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sexta-feira, 8 de julho de 2011

La La Land…

É comovente ver como o País está finalmente unido no diagnóstico e na defesa dos seus interesses. Afinal o afastamento de Sócrates teve o mérito de recuperar a lucidez e objectividade colectiva, há muito embargada pela malevolência e pelo desejo de vingança.

Aguarda-se, entretanto, que a política possa rapidamente sair do inexplicável estado de letargia em que se encontra, para que se voltem a debater os grandes desafios que o País inexoravelmente enfrentará nos próximos tempos.

domingo, 22 de maio de 2011

Ganhar perdendo...

Ainda sobre o debate Passo Coelho e José Sócrates. Em primeiro lugar, acho que o debate foi desordenado, pouco esclarecedor e nada fluido. As repetitivas tiradas de ambos não ajudaram muito. José Sócrates foi fiel à estratégia de culpabilização do Passo Coelho por ter somado uma crise política há crise financeira e cujo resultado é por todos sobejamente conhecido. Quanto a Passo Coelho, julgo que a sua prestação esteve ao nível das restantes com uma pequena grande diferença, conseguiu sobreviver a José Sócrates. Passo Coelho partiu para este debate com apenas um objectivo, o de evitar a humilhação. Teve sucesso, conseguiu uma prestação até razoável, o que não é coisa pouca perante um dos políticos mais hábeis e experientes. José Sócrates não esteve ao nível que nos tem habituado, provavelmente pelo facto de tratar-se de um adversário sem história e sem passado político, logo, pouco escrutináveis. Uma coisa que me surpreendeu bastante foi a falta de confiança e até de conhecimento que Passos Coelho demonstrou nas medidas do programa do PSD. É suposto o incumbente acreditar, defender e transmitir segurança nas ideias que pretende implementar, e por maioria de razão procurar a sua discução e sobretudo o seu escrutínio público e político. Ora, isso não sucedeu, pelo contrário, Passos Coelho, em determinado momento chegou mesmo a admitir que não estaria disposto a discutir o seu programa, preferindo manter-se fiel aos sond-bites de campanha. José Sócrates não perdeu o debate, mas ficou aquém das expectativas. Passo Coelho, apesar de não vencer o debate, superou as expectativas. Temos então um perdedor-ganhador e um ganhador- perdedor.
Se Passo Coelho fosse metade daquilo que os comentadores políticos dizem ser, as sondagens seriam avassaladoras…!

segunda-feira, 21 de março de 2011

Pecados de Amor...

É com estupor que assistimos ao desenrolar do guião desta novela Mexicana, cada vez mais Lusitana. Passo Coelho já se apresenta como o herdeiro da fortuna e Paulo Portas como a servente enamorada do Patrão, apesar dos arrufos pré-nupciais que habitualmente antecedem a consumação do acto.

Enquanto isso, incrédulos e em desgraça, após terem notificados do iminente despejo da Mansão que outrora governaram, surge José Sócrates, ex-tutor do falecido, acompanhado de Teixeira dos Santos, seu fiel mordomo. Ambos tentam, em vão, convencer os herdeiros que, apesar das circunstancias ambos são merecedores de confiança, devendo, por isso, permanecer na Mansão.

Novela que se preze, tem de saciar a vontade ao noveleiro especulador, os “vilões” são empurrados para a desgraça, onde lhes aguarda sempre o mesmo destino, em contraponto com uma romântica e apaixonada cerimonia de consagração do amor eterno entre a "servente" e o "herdeiro" …

quinta-feira, 20 de agosto de 2009

Respire profundo, imagine que está na praia...

Confesso que este caso das suspeitas de escutas, boatos, rumores e diz que disse, entre São Bento e Belém não me deixa de causar perplexidade. O Assessor anónimo do Sr. Presidente que veio dizer que tinha a certeza que alguém do PS ou Governo andaria a escutar os membros da Casa Civil da Presidência da República, após ter sido desmentida a noticia de que dava como certa a colaboração directa dos seus membros na elaboração do programa de governo do PSD de Manuela Ferreira Leite, é no mínimo uma aberração que mais parece encomendada por que deseja denegrir a imagem da Presidência. Contudo, manda a prudência, nunca subestimar a estupidez humana. Relativamente ao PS, e à sua pretensa indignação sobre a possibilidade de que o PSD esteja, ou venha, a receber contributos por parte dos homens mais próximos do Presidente Cavaco (Não, não me refiro a Dias Loureiro), é um grosseiro tiro no pé. Não me refiro apenas ao absurdo que seria pensar que quem hoje está próximo de Cavaco estaria, portanto, mais longe do PSD. Julgo, sobretudo, que o PS deu uma demonstração pública de reconhecimento de mérito e credibilidade aos membros da Casa Civil de Cavaco Silva. Parecem sofrer da síndrome de carência de iodo, provavelmente por falta de Férias de Verão devido à proximidade das eleições!
Um conselho:
Aos assessores de Cavaco - Saiam mais vezes da garagem onde está o Jipe do Sr. Presidente e larguem os projectos de lei para dar um mergulho nas águas Algarvias.
Aos guardiões oficiosos do PS - Não temam, não será de Belém que virão as fórmulas milagrosas para uma alternativa de Programa de Governo.

domingo, 26 de julho de 2009

Joaninha voa voa...que o Louça já está à toa

Confesso que não conheço os detalhes da mais recente polémica que envolve o “convite” endereçado à ex deputada Joana Amaral, apesar de já ter tido a oportunidade de ouvir as respectivas versões dos visados. Parece óbvio que apenas resta ouvir à visada em todo este assunto. Ainda assim não consigo vislumbrar o cerne da questão. Se Sócrates tivesse convidado a Joana Amaral ou qualquer outra figura a integrar as listas de candidatos a deputados do PS, directa ou indirectamente, poderia isso ser visto como algo indigno ou impróprio?! Francisco Louça afirma que José Sócrates terá oferecido um cargo no Estado a Joana Amaral Dias em troca de apoio partidários, não esclarece se o cargo terá sido oferecido no caso de se confirmar uma nova legislatura do PS ou seria para ocupar o referido cargo durante os 60 dias restantes da actual legislatura, coisa que seria ridiculamente improvável. Se a “oferta” se refere a uma próxima legislatura, deveria então Francisco Louça ficar radiante pois isso seria porventura um sinal, uma abertura a um eventual entendimento pós eleitoral entre o PS e o BE.
Aguardo com curiosidade pelas declarações de Joana Amaral, quem se transformou mais uma vez no centro das atenções, desejada por muitos ainda que envergonhadamente por alguns.

quarta-feira, 17 de junho de 2009

Sócrates agradece

Há coisas que nunca mudam, por mais voltas que o mundo dê. O PSD e o CDS nada parecem ter aprendido com o desastre da sua ultima governação, pretendem tomar o poder com as mesmas figuras responsáveis pelo descalabro em que o Pais se afundou nos últimos tempos é a constatação da extrema dificuldade que a direita não se consegue reinventar e apresentar uma verdadeira alternativa de governo.
Para quem tinha esperanças de uma nova direita, a votação favorável da moção de censura ao governo apresentada pelo CSD não passa de uma tentativa de ensaiar o regresso aos tempos de Santana/Portas, agora com MFL, ainda por cima menos lúdica que o seu antecessor. Apartes fora, não tenho qualquer dúvida que esta aliança parlamentar vem mesmo a calhar a Sócrates que vai, seguramente, sublinhar o óbvio – lá estão os mesmos de sempre a tentar sofregamente lutar pelo poder.

segunda-feira, 8 de junho de 2009

"Sinistro" panorama eleitoral

Um valente balde de água fria foi o que o PS levou nestas eleições europeias, em contraste com todos os restantes partidos que, a julgar pelos seus discursos, parecem ter obtido o melhor resultado de sempre, ora vejamos:
PSD - É certo que as expectativas em torno a estas eleições estavam ao nível do carisma e credibilidade da sua líder, logo qualquer vantagem sobre o PS seria naturalmente um sinal do além para um renascer das cinzas (ainda fumegantes) do anterior governo de coligação PSD-PP.
PS - Claramente o derrotado da noite, sendo certo que a difícil conjuntura de crise (nacional e internacional) em nada contribuiu para evitar este resultado, também a escolha do candidato Vital Moreira (pouco talhado para o combate politico) aliada ao facto de o partido ter travado duas batalhas em simultâneo, por um lado lutar pelo voto e por outro defender-se dos ataques dos demais partidos não evitou que lhe fosse mostrado o cartão amarelo. O crescente distanciamento do PS/Governo com a população em geral poderá ter sido uma das principais causas destes resultados, um claro aviso à navegação!
Bloco de Esquerda - Provavelmente o verdadeiro vencedor da noite. Consegue obter uma votação de 10,73%, tendo conseguido capitalizar o grosso do voto castigo no PS. Assume assim uma posição de relevo que seguramente veio baralhar todos os cenários políticos nas próximas eleições.
CDU - Com a deserção do eleitorado do PS para os partidos de esquerda, apenas a fidelidade da sua militância escamoteou o fraco desempenho da CDU face à oportunidade que se lhe apresentou.
CDS/PP - Paulo Portas proclama-se novamente vencedor apesar de ter colocado seu partido como a quinta força politica nacional, atrás do BE e da CDU (nada de novo).
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Ilusos aqueles que pretendam fazer uma leitura nacional (legislativas) destes resultados, e irresponsáveis os que nada queiram aprender com estes sinais.

quarta-feira, 13 de maio de 2009

Mas afinal quem tem medo do Lobo Mau?!

Sem animo de me desviar do tema em concreto, quero expressar o meu espanto e desilusão por saber que, afinal os Srs. procuradores Vítor Magalhães e Paes Faria, investigadores do caso FreePort, teriam ficado verdadeiramente intimidados com os "recados" do magistrado que preside actualmente ao Eurojust. A questão que se coloca é se os Srs. procuradores são sequer pressionáveis. Parece que, pelo menos estes, o são, o que é extremamente preocupante tendo em conta o actual estatuto dos magistrados que é suposto lhes conferir um grau de independência e autonomia suficiente que lhes permita desempenhar as suas funções com liberdade e isenção.
Relativamente ao Sr. magistrado Lopes da Mota não nos resta outra coisa que aguardar pela conclusão do processo disciplinar que lhe foi instaurado por existirem indícios fortes de alegadas pressões no referido caso. (Esperemos que seja mais célere que o caso Freeport)
Contudo, parece evidente não existirem já condições para que este se mantenha no cargo, independentemente da justa e legítima presunção de inocência. O magistrado deve por isso suspender o cargo e evitar mais embaraços ao Ministro da Justiça e ao Governo que o nomeou.

Têm sido extremamente lúdico assistir ao facto de muitos daqueles que se hoje se levantam em frenesim para pedir a demissão do visado, foram os mesmos que ontem se batiam pela permanência de Dias Loureiro no Conselho de Estado e justificavam a "protecção" que o Presidente Cavaco lhe deu.

quarta-feira, 22 de abril de 2009

Cada crise tem o seu carrasco

A já tão comentada entrevista no 1º Ministro correu tão bem para uns como mal para outros. Os comentários não se fizeram esperar e não se afastaram muito do seguinte registo:
FreePort
Foi dito que Sócrates victimizou-se porque voltou a dizer o que já havia dito relativamente ao caso FreePort. Se o 1º Ministro não se tivesse referido ao caso FreePort seguramente teria sido acusado de ter condicionado a entrevista no canal público, e que esse deveria ter sido justamente o tema central de todos os esclarecimentos.
Crise
Houve quem criticasse o facto de não terem sido anunciadas medidas que permitissem por cobro à crise financeira que o País atravessa. Relativamente à crise financeira, se Sócrates tivesse anunciado novas medidas económicas e sociais, não faltaria que o acusasse de ser irresponsável, populista, demagogo e eleitoralista.
Cavaco Silva
Sobre as declarações de Cavaco Silva, Sócrates teve particularmente acutilante na forma directa como pretendeu delimitar o espaço de manobra do Presidente relativamente ao combate político.
Dito isto, julgo que Sócrates esteve bem na entrevista, mostrou firmeza, segurança e determinação nas suas ideias e objectivos, apesar de se ter mostrado um pouco crispado com Judite Sousa que colocou algumas questões armadilhadas. Já o seu colega mostrou ao longo da entrevista um registo mais distante, profissional e equilibrado.

terça-feira, 21 de abril de 2009

O Binómio de ouro

Considerando o facto de Sócrates e Cavaco se encontrarem semanalmente para discutir aspectos sobre o estado do Pais, não creio que as últimas declarações de Cavaco não tenham sido anteriormente transmitidas no âmbito das referidas reuniões. Cavaco dá um passo em frente e manifesta publicamente as suas diferenças com o governo de Sócrates, cujas consequências são ainda de difícil previsibilidade para ambos.
Se por um lado Sócrates atravessa um período difícil, não é menos certo que, provavelmente levará o melhor da situação. Cavaco não foi eleito para governar, a sua Magistratura, ao contrário do que tem sido dito, não é, nem pode ser exercida como se o cargo de 1º Ministro lhe fosse subalternizado. A cada um compete desempenhar funções distintas, de Cavaco espera-se que seja um garante da estabilidade democrática, um elemento aglutinador de esforços à margem de todas as diferenças politicas.
De Sócrates, espera-se que cumpra o seu mandato nos termos em que foi escolhido pela maioria dos votos, espera-se que o faça independentemente da falta de concordância do Presidente da Republica sobre assuntos considerados relevantes para o País .
Não é menos certo que ambos serão julgados pelo seu desempenho e é aí que a porca torce o rabo. Resta saber se Cavaco Silva está disposto a ocupar o espaço político da oposição em geral e do PSD em particular, dando o mote politico para os combates eleitorais que se avizinham, sob pena de, in extremis, comprometer a sua reeleição.
Sócrates também terá de ter em conta que a generalidade da população espera que as mais altas figuras do País se entendam sobre os principais assuntos que tanto impacto tem sobre os Portugueses, sobre tudo com a crise que tanto atormenta os Portugueses.
Uma coisa é certa, se Sócrates chegar ao fim do ano com uma vitória sem renovar a maioria e após ter combatido politicamente MFL e Cavaco, estaremos perante um nado morto, um Governo condenado a desaparecer.
As cartas estão lançadas, vamos aguardar pelo River.

segunda-feira, 9 de março de 2009

Dom Manuel e Companhia

Pretenso guardião da esquerda autêntica e milagrosa, uma espécie de trovador tocado pela graça suprema, mais do que pregar politica virtuosas, prefere dedicar as suas artes a apontar o dedo aos fariseus usurpadores da divindade Socialista!
Trilha insanamente ruas e ruelas, sempre na companhia da sua sempre fiel e devota ajudante, a quem nunca lhe falha a voz nem a vontade de manifestar o seu incondicional apoio e infinita admiração pelo seu complacente fidalgo.

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009

Prós & Contras

Não concordei com o ruído que se instalou à volta deste caso, sobre tudo pela forma insidiosa com que tem sido tratado pelos média. Agora, após terem sido ditas as maiores barbaridades e calunias com base na violação do segredo de justiça e em alegados factos sem direito a réplica!Prefiro que o assunto se discuta abertamente num ambiente de debate televisivo!
Até porque depois de ter assistido a 2h de CR7, não me parece que o assunto hoje discutido nos Prós & Contras tenha necessariamente descido de nível, apesar de existir quem goste de ver o assunto escarrapachado nos títulos dos jornais revelando fetich para franco-atirador.

sábado, 31 de janeiro de 2009

As semelhanças entre Sócrates e Chávez

Estamos perante uma situação que havia já presenciado do outro lado do mundo, mais precisamente na Venezuela. Hoje em Portugal à semelhança do que sucede na Venezuela há já uma década, existe um esvaziamento total do espectro politico da oposição, seja pela ausência de ideias ou mesmo de alternativas politicas credíveis, a realidade parece apenas ocupar-se de quem ocupa o Poder. Não vejo qualquer tipo de semelhanças entre Chávez e Sócrates para além do facto de ambos despoletarem nos seus respectivos países uma espécie de reacção absolutista. Comigo ou contra mim! Como se de um Benfica x Sporting se trata-se, onde não há lugar para imparcialidade ou tibiesas. Neste jogo, eu torço pela honestidade e honradez...!

quinta-feira, 29 de janeiro de 2009

Muita parra, pouca uva III

Ora bolas, parece que os novos factos incriminatórios são afinal as mesmas denúncias anónimas de 2005. Logo agora que havia tanta gente entusiasmada..!! Teremos de aguardar pelas fugas de informação, servidas cirurgicamente a conta gotas, e esperar que alguma delas cumpra o seu objectivo, seja ele qual for...

segunda-feira, 26 de janeiro de 2009

Muita parra, pouca uva II

Cai assim uma importante peça no Puzzle do caso Alcochete, afinal a Comissão Europeia considerou que o projecto "não envolvia perturbação significativa". A verdade é que quando cai uma tende a surgir logo outra que a substitui...veremos se assim é!

Adenda: Afinal são já duas... Mr. Smith (o tal intermediário que se terá queixado de lhe terem exigido o pagamento de "luvas") afirmou que nunca houve nenhum encontro entre ele e o então ministro Sócrates.

sexta-feira, 23 de janeiro de 2009

Muita parra e pouca uva

Já muito foi dito sobre o caso Freeport, a verdade é que não consigo aderir ao coro daqueles que afirmam acreditar que a Justiça tem o seu próprio ritmo e que o facto de aparentemente nada ter sucedido nos últimos quatro anos é apenas uma triste coincidência para o Governo e particularmente oportuna para a oposição. Contudo, resumir o caso a uma tramóia ou cabala orquestrada pelo Ministério Público seria no mínimo redutor. É, então, caso para dizer, não há pachorra para ver os media, de quando em vez, a irem aos arquivos buscar peças antigas e servirem-nas como importantes e reveladoras noticias, quando não passam afinal de frenéticos tiros de pólvora seca...!!!

terça-feira, 9 de dezembro de 2008

Só peca por tardia...

«José Sócrates: avaliação de professores é para manter » Há já algum tempo que não se vislumbrava uma solução concertada com os sindicatos / professores, apesar das cambalhotas e malabarismos da Sr. Ministra. Após terem sido dados todos os sinais de flexibilidade por parte do Ministério sem obter qualquer sinal de razoabilidade da contraparte, chegou o momento de desfazer qualquer equivoco na firmeza e determinação que caracteriza o Governo. Esteve bem José Sócrates em deter um processo que já ganhava contornos deprimentes e humilhantes para a Ministra e os Sec. de Estado em causa.

quinta-feira, 20 de novembro de 2008

Trasanda a má educação!

«Avaliação dos professores: Conselho de Ministros extraordinário convocado para esta tarde O primeiro-ministro decidiu convocar uma reunião extraordinária do Conselho de Ministros para hoje à tarde sobre o processo de avaliação dos professores.O anúncio foi feito pelo ministro da Presidência, Pedro Silva Pereira, na conferência de imprensa do conselho de ministros. A conferência de imprensa do conselho de ministros extraordinário está marcada para as 18h00, e contará com a presença da ministra da Educação Maria de Lurdes Rodrigues.»

Aguarde-se com algum cepticismo pelas novidades!