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quinta-feira, 28 de outubro de 2010

Back to Basics

«Numa União Europeia cujos governos são maioritariamente conservadores, até o sueco, é natural que quase todos os Estados membros se sintam obrigados a rever em baixa os seus orçamentos e diminuam o número e os salários dos funcionários públicos, as ajudas para habitação, os grandes investimentos públicos e aumentem os cortes no modelo social. Os mais desfavorecidos são, assim, os primeiros sacrificados. Resta saber quais as consequências que estas medidas vão ter na economia real. Stiglitz, Prémio Nobel da Economia, tem escrito que vão conduzir à recessão e prolongá- -la sem eliminar a crise. Daí a impressão, com que ficamos, a de os economistas europeus - ao contrário dos americanos - não terem aprendido nada com a crise e acharem que, passada a crise, tudo pode ficar na mesma, paraísos fiscais incluídos... Ora, não pode.» Triste União Europeia por MÁRIO SOARES.

Artigo imperdível de Mário Soares sobre a deriva da UE e a forma obstinada como os seus líderes conduzem o projecto Europeu para a autodestruição! A UE deve arrepiar caminho e manter-se fiel aos seus princípios fundadores, com uma politica coerente e estratégica quando ao seu futuro e não com medidas hipersensíveis e reactivas à conjectura do momento, se não o fizer, estará irremediavelmente condenada ao seu desmembramento!

sexta-feira, 14 de novembro de 2008

Casca dura

Confirmada «capacidade para ultrapassar a crise», diz PS. O porta-voz socialista Vitalino Canas defendeu hoje que os resultados do Instituto Nacional de Estatística (INE) que anunciam que a «economia portuguesa escapa à recessão em 2008» revelam «uma boa capacidade para ultrapassar a crise» financeira.
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Não admira que o País demonstre uma extraorinaria capacidade para enfrentar a crise, em comparação com os seus pares Europeus. Afinal de contas, a crise têm sido um lugar comum para a maioria Portugueses.

segunda-feira, 27 de outubro de 2008

terça-feira, 7 de outubro de 2008

segunda-feira, 14 de julho de 2008

Capitalismo de Estado


Nos Estados Unidos o Governo alarga os cordões à bolsa para tentar salvar as duas maiores empresas que operam no terreno do crédito à habitação. É um desenvolvimento da crise do "subprime" que provocou ondas de choque na economia global.
Nas últimas horas foi conhecido o plano do Tesouro e da Reserva Federal que prevê a injecção de dinheiro através de uma linha de crédito especial e da compra de acções das duas companhias.
A linha de crédito que terá de ser aprovada pelo congresso pode chegar aos 300 mil milhões de dólares, de acordo com o jornal New York Times.

sei lá, digo eu:

Esta Noticia é reveladora porque desmonta muitas das teorias criadas à volta do papel do Estado nas economias do Mundo Globalizado.
Parece paradoxal que o País (USA) que mais tem contribuído para a divulgação e implementação de um sistema Capitalista, onde, a suposta abertura dos Mercados, livre circulação dos Capitais, livre iniciativa e auto-regulação da Economia, nos conduziria a uma sociedade mais justa e desenvolvida, venha agora, através do Estado, intervir directamente na Economia mais "Livre e Liberal" do mundo!
Estou curioso para ver como, por cá, os nossos "Liberais", que tanto advogam por um Estado cada vez mais fraco e menos interventivo, irão justificar esta grosseira intervenção do Tio Sam na Economia sem partir a espinha no meio de tanta acrobacia.

sexta-feira, 11 de julho de 2008

Outras Leituras

Do cherne ao BCE: o desastre europeu
"Através do Beat the Press do norte-americano Dean Baker, um dos melhores blogues de economia que eu conheço, fiquei a saber que, em Bruxelas, o cherne lamentou o dólar fraco, que prejudica, e muito, a competitividade das exportações europeias, ao mesmo tempo que manifestou o seu apoio à irresponsável subida das taxas de juro efectuada pelo BCE. Acentua-se assim o diferencial das taxas de juro dos dois Atlântico. É evidente que isto só vai contribuir para a fraqueza, até agora bem controlada, do dólar. Os norte-americanos agradecem que seja a Europa a suportar os fardos da correcção dos seus desequilíbrios externos. Dean Baker expõe certeiramente a lógica que subjaz à decisão do BCE: a subida das taxas de juro «combate a inflação diminuindo o crescimento nas economias europeias, aumentando o número de desempregados e reduzindo o poder reivindicativo dos trabalhadores». Já sabemos quem anda a pagar os custos do enviesamento deflacionário da política monetária do BCE. Depois ainda há quem tenha a lata de dizer que os problemas de desemprego na Europa se devem à «rigidez do mercado de trabalho». Como se defende neste excelente relatório, o BCE devia ter descido as suas taxas de juro em meio ponto percentual. Uma taxa de inflação moderada, e cujo agravamento é, em larga medida, importado, representa uma brincadeira de crianças ao pé dos riscos de um período prolongado de estagnação ou de recessão. A crise financeira parece estar longe de ter terminado. A especulação que a gerou combate-se com mais regulação, taxação e controlo de capitais. Sobre isto o BCE nada tem a dizer. O fundamentalismo de mercado em todo o seu esplendor. Até quando?"

Post da autoria de João Rodrigues sacado deste Blog

sei lá, digo eu:
Nada a acrescentar...

quinta-feira, 10 de julho de 2008

Porreiro Pá

CGD estende crédito à habitação até aos 80 anos de idade dos clientes
Os clientes da Caixa Geral de Depósitos (CGD) com crédito à habitação vão poder estender os seus contratos até aos 80 anos de idade, contra os actuais 75. A medida faz parte de um pacote de cinco soluções que a CGD anunciou ontem como forma de os seus clientes reduzirem as prestações mensais com o crédito à habitação.

sei lá,digo eu:
O alargamento do prazo deve coincidir com a entrada do cliente para a Reforma e os preços finais da habitação devem ir para níveis Nipónicos!