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segunda-feira, 10 de agosto de 2009

Cavaco e MFL não vão voltar a citar a OCDE

«OCDE desaconselha reduzir a despesa durante a crise»
Jeremy Lawson, economista da OCDE que segue Portugal, diz que baixar os gastos do Estado nesta altura é um erro. Apostar no capital humano e diminuir a rigidez dos mercados de trabalho são as melhores maneiras de melhorar a produtividade da economia portuguesa a médio prazo. A receita é dada por Jeremy Lawson, o economista da OCDE que segue a economia portuguesa. O analista assume que foram feitas algumas reformas nos últimos anos mas afirma que é preciso ir mais longe. Caso contrário, adverte, poderá cumprir-se o cenário traçado pela OCDE: um crescimento económico médio de 1,5% até 2017, o que culminará com mais uma década de divergência face à média da zona euro.

Presidência da República
"Cavaco quer despesa pública resolvida"
13 Julho 2009

Manuela Ferreira Leite
"Não duvido que estas decisões sobre grandes investimentos públicos conduzirão ao empobrecimento do país", declarou."
2009-03-22

quarta-feira, 22 de julho de 2009

Eu sei o que não fizeste no Banco de Portugal..!!

Na senda da verdade, MFL vem sugerir uma avaliação parlamentar do estado das contas públicas. Uma táctica pouco elaborada mas sempre tentadora para quem continua a apostar na descredibilização do actual Governo em detrimento da apresentação de verdadeiras soluções alternativas para o país. Não foi particularmente feliz, sobre tudo vindo de quem gosta que lhe seja reconhecida seriedade e sobriedade. Rasgará instituições como o INE e o Banco de Portugal (que a tem acolhido sempre que regressou dos cargos políticos que ocupou) de reconhecida independência que tem como atribuições avaliar e monitorizar as contas públicas, se chegar ao poder? Será que, aguardar pelo crescente desgaste do actual governo, seja pelo agravamento da crise internacional, seja pelos inclementes ataques dos partidos à esquerda do PS, vai ser suficiente para lhe garantir um lugar ao sol? Há muito que é sabido que as eleições não se ganham, perdem-se, e a julgar pela proximidade das eleições, essa parece ter sido o caminho escolhido pelo PSD, veremos o que pesa mais, se a crispação e animosidade instalada na população em geral, ou a lucidez de não desejar para o futuro aquilo que desprezamos no passado.