com o acordo assinado há escassos meses! Já perdemos um dos melhores Ministros deste Governo, espero que o mesmo erro não se repita.
É caso para dizer, para quando a apresentação do novo livro?!