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terça-feira, 2 de março de 2010

Jumento World Wide


Pois é, parece que finalmente o caríssimo Jumento com parcos meios conseguiu o que outros apenas podem sonhar, a internacionalização. Temos então um verdadeiro case study! Eu que pensava que a Interpol era uma espécie de Super Policia que se dedicava a investigar e perseguir perigosos criminosos neste complexo e sofisticado mundo do crime organizado. Nota: Mude de servidor do palheiro porque não vai ser fácil aguentar o tráfego que ai vem, e já agora peça uma licença sem vencimento do Ministério e começa a negociar a publicação do livro. Bem haja!
Aditamento: Aqui fica a reacção do visado face à ignóbil demonstração de jornalismo bufo e viscoso!

segunda-feira, 29 de junho de 2009

Premios da Blogosfera

“O prémio foi criado a pensar nos blogs que demonstram talento, seja nas artes, nas letras, nas ciências, na poesia ou em qualquer outra área e que, com isso, enriquecem a blogosfera e a vida dos seus leitores."

Fui agraciado pelo Carlos Santos do O valor das ideias com esta distinção, que muito me honra e agradeço. Aproveito também para remeter esta menção a outros que, seguramente, estarão mais à altura. Os 7 autores são os seguintes:
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Ladrões de Bicicletas
(são quase uma equipe de futebol - não posso citar os autores)

A barbearia do senhor Luís
(Sempre de lamina bem afiada)

O valor das ideias
(Não é uma questão de cortesia, o autor merece pela qualidade e profundidade da sua análise)

Activismo de Sofá
(Também no sofá é possível manter a mente afiada e bem desperta)

Isso não dá pão
(Mordaz na crítica e variado no comentário)

Despertar da Mente
(Jorge Assunção não poupa energia na arte de malhar no Engº)

Margens de erro
(O Pedro Magalhães continuará a ser a nossa referência sobre sondagens, + erro - erro)

sexta-feira, 26 de junho de 2009

Este blog já gatinha!

Confesso que nunca pensei que este humilde espaço chegasse ao seu 1º aniversário! Mas quis o tempo, a vontade e as circunstâncias que assim fosse, por isso quero também agradecer aos que por aqui passaram e sobre tudo à oportunidade que me deram de conhecer pessoas verdadeiramente interessantes, com quem tenho mantido agradáveis debates ao longo destes 12 meses. Por isso mesmo, parabéns à blogosfera!

terça-feira, 21 de abril de 2009

Manifesto - Jovens que Pensam

Fui agraciado inusitadamente com uma “distinção - Jovens que Pensam” por parte do meu caro Ricardo Cataluna do Bom Gigante, confesso que não conheço os critérios para a classificação mas prefiro pensar que ainda por lá devo andar. Uma vez mais os meus sinceros agradecimentos!
Passo então a enumerar os outros “Jovens”:
1. Alex - Um olhar um sorriso, uma música no ar
2. Ricardo & Co - Patiodasconversas
3. João - Juanito´s way
4. Maria - Menina Lasciva
5. Adolfo Mesquita Nunes & Co - Delito de Opinião
6. Isabela - O mundoperfeito
7. Miguel e Alice - Fantástico Melga
8. Isabel Coutinho - Ciberescritas
9. Catarina Campos - 100nada
- Exibir a imagem do prémio - Postar o link do blog que o premiou - Indicar dez blog´s para fazerem parte do “Manifesto Jovens que Pensam” - Avisar os visados - Publicar as regras.

quinta-feira, 5 de março de 2009

Estados de Alma

Bem podem esperar
"Sem surpresa, o anúncio público da minha candidatura ao Parlamento Europeu suscitou os inevitáveis ataques pessoais, a par de alguns comentários malévolos, em geral ditados pelo despeito e pelo ressabiamento. Se julgam que lhes vou dar troco, desconhecem-me. Nunca desço ao seu nível..."(Vital Moreira)
Esta é apenas mais uma das virtuosidades da Blogosfera, a Liberdade de pensamento sem o açaime do politicamente correcto!

terça-feira, 10 de fevereiro de 2009

Mario de Nostradamus Crespo

Aceitei o desafio que me lançou um querido e estimado amigo do Viela do Fado e vou colocar o artigo de Mário Crespo no Blog.



Está bem... façamos de conta
Façamos de conta que nada aconteceu no Freeport. Que não houve invulgaridades no processo de licenciamento e que despachos ministeriais a três dias do fim de um governo são coisa normal. Que não houve tios e primos a falar para sobrinhas e sobrinhos e a referir montantes de milhões (contos, libras, euros?). Façamos de conta que a Universidade que licenciou José Sócrates não está fechada no meio de um caso de polícia com arguidos e tudo.
Façamos de conta que José Sócrates sabe mesmo falar Inglês. Façamos de conta que é de aceitar a tese do professor Freitas do Amaral de que, pelo que sabe, no Freeport está tudo bem e é em termos quid juris irrepreensível. Façamos de conta que aceitamos o mestrado em Gestão com que na mesma entrevista Freitas do Amaral distinguiu o primeiro-ministro e façamos de conta que não é absurdo colocá-lo numa das "melhores posições no Mundo" para enfrentar a crise devido aos prodígios académicos que Freitas do Amaral lhe reconheceu. Façamos de conta que, como o afirma o professor Correia de Campos, tudo isto não passa de uma invenção dos média. Façamos de conta que o "Magalhães" é a sério e que nunca houve alunos/figurantes contratados para encenar acções de propaganda do Governo sobre a educação. Façamos de conta que a OCDE se pronunciou sobre a educação em Portugal considerando-a do melhor que há no Mundo. Façamos de conta que Jorge Coelho nunca disse que "quem se mete com o PS leva". Façamos de conta que Augusto Santos Silva nunca disse que do que gostava mesmo era de "malhar na Direita" (acho que Klaus Barbie disse o mesmo da Esquerda). Façamos de conta que o director do Sol não declarou que teve pressões e ameaças de represálias económicas se publicasse reportagens sobre o Freeport. Façamos de conta que o ministro da Presidência Pedro Silva Pereira não me telefonou a tentar saber por "onde é que eu ia começar" a entrevista que lhe fiz sobre o Freeport e não me voltou a telefonar pouco antes da entrevista a dizer que queria ser tratado por ministro e sem confianças de natureza pessoal. Façamos de conta que Edmundo Pedro não está preocupado com a "falta de liberdade". E Manuel Alegre também. Façamos de conta que não é infinitamente ridículo e perverso comparar o Caso Freeport ao Caso Dreyfus. Façamos de conta que não aconteceu nada com o professor Charrua e que não houve indagações da Polícia antes de manifestações legais de professores. Façamos de conta que é normal a sequência de entrevistas do Ministério Público e são normais e de boa prática democrática as declarações do procurador-geral da República. Façamos de conta que não há SIS. Façamos de conta que o presidente da República não chamou o PGR sobre o Freeport e quando disse que isto era assunto de Estado não queria dizer nada disso. Façamos de conta que esta democracia está a funcionar e votemos. Votemos, já que temos a valsa começada, e o nada há-de acabar-se como todas as coisas. Votemos Chaves, Mugabe, Castro, Eduardo dos Santos, Kabila ou o que quer que seja. Votemos por unanimidade porque de facto não interessa. A continuar assim, é só a fazer de conta que votamos.
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Notas do Plagiador:
Mário Crespo foi feliz ao conseguir agregar num único texto um sem fim de questões que, por variadíssimas razões, não foram ainda devidamente esclarecidas para o comum dos mortais, seja pela sua natureza, complexidade ou mesmo porque simplesmente não tem resposta porque partem de falsas premissas. Contudo, há uma delas que me desperta especial interesse, a pretensa conversa telefónica do ministro (cargo referido minusculamente pelo autor) da Presidência Pedro Silva Pereira. Ora vejamos, assumindo que os factos são fiáveis, vou ser atrevidote e pedir emprestado o estilo de Mário Crespo para dizer o seguinte:
Façamos de conta que Silva Pereira foi sempre um entrevistado fácil e complacente com Mário Crespo e que a entrevista sobre o Freeport lhe correu de feição. Façamos de conta que o teor das conversas no âmbito do exercício do jornalismo não são tendencialmente confidenciais e que não é normal que um Ministro queira ser tratado sem confianças pessoais. Façamos de conta que Mário Crespo divulgou o teor do telefonema com Ministro logo no inicio da entrevista, enfim, façamos de conta que Mário Crespo acredita em tudo aquilo que escreve nesta peça e façamos de conta de que ele não desejaria que todas as "suspeitas" que pairam sobre este Governo fossem confirmadas, de preferência num qualquer canal da concorrência pelas 9:00PM.

Prémio e Desafio

Na sequência do gentil prémio e desafio lançado pelo Ricardo Cataluna, aqui ficam os 6 factos aleatórios sobre o autor deste blog e o desafio a outros 6 (venham as criticas do 1% erudito).

Factos:
1 - Sou um News Junkie, chego por vezes a ver 2 e 3 vezes a mesma grelha da SicNot.
2 - Não troco uma boa companhia num tasco por um compromisso no Tavares Rico e nunca perco as festas dos santos populares.
3 – Trocaria a televisão pela internet.
4 - Abomino as pessoas que enfermam de “Euismo”.
5 - Sou bastante menos sério do que a maioria das pessoas pensa no 1º contacto.
6 - Confesso que admiro o jornalismo político, é como ser pago por fazer aquilo que se faria na mesma por puro prazer (um destes dias ainda me inscrevo em jornalismo).

Passo a palavra a:
O Jumento, Activismo do Sofá, Delito de Opinião, Direito de Opinião, Homem ao Mar, PALAVROSSAVRVS REX

quarta-feira, 22 de outubro de 2008

A ciber-parolice

Capital-linkismo na blogosfera - Macroscopio
«(...)É assim (alguma) blogosfera, um retrato da sociedade de corte que falava o sociólogo Nobert Elias. Mas como é mais rápida, por causa dos circuitos integrados que a assistem e funcionalizam, ela torna-se ainda mais hipócrita do que a sociedade de carne e osso. Esta estória dos dardos é, salvo alguns casos, a mais pedante manifestação dessa hipocrisia institucionalizada. E com muita lata, diga-se. É uma espécie de Natal dos pobres virtuais a que alguns recorrem para elogiar e depois sentirem-se elogiados - na troca do correio - neste joguinho de vaidades cabotinas e república de citações perfeitamente idiotas. E os textos que fundamentam esses agradecimentos são ainda mais idiotas, parece até que os ditos cujos estão a receber um Nóbel e, como tal, fazem uns discursos verdadeiramente cafonas que não lembra o careca. Mas enfim, é o que temos.
No meio de toda esta ciber-parolice, que temo se institucionalize à moda antiga, há, de facto, links que se cruzam no risoma e reflectem propostas intelectuais interessantes, espelhando um verdadeiro debate de ideias - e nestes casos - é até mui saudável que esses links existam como se valorizem e multipliquem. E é neste contexto preciso que encontro legitimidade para os dardos, mas como grande parte deles ocorre fora deste contexto de "verdade e conhecimento" - é o egocentrismo que acaba por tomar conta das emoções que dão banho à vaidade de cada um - que assim vai engordando o seu umbigo saloio e modernaço(...)»

Não pretendo contraditar o texto, até porque não me sinto aludido por este, ainda assim, não posso deixar de notar alguma ferocidade no verbo contra pessoa incerta. Uma espécie de escarmento público daqueles que não logram alcançar um lugar ao sol no ciber-patamar da intelectualidade erudita e prosaica, sendo este reservado apenas a um punhado de iluminados que se colocam acima dos restantes 99%.
O que motiva alguém a criar um blog não é, nem se pretende que seja, um acto sujeito a profunda reflexão e analise, como se de uma tese de Mestrado se tratasse. Quer-se que seja apenas e só, um manifesto à liberdade de opinar, comunicar e sobretudo de expressar ideias sem o ónus do rigor e escrutínio da crítica literária.