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sexta-feira, 29 de julho de 2011

Gato por Lebre

A Lebre (Junho 2011)



O Gato (Julho 2011)

«Pedro Passos Coelho, questionado sobre as implicações do corte na despesas, afirmou que na administração indirecta do Estado haverá despedimentos. No caso dos funcionários públicos haverá rescisões amigáveis, mas noutros casos como fundações e instituições o governo vai proceder à sua extinção, diminuindo as transferências do Estado para as indemnizações compensatórias, garantiu o primeiro-ministro.»

segunda-feira, 11 de julho de 2011

domingo, 22 de maio de 2011

Ganhar perdendo...

Ainda sobre o debate Passo Coelho e José Sócrates. Em primeiro lugar, acho que o debate foi desordenado, pouco esclarecedor e nada fluido. As repetitivas tiradas de ambos não ajudaram muito. José Sócrates foi fiel à estratégia de culpabilização do Passo Coelho por ter somado uma crise política há crise financeira e cujo resultado é por todos sobejamente conhecido. Quanto a Passo Coelho, julgo que a sua prestação esteve ao nível das restantes com uma pequena grande diferença, conseguiu sobreviver a José Sócrates. Passo Coelho partiu para este debate com apenas um objectivo, o de evitar a humilhação. Teve sucesso, conseguiu uma prestação até razoável, o que não é coisa pouca perante um dos políticos mais hábeis e experientes. José Sócrates não esteve ao nível que nos tem habituado, provavelmente pelo facto de tratar-se de um adversário sem história e sem passado político, logo, pouco escrutináveis. Uma coisa que me surpreendeu bastante foi a falta de confiança e até de conhecimento que Passos Coelho demonstrou nas medidas do programa do PSD. É suposto o incumbente acreditar, defender e transmitir segurança nas ideias que pretende implementar, e por maioria de razão procurar a sua discução e sobretudo o seu escrutínio público e político. Ora, isso não sucedeu, pelo contrário, Passos Coelho, em determinado momento chegou mesmo a admitir que não estaria disposto a discutir o seu programa, preferindo manter-se fiel aos sond-bites de campanha. José Sócrates não perdeu o debate, mas ficou aquém das expectativas. Passo Coelho, apesar de não vencer o debate, superou as expectativas. Temos então um perdedor-ganhador e um ganhador- perdedor.
Se Passo Coelho fosse metade daquilo que os comentadores políticos dizem ser, as sondagens seriam avassaladoras…!

sexta-feira, 8 de abril de 2011

O "Pote" para uns e Prozac para os outros


Pedro Passos Coelho, diz que o pedido de assistência financeira externa, hoje anunciado pelo primeiro-ministro, se faz para que os portugueses vivam com "menos angústia e com menos incerteza"

Hoje ningúem dúvida que o ambiente no seu partido deve estar hoje mais desanuviado e confiante no (seu) futuro. A entourage de PPC respira de alívio ao ver que sua liderança está bastante menos perclitante que há duas semanas atrás. O País, esse que se afoite porque vai ter finalmente aquilo que merece!

Estado bom, Estado morto

Numa visita à Universidade Lusófona o líder do PSD defendeu um "Governo seco e enxuto", um "Estado despartidarizado", "reguladores independentes" e um País onde a educação e a saúde são asseguradas tanto pelo sector público como pelo privado. Uma verdadeira revolução face ao que acontece hoje em dia.

Porque "não temos de nos andar a parasitar uns aos outros", Passos diz que é tempo do Estado se concertar com a oferta privada na Saúde e na Educação. "O que aconteceria hoje se a oferta privada na área da Saúde desaparecesse? Era o colapso do serviço de urgências. E se o Estado dispensasse a oferta privada do ensino superior na região de Lisboa? Seria caótico. Imaginam o que pode ser o próximo ano e meio ou dois anos com a ausência das Instituições Particulares de Solidariedade Social (IPSS) sobretudo no apoio a crianças e idosos em situação de grande fragilidade?". Económico

A estratégia de PPC e do PSD para a construção desta tese assenta num conjunto de premissas incorrectas e falaciosas. Claro está que o sector privado pode e deve participar em todos os sectores, inclusive naqueles considerados prioritários para o Estado (com excepção da Justiça e Segurança Pública), mas deve faze-lo numa lógica de coabitação complementaridade que resulte no alargamento das opções existentes. A oferta privada não pode, nem deve pretender usurpar (nem parasitar) aquelas que são as funções nucleares do Estado nesses sectores. Haverá seguramente áreas nas quais não se justifica, nem se recomenda, a presença do Estado, a saúde e educação não se enquadram nesse grupo. PPC fala na necessidade do Estado e concertar com a oferta privada, quando na realidade isso significa que o Estado deve renunciar às suas funções e admitir que  áreas como a saúde e educação passariam a ser geridas em função do lucro e dos resultados financeiros.  Não é difícil de adivinhar que as gorduras desses sectores continuariam a ser do colectivo.  Hoje mais do que nunca,  a questão deve ser colocada nos seguintes termos: O que aconteceria hoje se o Estado diminui-se a sua presença na área da Saúde e da Educação...?!

sexta-feira, 1 de abril de 2011

You're pulling my leg, right?

Passos Coelho: "Compromissos que o Governo assuma para pedir ajuda serão respeitados pelo PSD". "As melhores garantias de um partido responsável. O que o Governo tiver de se comprometer no exterior, seja num quadro ulterior de ajuda, seja de garantias que tenha de dar, será respeitado pelo PSD, quer na Comissão Permanente da Assembleia da República, quer quando for Governo a seguir". i

Compreendo, hoje mais do que nunca, a queixume do presidente Cavaco. Isto afinal de contas é tudo tão rápido que fica de veras difícil de acompanhar para o comum dos mortais, quanto mais para o presidente! Passos Coelho e o seu partido, depois de pedir ao governo demissionário (por si empurrado) serenidade e abertura para diálogo com vista ao apoio a mais um inevitável PEC, vem agora, apenas uns dias após ter rejeitado negociar a sua implementação que garantisse um compromisso a nível europeu, afirmar a sua total disposição para apoiar qualquer medida que o governo julgue conveniente. O mais curioso é que aquilo que levou PPC a "derrubar" este governo (falta de negociação prévia) é hoje simplesmente dispensável e irrelevante! É bem sabido que a muitos (PR e PSD) interessa que seja José Sócrates a abrir as portas à ajuda externa, carregando o fardo e o custo eleitoral que outros bem dispensam e que selaria definitivamente o seu destino politico. Cavaco Silva - pelo seu discurso de tomada de posse, que ficará na história como a mais do que provável causa desta crise política, e a sua comunicação de ontem. PPC - para além de ter desencadeado este processo de eleições a meio do termo, por ter invocado mil e uma vezes a ajuda externa, chegando inclusive a desmistificar o seu impacto negativo no País, devem por maioria de razão ser os parteiros deste novo capítulo da nossa história!

sexta-feira, 25 de março de 2011

Quem quer ser 1º Ministro

QUIZ
Testes de conhecimentos gerais para
testar seu nível de preparação e de responsabilidade
Analise cada questão e dê a resposta que achar mais adequada.

1ª Questão - O governo está "aberto à alteração de medidas", desde que haja um equilíbrio de valores nas alternativas apresentadas de modo a atingir o objectivo do défice.i
Qual a posição que deve o PSD assumir?
Passos Coelho: "O PSD não vai discutir nem negociar as medidas de um novo PEC". O líder do principal partido da oposição acusou ainda o Governo de se comprometer "em Bruxelas sem passar cartão a ninguém", sobre o planeamento de um novo PEC. sol
2ª Questão - A chanceler alemã em conferência de imprensa disse "Não basta dizer: estamos de acordo com os objectivos impostos pela Comissão Europeia e pelo BCE, mas é preciso dizer, também, publicamente e de forma clara, que medidas se propõe para atingir os objectivos". jn
O PSD deve manter a sua posição inicial ou comprometer-se a apresentar alternativas que anteriormente recusou?

Passos Coelho: ............................................................... (em actualização)

terça-feira, 22 de março de 2011

Tromba Rija or Hard Trunk

Para quem acusa o 1ª Ministro de desleal por ter apresentado as linhas orientadoras do PEC às instituições Europeias, sem consulta prévia, este comunicado de Passos Coelho seguiu o mesmissímo caminho. Desconhece-se se terá sido traduzido para a lingua de Camões...

Para bom entendedor...

Passos Coelho disse ainda que o seu partido «fez tudo que estava ao seu alcance para evitar que Portugal chegasse a uma situação de bancarrota ou de insolvência, em que precisasse de recorrer ao exterior, nomeadamente ao Fundo Monetário Internacional e ao Fundo de Estabilização Europeia». Daí considerar que, se isto acontecer, significará «um falhanço político grande e grave do Governo». 09/01/2011

Cavaco Silva sublinhou que é necessário evitar a entrada do FMI em Portugal e que o «Governo desenvolva acções necessárias» para evitá-lo. Se isso não acontecer, o candidato admitiu que o Executivo «de alguma forma falhou». 21/10/2010

segunda-feira, 21 de março de 2011

Pecados de Amor...

É com estupor que assistimos ao desenrolar do guião desta novela Mexicana, cada vez mais Lusitana. Passo Coelho já se apresenta como o herdeiro da fortuna e Paulo Portas como a servente enamorada do Patrão, apesar dos arrufos pré-nupciais que habitualmente antecedem a consumação do acto.

Enquanto isso, incrédulos e em desgraça, após terem notificados do iminente despejo da Mansão que outrora governaram, surge José Sócrates, ex-tutor do falecido, acompanhado de Teixeira dos Santos, seu fiel mordomo. Ambos tentam, em vão, convencer os herdeiros que, apesar das circunstancias ambos são merecedores de confiança, devendo, por isso, permanecer na Mansão.

Novela que se preze, tem de saciar a vontade ao noveleiro especulador, os “vilões” são empurrados para a desgraça, onde lhes aguarda sempre o mesmo destino, em contraponto com uma romântica e apaixonada cerimonia de consagração do amor eterno entre a "servente" e o "herdeiro" …

terça-feira, 17 de agosto de 2010

Quo Vadis?

A reentre política Algarvia de Pedro Passos Coelho teve como único objectivo tentar realinhar a sua campanha após o monumental tiro no pé que foi a sua "proposta" de revisão constitucional, na qual prometeu uma espécie de dieta social vs uma iniciativa privada (ainda) mais alimentada pelo Estado. O Estado receberia menos impostos do sector privado e ainda por cima renunciaria de algumas das suas competências e actividades nucleares, como são a Educação e a Saúde. Curiosamente são duas das áreas em que o sector privado mais tem investido nos últimos anos. A reacção da população não se fez esperar e as sondagens comprovaram isso mesmo.
Estamos perante numa tentativa pouco elaborada de marcar a agenda política e recentrar o posicionamento do PSD, Passos Coelho dispara em todas as direcções, acusando o PS de ser o principal responsável da profunda crise da justiça, chegando inclusive a acusar o governo de influenciar e manipular o poder judicial. Se bem me recordo um dos princípios basilares no qual assenta o nosso sistema democrático é o princípio de independência de poderes. Acresce que a última "reforma" do poder judicial resultou de um pacto entre o PS e o PSD. Não satisfeito com a acusação de que o governo estaria a defraudar um dos preceitos mais sagrados da nossa constituição, que resultaria inevitavelmente numa dissolução do parlamento, Passos Coelho ameaça inviabilizar o próximo orçamento reiterando e reforçando velhas exigências de forma irresponsável e leviana.
Passos Coelho deseja criar artificialmente uma crise sobre uma matéria que já havia sido debatida entre ambos os partidos e sobre a qual deverá existir dialogo e cooperação no decorrer da elaboração do próximo orçamento.
É evidente o desconforto que denuncia o líder do PSD e candidato a 1º ministro , umas vezes temos um menino liberal-light, responsável, doce e simpático e outras um destemido reformista ultraliberal. Não tenho qualquer preferência entre ambos os figurinos mas julgo que todos esperaríamos um pouco mais de coerência por parte de que nos pretende liderar.

quinta-feira, 29 de abril de 2010

Passos Coelho - Super Star!

Passos Coelho é aquilo que se pode chamar um homem de sorte, virou "estadista" fruto das circunstâncias! A sua antecessora no cargo encarregou-se de colocar o PSD em níveis pré-comatosos o que lhe facilitou a vida, em particular, no que diz respeito à expectativas quanto à sua prestação. Por outro lado, o ataque à nossa economia e a necessidade do Governo mostrar aos "mercados" que estaria disposto a tudo, inclusive à criação de um Bloco Central factual se a isso obrigasse, veio colocar o estreante Passos Coelho no centro do palco político. Oxalá não se deslumbre com a adrenalina dos holofotes que por vezes podem desnortear os mais incautos.

quarta-feira, 17 de dezembro de 2008

A justa medida...

Pedro Passos Coelho é uma figura que desperta interesse e até empatia no eleitorado, talvez seja pela imagem jovem e simpática, coisa que nos dias que correm escasseia e muito na política. Hoje na entrevista com Mário Crespo na SicNoticias, conseguiu lançar uma dúzia de ideias articuladas e bem elaboradas, o problema surge imediatamente quando nos apercebemos que elas não encaixam umas nas outra, como se de peças de puzzles diferentes se tratasse. Não pareciam vir do mesmo interlocutor «Excessivo peso do Estado na economia - Saudável intervenção de resgate no sistema financeiro - Excesso de dívida pública e privada». A Passos Coelho só lhe falta encontrar o equilíbrio entre a jovialidade e a consistência no discurso.