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quinta-feira, 2 de julho de 2009

(contra) Golpe de Estado nas Honduras III

El Wall Street Journal denunció que Chávez, aunque elegido por el voto popular, ha usado su cargo para socavar la democracia venezolana y mantenerse el poder. Y que por esa razón, el presidente Obama no debe permitir una victoria del chavismo en Honduras, donde la destitución del ahora ex presidente Zelaya se hizo por orden de la Corte Suprema y respetando las instituciones.

Será que a solução institucional e democrática preconizada de regressar um Presidente destituído pela justiça e substituído pelo seu sucessor constitucional por unanimidade do Congresso é viavél?! Nem sequer pode afirmar-se que, admitindo a existência de um golpe, Zelaya foi vitima de um golpe militar, pois nunca o poder esteve nas mãos destes, apenas cumpriram uma decisão do Tribunal Constitucional, o máximo órgão judicial do país. Honduras é hoje um país encurralado, com fronteiras encerradas, literalmente sem nenhum apoio da comunidade internacional, provavelmente refém duma leitura precipitada dos factos, e sem condições objectivas de sustentabilidade até à data das próximas eleições (Novembro de 2009).
Não parece ser possível prever um desfecho feliz nesta triste e sui generis historia de um pais chamado Honduras que tenta, desesperadamente, resistir à hegemonia do Imperialismo Bolivariano.

domingo, 28 de junho de 2009

Golpe de Estado nas Honduras

Golpe de Estado nas Honduras, Chavez apela à intervenção do Presidente Obama. O Presidente da Venezuela parece apenas concordar com o intervencionismo Imperialista quando se trata de defender os seus compinchas.

terça-feira, 21 de abril de 2009

O mal amado

Recentemente assistimos à realização de um antigo sonho de Hugo Chavez, ser recebido pelo Presidente dos EUA, fosse ele quem fosse.
É verdade que não foi sequer convidado, mas uma aproximação arrojada, livro em mão, foi suficiente para obter a dita fotografia que deu finalmente a volta ao mundo e permitirá a Hugo Chavez completar o seu álbum fotográfico. A fotografia de Obama ficará seguramente ao lado de figuras tão carismáticas como Sadam Hussein (RIP), Mahmoud Ahmadinejad, Omar al-Bashir , Fidel Castro e Alexandr Lukashenko, entre tantos outros ao longo dos primeiros 10 anos à frente dos destinos da Venezuela.

Antes da Foto
Chávez: Obama é um pobre ignorante
Depois a Foto

terça-feira, 27 de janeiro de 2009

Mais vale tarde que nunca

Bem sei que a eleição de Barack Hussein Obama já nem é assunto, mas não queria deixar passar por alto o acontecimento. Muitas são as vozes que se levantam para criticar as exageradas referencias feitas aos pais da nação Americana, às sucessivas encenações com referencias historias a figuras como Martin Luther King, Lincon etc.. Há ainda, aqueles que aguardam, com um misto de ansiedade e nervosinho miúdo, pela cruel e perversa realidade que ponha fim a esta lufada de esperança que envolveu a sua figura nos últimos meses.
Eu, à semelhança de muitos, creio também que assim será, contudo, julgo que este momento foi vivido com a legitimidade que temos em acreditar que as coisas podem ser radicalmente diferentes, que é possível acreditar que afinal o mundo pode ser um pouco mais justo e humano, que os grandes momentos da nossa historia foram sempre acompanhados de grandes sonhos e ilusões, que não estamos condenados a aceitar as coisas como elas são apenas porque somos incapazes de as mudar. É certo que a realidade nunca está em sintonia com os nossos anseios, mas se assim não fosse, não haveria uma coisa chamada esperança, e foi isso mesmo que Obama recuperou na politica e em boa parte do mundo, YES WE CAN!

quarta-feira, 5 de novembro de 2008

O 1º problema de Obama

(via email)

E agora o anti-imperialismo?

Obama na Casa Branca terá ainda a vantagem de esvaziar o discurso anti-imperialista de alguns indivíduos com manifesto défice democrático, que conquistaram protagonismo, não pelas suas acções mas sim através de inflamados discursos anti-americanos, responsabilizando Bush por todos os problemas dentro e fora dos seus países. Veremos em particular se a América Latina vai continuar a desresponsabilizar os seus governantes à custa do "Diablo Bush".

Mitos Americanos

A vitoria de Obama conseguiu demonstrar ao mundo que afinal:
  • A América não é tão conservadora como se pensava.
  • A esperança e a vontade de mudar é mais forte que o racismo.
  • A sociedade americana tem uma capacidade mobilizadora ímpar nos momentos cruciais.
  • Os EUA é ainda um país de oportunidades.
  • Mccain teria sido também um presidente à altura.
Veremos agora em que medida Obama faz jus ao lema "It´s time for Change", pois a realidade é sempre menos inspiradora que a vontade.

terça-feira, 4 de novembro de 2008

Election Night Live

Avizinha-se uma longa noite, parece que não vão ser favas contadas para Obama! (Afinal contou-as todas)

quarta-feira, 8 de outubro de 2008

Política "Prêt-à-porter"

Ao contrário do Miguel Ferreira do Politikae, não vi mais do que meia hora do Debate entre Obama e Mccain. Não demorou muito para me aperceber que nada de extraordinário seria dito pelos candidatos e que aquilo parecia mais um exercício de prática forense que um verdadeiro confronto de ideias e de projectos políticos. Em suma, parece ter havido um empate, já eu ganhei mais umas horas de sono.

sábado, 27 de setembro de 2008

The Debate - 1º Round!

Maccain parece ter ganho claramente o 1º round. Mostrou maior segurança em praticamente todas as "leading questions", dominou assuntos que lhe são mais favoráveis, como a segurança e chegou a apelar várias vezes ao sentimento patriótico Americano. Evitou o contacto directo com Obama e raramente respondeu a temas abordados pelo seu opositor.

Obama mostrou alguma ansiedade e insegurança nas suas abordagens, disse concordar com Mccain umas 12 vezes e procurou, sem sucesso, rebater directamente as afirmações de Mccain. Chegou a ser confrangedor assistir à forma como se posicionou no debate, parecia por vezes comportar-se como o Vice Presidente de Mccain!

sexta-feira, 26 de setembro de 2008

Obama + Mccain + Bush = New President!

  1. Os EUA atravessam uma das suas piores crises financeiras, com consequências ainda imprevisíveis.
  2. Estamos aproximadamente a um mês de escolher o próximo Presidente da principal potencia Mundial.
  3. Mccain e Obhama estão tecnicamente empatados na generalidade das sondagens.
Interrompe-se a Campanha e sentam-se ambos os candidatos com Bush para agendar um "pacto" económico?! Não seria normal que, face a todas estas circunstâncias, Mccain e Obhama continuassem com as respectivas campanha e acentuassem as diferenças dos seus respectivos Planos de Governo?! Numa campanha eleitoral o que se pretende é conhecer o que diferencia os candidatos, sobre tudo na actual crise económica, não apenas os fait divers!

sábado, 13 de setembro de 2008

Obama e Mccain reagem à expulsão de embaixadores


Obama afirmou que a expulsão dos embaixadores dos EUA na Venezuela, Patrick Duddy, e na Bolívia, Philip Goldberg, é um "confronto fabricado" do Governo de Caracas. Em sua opinião, o Governo de Chávez procura desviar a atenção de "sua crescente incapacidade para cumprir as necessidades básicas de seu povo, sua rejeição das normas democráticas fundamentais". Isso incluiria "a exclusão de candidatos da oposição das próximas eleições, assim como crescentes preocupações sobre o apoio ao narcotráfico por parte de funcionários" desse país, acrescentou. A campanha de Obama disse que este "deixou claro que, como presidente, colocará fim à era de má gestão e abandono de (o chefe de Estado americano, George W.) Bush e preencherá o vazio que o presidente Chávez tenta preencher com uma agenda antiamericana" (EFE).

Por sua parte, McCain também condenou as ações de Chávez e Morales e afirmou que esta escalada das tensões diplomáticas é uma lembrança "das tendências perigosas" neste continente.O "regime autoritário" do presidente Chávez "reprime seu povo e tenta comprar o apoio na Bolívia e em outras partes. A ameaça que Chávez representa se estende além de suas fronteiras", afirmou McCain.O senador republicano do Arizona lembrou que, contra Chávez, pesam acusações "cíveis" de ajuda a terroristas que tentam desestabilizar seu vizinho democrático, Colômbia.Segundo McCain, funcionários venezuelanos de alta categoria nas Forças Armadas e os serviços de inteligência foram apontados por dar apoio a "atividades narcoterroristas" (EFE).