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sexta-feira, 2 de setembro de 2011

Os heterónimos de Passos

O Indignado

«A campanha do PS a dizer que o PSD quer tirar tudo a toda a gente é a coisa mais desonesta que eu tenho visto em política»

«Já ouvi o primeiro-ministro dizer que o PSD quer acabar com o 13.º mês, mas nós nunca falámos disso e é um disparate»

«A ideia que se foi gerando de que o PSD vai aumentar o IVA não tem fundamento (áudio) http://ow.ly/4p8OJ»


O Papão

«Se continuássemos a empurrar os cortes na despesa com a barriga desta forma, acabaríamos o ano com mais mil milhões de euros de défice real.»

«O que está em jogo é uma de duas opções: ou o PSD lidera com maioria ou temos mais do mesmo, com PEC atrás de PEC sem que a economia cresça.»

«A pior coisa é ter um Governo fraco. Um Governo mais forte imporá menos sacrifícios aos contribuintes e aos cidadãos http://ow.ly/4lDyt»

O Sabujo

«O Governo está-se a refugiar em desculpas para não dizer como é que tenciona concretizar a baixa da TSU com que se comprometeu no memorando.»

«O aumento de impostos previsto por este Governo no documento que assinámos com a UE e o FMI é mais do que suficiente»

«Temos de apostar na economia, mas na economia que cria emprego, não na economia que cria rendas aos amigos do poder.»

«Mas o sacrifício das empresas e famílias não foi suficiente para equilibrar as contas públicas. O esforço tem de começar pelo próprio Estado»


O Profeta

«Se formos Governo, posso garantir que não será necessário despedir pessoas nem cortar mais salários para sanear o sistema português.»

«Vamos ter de cortar em gorduras e de poupar. O Estado vai ter de fazer austeridade, basta de aplicá-la só aos cidadãos.»

«Não podemos colocar a austeridade toda do lado das pessoas e nenhuma do lado do Estado. Foi isto que transmiti ao Governo»


O Mendaz

«O PSD chumbou o PEC 4 porque tem de se dizer basta: a austeridade não pode incidir sempre no aumento de impostos e no corte de rendimento.»

«Se vier a ser necessário algum ajustamento fiscal, será canalizado para o consumo e não para o rendimento das pessoas http://ow.ly/4lAHM»

«Fica o compromisso expresso de que o PSD não afectará as pensões mais degradadas ou as reformas como previa o PEC http://ow.ly/4lAeo»

«Estas medidas põem o país a pão e água. Não se põe um país a pão e água por precaução. http://ow.ly/4fwSE»
 
Nota: Inspirado no artigo da F.Cancio.no DN.

sexta-feira, 6 de agosto de 2010

BPN - Bancas, Porque Não?!

Resulta difícil, até confuso, tentar acompanhar os últimos acontecimentos que tem ocupado o espaço mediático. Não me alongo sequer no triste espectáculo da autoria da mais ilustre parelha de Bandalhos do Ministério Público, que acreditaram que o povinho estaria em pulgas para conhecer o seu estado de alma sobre o caso FreePort.
Mas, deveras o que mais me inquietou foi o anúncio por parte do governo da venda da rede de agências do BPN pelo montante mínimo de 180 Milhões (escrevo milhões porque habitualmente não é palavra que utilize muito e dá-me certo gozo!).
Pois bem, apesar de não ser um conhecedor do complexo mundo das finanças, julgo, se a memória não me falha, de ter ouvido algures que o custo da operação de nacionalização do BPN ter atingido a módica quantia de 2.000 Milhões de Euros ao erário público. Imaginando que algum demente pagaria 500 Milhões de euros, ficariamos ainda com um buraco de 1.500 Milhões. Retrocedamos um pouco, o argumento que fora utilizado ad-nauseam para justificar essa operação de resgate, foi a necessidade de salvar o sistema financeiro nacional (leia-se Banca Privada, pois a Banca pública nunca enfrentou o cenário de insolvência).
Assim foi, temos hoje uma Banca desestressada, segundo os mais recentes testes europeus, e com lucros bastante simpáticos, atendendo à conjectura de crise nacional e internacional, apesar de assumir sem qualquer pudor a sua resistência em emprestar dinheiro em situações de risco e praticando spreads muitas vezes ofensivos.
Cada vez que se ouve falar na crise financeira e nas ajudas do Estado, resulta inevitável ficar com um sabor amargo (como quando tocamos com a língua numa pilha AA) de que alguém saiu bem tosquiado nesta operação.

sexta-feira, 2 de julho de 2010

Os dois amores da PT

Numa semana em que os accionistas da PT passaram de ser asserimos nacionalistas a pragmáticos homens de negócios, vimos novamente o Governo (e o País) confrontado com um paradigma dos tempos “modernos”.
Os governos (PS/PSD) não resistiram à tentação das bondades dos mercados da nova economia e abriram mão de um conjunto de emblemáticas empresas (GALP, EDP, PT etc..). Pois bem, o problema é quando essas mesmas empresas, sujeitas à lógica de mercado em que se inserem, ficam fora do proteccionismo do Estado. Estas privatizações são naturalmente irreversíveis e o estado, por mais que lhe custe, tem de viver com essa realidade, não pode puxar do Joker quando lhe convêm, independentemente da vontade daqueles que são hoje os seus principais donos! O Estado não pode, nem deve, alimentar esta relação promiscua com o mercado, pois não aproveita ninguém. Deve clarificar que sectores ficam sob a sua alçada e quais não.
Oxalá, este caso sirva de alerta para que as privatizações já agendadas sejam revistas e ponderadas antes que seja demasiado tarde!

quarta-feira, 4 de março de 2009

Silva Lopes, uma raridade?!

"Silva Lopes: «A crise agrava-se sem uma maioria absoluta» "
Não é necessário ser-se um profundo conhecedor dos assuntos económico-financeiros para concluir o óbvio, basta apenas não militar activamente na oposição!
Independentemente de me rever na maioria das suas opiniões, julgo que afirmar que Silva Lopes pertence a uma classe de Homem em vias de extinção não chocará muita gente, seja pela clareza do seu discurso, pela honestidade das suas opiniões ou mesmo pela simplicidade humana, estamos perante uma raridade!

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009

quarta-feira, 24 de dezembro de 2008

Inexplicávelmente absurdo

Não existem motivos que possam justificar a inclusão da norma do Código do Trabalho que alargava de 90 para 180 dias a duração do período experimental, a não ser fazer o frete ao patronato. Esteve francamente mal o Governo, é caso para dizer, não havia necessidade!

terça-feira, 9 de dezembro de 2008

Só peca por tardia...

«José Sócrates: avaliação de professores é para manter » Há já algum tempo que não se vislumbrava uma solução concertada com os sindicatos / professores, apesar das cambalhotas e malabarismos da Sr. Ministra. Após terem sido dados todos os sinais de flexibilidade por parte do Ministério sem obter qualquer sinal de razoabilidade da contraparte, chegou o momento de desfazer qualquer equivoco na firmeza e determinação que caracteriza o Governo. Esteve bem José Sócrates em deter um processo que já ganhava contornos deprimentes e humilhantes para a Ministra e os Sec. de Estado em causa.

quinta-feira, 20 de novembro de 2008

Ou vai ou racha!

Com a simplificação do sistema de avaliação, o Governo mostra firmeza e flexibilidade q.b! Ainda é prematuro para ajuizar sobre a relevância das alterações anunciadas, mas foi dado um sinal claro cedência que conduzirá, inexoravelmente, ao esvaziamento da retórica daqueles que se opõe a qualquer modelo de avaliação. A Bola está agora do lado dos Sindicatos, veremos quais são as suas verdadeiras intenções!

terça-feira, 18 de novembro de 2008

Parasitismo Politico

"Não há negociação possível sem a suspensão do actual modelo de avaliação"
Para quem ainda tinha dúvidas sobre a verdadeira motivação desta "luta", fica agora claro que não existe, nem nunca existiu, vontade de melhorar ou mesmo de simplificar o modelo de avaliação. O objectivo é mesmo enterrar o sistema de avaliação, este ou qualquer outro!
Assistimos a um combate cerrado ao Governo por parte do PCP, que tenta a todo o custo retirar a maioria ao PS, alimentando assim a esperança de uma eventual coligação (ainda que pontual). Pois bem, o Governo deve continuar disponível para auscultar directamente os professores (através das escolas) com a finalidade de procurar um entendimento quanto à forma e substância do mecanismo de avaliação, sem colocar sequer a possibilidade de abandonar a avaliação propriamente dita. Relativamente à necessidade de procurar entendimentos, num cenário de vitória sem maioria absoluta, o PS deve excluir liminarmente qualquer coligação ou entendimento com o PCP. Estou em crer que, mais cedo que tarde, veremos os Pais a manifestar contra os Sindicatos!

sexta-feira, 14 de novembro de 2008

Quo Vadis?

Alunos de escolas básicas e secundárias de vários pontos do país estão hoje de manhã a faltar às aulas e a manifestar-se nas ruas contra as políticas educativas do Governo.

Instalou-se definitivamente o sentimento anárquico nas escolas com manifesta cumplicidade e instigação de aqueles que tudo apostam no sacrifício da Ministra, para que no fim de contas tudo fique na mesma. Quando vemos alunos organizados em bandos a protagonizar tristes episódios, numa espécie de Carnaval antecipado, com a total complacência das escolas é um claro sinal de quem acredita que os objectivos a alcançar justificam os meios. Não admira portanto que dentro das salas de aula os alunos não nutram o devido respeito pela instituição que outrora se fazia respeitar dando o exemplo. É certo que a Ministra poderá até ver-se obrigada a recuar, chegando inclusive a abandonar o cargo para desbloquear a situação, já a marca de todo este processo terá um reflexo dramático no relacionamento entre alunos e professores, com claro prejuízo para ambos!

sábado, 18 de outubro de 2008

Equilíbrio postural

«Esgotado o prazo para o envio do diploma para o Tribunal Constitucional (terminou esta semana) resta a Cavaco Silva uma de duas soluções: ou a promulgação ou o veto. E como, ao que o Expresso apurou, o PR mantém as reservas que o levaram a dirigir uma mensagem ao país no final do Verão, parece óbvio que o veto é o caminho. Se assim for, fica nas mãos da Assembleia da República reconfirmar o Estatuto ou dar finalmente ouvidos aos reparos do Presidente da República.» expresso

No caso de se confirmar que o Presidente irá vetar novamente o Estatuto Político-Administrativo dos Açores , estaremos seguramente a assistir ao inicio de um período de hostilidades entre os dois órgãos de soberania. Temo que ninguém sairá ileso dessa situação; o Governo teria em braços uma relação institucional bastante frágil e hipersensível com a Presidência, e Cavaco Silva poderia ver a sua reeleição comprometida se a teoria da "força de bloqueio" se instalasse novamente na ordem do dia. Ao PSD, resta apenas aguardar que as coisas aconteçam, na esperança porém de poder vir a aproveitar qualquer ferida aberta.

quarta-feira, 17 de setembro de 2008

Veremos quantos saltaram da AdC para as petroliferas

«Foi preciso os jornalistas e o meios de comunicação social levantarem essa questão para depois ele ver e reconhecer. Temos claramente uma Autoridade que é muito pífia e que não compreende qual o seu papel na regulação dos combustíveis e a situação não é justa», sublinhou. António Costa e Silva lembrou ainda a subida do gasóleo em cem por cento entre 2000 e 2008 que contrasta com uma subida media na União Europeia de apenas 52 por cento, com a gasolina a aumentar 61 por cento em Portugal e apenas 31 por cento na UE.

«Penso que não se deve atacar as companhias petrolíferas. É demagógico fazer isso porque estas companhias têm um comportamento claro no mercado e elas fazem o que é melhor para os seus accionistas», acrescentou este professor, que entende existir uma «Autoridade de Falta de Concorrência».

pois é...
Gosto particularmente da ausência de responsabilidade das companhias petrolíferas. Naturalmente que o seu interesse é obter o melhor resultado possível para os seus accionistas, mas até esse objectivo, por mais nobre e legítimo que seja, deve ter limites, visto que a auto regulação do mercado parece apenas funcionar para cima.

quinta-feira, 10 de julho de 2008

O Estado da Nação III

O duelo...
Estou a ouvir na TSF como o Deputado Francisco Louça e o 1º Ministro se enfrentam num duelo sem clemencia!

Cada vez mais me convenço que o inimigo do PS senta-se à sua esquerda e não à sua direita!!

O Estado da Nação II

Edital nº1
O secretário de Estado dos Assuntos Fiscais afirmou, esta quinta-feira, que a criação da taxa Robin dos Bosques, de 25 por cento, que se destinará a financiar despesas sociais, terá neutralidade fiscal, não aumentando os custos das petrolíferas.
«Esta taxa não incidirá sobre lucros extraordinários [das petrolíferas], mas sim tributará à cabeça a valorização patrimonial [das companhias petrolíferas]», declarou Carlos Lobo no final do Conselho de Ministros.
O mesmo membro do Governo fez questão de frisar a ideia de «neutralidade Fiscal» inerente à medida do executivo, porque essa valorização patrimonial das empresas petrolíferas, que agora o Estado cobra à cabeça, «já era alvo de incidência por parte da administração fiscal».
Nesse sentido, Carlos Lobo afastou a possibilidade de a criação desta taxa motivar depois um aumento dos preços da gasolina.
«Esta taxa é uma forma neutral de ir buscar imposto à valorização patrimonial sem ter impacto nos custos das empresas», justificou.
O responsável afirmou que a chamada taxa Robin dos Bosques «não é mais do que a alteração dos critérios de valorimetria dos stocks de petróleo detidos pelas empresas de comercialização e de fabricação de produtos petrolíferos».
«Basicamente trata-se de alterar o sistema de contabilização, passando-se para um novo de custo médio ponderado. Isto traduz-se na reactivação fiscal da valorização patrimonial positiva que os stocks sofreram por efeito do aumento do preço do petróleo»
, disse.

sei lá, digo eu:
Tenho alguma dificuldade em perceber como é que as petrolíferas, tendo de pagar algo, não vão reflectir esse aumento no preço final ao consumidor..! Sobre tudo, tendo que conta que elas (petrolíferas) nunca necessitaram muita imaginação para justificar os sucessivos aumentos.

Chove no México = aumenta o combustível,
Fala o Chavez = aumenta o combustível
Morre uma baleia na Noruega = aumenta o combustível...

O Estado da Nação

Naturalmente ninguém, no seu perfeito juízo pode esperar que, amanhã no debate do estado da Nação, o 1º Ministro saque da cartola a solução para uma crise que é Mundial, e , fundamentalmente, conjectural. Ainda assim, espero que possa anunciar novas medidas que protejam as classes mais desfavorecidas sem se afastar do rigor e do espírito reformista que tem caracterizado este Governo.
Aguardemos para ver...

terça-feira, 1 de julho de 2008

Tire a senha s.f.f.

«Governo tem até Setembro para responder aos agentes policiais».
Primeiro foram os armadores de pesca, depois os empresários de camionagem, a seguir os agricultores, posteriormente os taxistas, há dias os magistrados da Feira, agora os polícias. Quando é que o Governo decide, de uma vez, que o Estado não negoceia com os grupos de interesse, sob ultimato de acções de protesto ilícitas?

sei lá, digo eu:
Subscrevo na integra o post do Professor Vital Moreira. Compreendo, ainda assim, que o timming político aconselhe maior prudência, o problema é que o futuro do País não pode ficar uma vez mais adiado!!

segunda-feira, 30 de junho de 2008

Um pouco mas não muito...


"Fiquei um pouco perplexo quando a Galp subiu as gasolinas no dia seguinte ao acordo"

O ministro que negociou o acordo com os camionistas que permitiu retirar o País da paralisia imposta por cortes nas estradas admite ter ficado um pouco perplexo quando a Galp, no dia seguinte, anunciou o aumento das gasolinas em mais um cêntimo. Mas garante que não telefonou a ninguém.

sei lá, digo eu:

Alguém sabe para que serve uma Golden-share??