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terça-feira, 16 de junho de 2009

Mais olhos que barriga

"O espectáculo dado ontem pela comissão de inquérito ao BPN é lamentável. O deputado Nuno Melo, que tem feito até aqui um bom trabalho, reduziu a sua estratégia à picuinhice de enervar Vítor Constâncio e levá-lo a admitir que errou na supervisão ao banco."
Eduardo Dâmaso, "Correio da Manhã".
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A comissão de inquérito parece mesmo ter-se transformado num circo de feras, onde todos aguardam pela vez para malhar em Victor Constâncio que se converteu numa espécie de palhaço de turno.

quarta-feira, 13 de maio de 2009

Bem poderia abrir os noticiários, mas não me parece

Gestores do BPP venderam acções dias antes do pedido de ajuda
"Vários gestores do Banco Privado Português venderam as acções que tinham da Privado Holding, dona do banco, dias antes do pedido de ajuda a Vítor Constâncio em Novembro de 2008. As operações custaram no total 14 milhões de euros ao Banco Privado.
Paulo Guichard, Salvador Fezas Vital e Fernando Garcia Lima, antigos administradores do Banco Privado, venderam boa parte das acções que detinham na Privado Holding (que detém o banco), dias antes do pedido de ajuda ao Banco de Portugal.
Segundo soube o Diário Económico, a nova administração da Privado Holding terá mesmo, quando chegou ao grupo, tentado perceber os contornos da operação, precisamente pela coincidência das datas em que as vendas foram realizadas, dias antes de se terem tornado públicos os problemas financeiros do BPP. Não terá sido encontrada qualquer irregularidade."
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Bem sei que os Sres. jornalistas estão sem mãos a medir com o caso FreePort, mas não seria má ideia interpelarem estes Senhores sobre o motivo que os terá levado a tomar tão estranha decisão. No regresso, aproveitem e perguntem ao Presidente da CMVM e Governador do Banco de Portugal se não lhes havia ocorrido que talvez valesse a pena estar atendos às transacções dos referidos títulos.

quinta-feira, 7 de maio de 2009

Daqui não saio, daqui ninguém me tira


As diferenças entre um deposito e uma aplicação parecem ter seguido o mesmo caminho dos muitos milhões que "desapareceram" com a crise. Ainda assim, é irónico que o Sr. Rendeiro (diz que se parecia com o sr. Madoff) esteja de pantufas a assistir tranquilamente ao desespero dos seus ex-clientes, que se vêm obrigados a adoptar medidas mais ao estilo de pensionistas ou trabalhadores em regime de lay-off, do que propriamente clientes do Banco Privado.

quarta-feira, 19 de novembro de 2008

A piada do dia

o Banco de Portugal criticou o cariz “generoso” do subsidio de desemprego.
Desculpem, mas mão resisti à tentação de colocar um post "populista e demagógico".

terça-feira, 4 de novembro de 2008

Inquéritos à moda Constâncio

Ainda pouco se sabe sobre a intervenção do Governo no BPN, mas há muito que se sabia que os destinos do Banco não eram famosos, fica agora claro que o Governador Constâncio não vê um porta-aviões nem que esteja mesmo à sua frente, como já tinha sucedido com o MBCP.
Não me parece líquido que a intervenção no BPN seja uma medida que vise preservar o interesse nacional, sobretudo pelo facto de se tratar de uma situação originada por uma gestão criminosa com contornos Mafiosos e não propriamente pela crise financeira internacional.
Das competências do BdP “Acompanhar a actividade das instituições supervisionadas, vigiar a observância das normas que disciplinam essa actividade, emitir recomendações para que sejam sanadas as irregularidades detectadas, sancionar as infracções praticadas e tomar providências extraordinárias de saneamento.” Ora bola, dizer que estas operações só foram do conhecimento do BdP agora porque até aí as informações pedidas tinham sido vedadas pelas anteriores administrações do banco, é o reconhecimento expresso de que o organismo não cumpre diligentemente com as suas básicas atribuições. Fica demonstrada, mais uma vez, a ineficácia do BdP como agente regulador do sistema financeiro que, inexplicavelmente, insiste em combater as infracções enviando Check-lists aos visados para o seu preenchimento e posterior envio. Victor Constâncio faz lembrar aqueles policias de aldeia, que quando há confusão no bailarico chegam sempre no fim da escaramuça.