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sexta-feira, 4 de setembro de 2009

Bernardo "o Gordo"

Agora aparece mais um primo, já não é o Mestre de Kung-fu, agora é "o Gordo", aprendiz de empresário que está nas Áfricas. Isto de ter uma família alargada dá que falar, afinal de contas, a bomba que terá feito o Primeiro Ministro perder a cabeça e pedir ao camarada Zapatero para dar instruções à PRISA, que terá ligado à Media Capital para mandar suspender o "Jornal Nacional", não passa afinal da reedição do episódio "O primo II". Até as fontes da investigação são as mesmas, Sir Charles Smith! Uma personagem incontornável cuja credibilidade é sobejamente conhecida.

Porque sim...!

A propósito do post "Claustrofobia democrática - II" do meu Caro António de Almeida do Direito de Opinião, gostaria de colocar as seguintes questões.
José Sócrates é o responsável pelo afastamento da MMG da TVI e não a fraca qualidade do seu jornalismo? José Sócrates cometeu um pecado capital ao insurgir-se perante uma enxurrada de acusações e julgamentos públicos antecipados? José Sócrates deveria ter ficado impávido perante as calúnias e ataques pessoais de que foi alvo sem os contraditar? José Sócrates, enquanto político, não tem o elementar direito à defensa do seu bom-nome? Não me parece que isso abone muito a favor da nossa Democracia, depois não se admirem da fraca qualidade dos políticos! O Resto não passa de teorias da conspiração desenhadas por parte daqueles que há muito decidiram que o homem é culpado, seja lá o que for de que se lhe acuse!

Porque te Callas?!

A ex-deputada do CDS/PP, Manuela Moura Guedes (MMG), esticou a corda na TVI. Jornalista na mesma casa onde existia um chefe muito dedicado, José Eduardo Moniz (JEM), MMG levou até ao extremo uma “linha editorial” particularmente interessada num só homem e num só partido. Recentemente tornou-se óbvio que poderiam ocorrer modificações importantes na estrutura accionista da empresa. Pressão político-mediática, exercida para tentar envolver o PS nessas modificações accionistas, acabou por impedir uma empresa com capitais públicos de fazer o seu negócio nesse caso. Outra empresa aproveitou a circunstância e comprou uma fatia interessante da TVI. Entretanto, JEM saíra da TVI, com uma indemnização razoável. MMG apressou-se a esclarecer que isso não a afectava nada. Mas é claro que o quadro de “estabilidade protegida” de que gozava MMG podia vir a ser afectado. JEM reconheceu que sempre sentira dificuldades (manifestações de desacordo) por causa da linha editorial da estação, incluindo o jornal de MMG. Mesmo na TVI, qualquer espectáculo acaba por cansar: o Big Brother também teve os seus momentos de glória. A ex-deputada do CDS/PP, MMG, gosta de fazer acontecer, em vez de esperar que chegue o seu dia. Acrescentar algum vinagre na ferida podia dar bons resultados: uma ideia interessante seria provocar, talvez mesmo insultar, os seus patrões. Declarou: “Só se fossem muito estúpidos é que me tiravam do ar”. Provavelmente poucos patrões engoliriam o desafio. E provavelmente isso foi calculado.
Os resultados começam a aparecer. A primeira parte já está: a vingança política. Servir à oposição a oportunidade de mais uma calúnia é a primeira fatia. A oposição aproveita sem qualquer pudor: não se sente obrigada a fundamentar nada do que diz, só lhe interessa poluir. Mas talvez MMG possa esperar mais resultados. Uma indemnização, um destes dias?
A pergunta a fazer é sempre cui bono? Quem beneficia com isto? Quem precisa de que a campanha eleitoral seja isto, em vez de discussão dos programas e da obra de cada um? Quem quer calar os sinais de que Portugal é um dos países que melhor enfrentaram a crise? Quem acha que só pode ganhar com uma campanha de calúnias? powered by Simplex
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Cenas dos próximos capítulos:
Ainda vamos ouvir a MMG a denunciar o roubo das provas que incriminariam José Sócrates no caso FreePort.

segunda-feira, 25 de maio de 2009

Marinho Pinto puxou o ralo da TVI


Após ter aguentado estoicamente pelo menos uns bons 15 minutos de soberba inquisitória e ignorância jornalística, ao Bastonário saltou-lhe a tampa, foi então que inusitadamente acabou por prestar um verdadeiro serviço público. Tratou-se de uma espécie de higienização jornalística ao sarjetismo mediático há muito esperada.
Só por isso, merece continuar à frente dos destinos na OA.