O tempo tem dado razão a quem, em nome da defesa do país e por saber que a Europa tinha de mudar de políticas para enfrentar a crise das dívidas soberanas, foi ganhando tempo (de PEC em PEC). Hoje, que a própria UE e FMI já mudam a sua politica, temos um governo que, não apenas milita nas politicas caducas que conduziram ao caso da Grécia, como decide ir para além daquilo que lhe é pedido. Ora, importa desmistificar que a estratégia deste governo nada tem de ver com finanças ou consolidações orçamentais, estamos perante, isso sim, uma questão ideológica. Aproveitar o momento e as circunstâncias políticas verdadeiramente excepcionais para levar a cabo um plano que mudará o país de forma irreversível, o seu equilíbrio social e a sua correlação de forças. Teremos dentro de apenas dois anos um país desfigurado e ter-se-á feito finalmente um ajuste de contas com o passado! O mais assustador é a passividade colectiva que se vive hoje no país, como se os portugueses tivessem desenvolvido o sídrome de Estocolmo.
domingo, 30 de outubro de 2011
sexta-feira, 2 de setembro de 2011
Os heterónimos de Passos
O Indignado
«A campanha do PS a dizer que o PSD quer tirar tudo a toda a gente é a coisa mais desonesta que eu tenho visto em política»
«Já ouvi o primeiro-ministro dizer que o PSD quer acabar com o 13.º mês, mas nós nunca falámos disso e é um disparate»
«A ideia que se foi gerando de que o PSD vai aumentar o IVA não tem fundamento (áudio) http://ow.ly/4p8OJ»
O Papão
«Se continuássemos a empurrar os cortes na despesa com a barriga desta forma, acabaríamos o ano com mais mil milhões de euros de défice real.»
«O que está em jogo é uma de duas opções: ou o PSD lidera com maioria ou temos mais do mesmo, com PEC atrás de PEC sem que a economia cresça.»
«A pior coisa é ter um Governo fraco. Um Governo mais forte imporá menos sacrifícios aos contribuintes e aos cidadãos http://ow.ly/4lDyt»
O Sabujo
«O Governo está-se a refugiar em desculpas para não dizer como é que tenciona concretizar a baixa da TSU com que se comprometeu no memorando.»
«O aumento de impostos previsto por este Governo no documento que assinámos com a UE e o FMI é mais do que suficiente»
«Temos de apostar na economia, mas na economia que cria emprego, não na economia que cria rendas aos amigos do poder.»
«Mas o sacrifício das empresas e famílias não foi suficiente para equilibrar as contas públicas. O esforço tem de começar pelo próprio Estado»
O Profeta
«Se formos Governo, posso garantir que não será necessário despedir pessoas nem cortar mais salários para sanear o sistema português.»
«Vamos ter de cortar em gorduras e de poupar. O Estado vai ter de fazer austeridade, basta de aplicá-la só aos cidadãos.»
«Não podemos colocar a austeridade toda do lado das pessoas e nenhuma do lado do Estado. Foi isto que transmiti ao Governo»
O Mendaz
«O PSD chumbou o PEC 4 porque tem de se dizer basta: a austeridade não pode incidir sempre no aumento de impostos e no corte de rendimento.»
«Se vier a ser necessário algum ajustamento fiscal, será canalizado para o consumo e não para o rendimento das pessoas http://ow.ly/4lAHM»
«Fica o compromisso expresso de que o PSD não afectará as pensões mais degradadas ou as reformas como previa o PEC http://ow.ly/4lAeo»
«Estas medidas põem o país a pão e água. Não se põe um país a pão e água por precaução. http://ow.ly/4fwSE»
Nota: Inspirado no artigo da F.Cancio.no DN.
segunda-feira, 1 de agosto de 2011
BPN - Bancas, Porque Não?! II
Tenho de admitir, eu estou para as finanças como Sócrates está para o Castelhano. Ainda assim, tenho alguma dificuldade em compreender como é que com urgência se Nacionaliza um Banco para depois o reprivatizar por um valor simbólico. Disseram-nos que era em nome da estabilidade do sistema financeiro e como todos sabemos, uma Banca forte é sinónimo de uma Sociedade feliz e próspera.
Pois bem, a Banca respirou de alívio e os contribuintes despejaram uns milhares de milhões seus sobre este simpático Banco, enquanto os responsáveis da falência do Banco e a justiça andam entretidos, numa espécie de jogo da cabra cega que promete durar até a justiça cabra se cansar.
Depois tivemos a visita da Troika que recebeu em audiência todos aqueles que lixam lideram os sectores mais importantes do país para ouvir todas as recomendações, queixumes e desejos para mudar o país, a verdade é que o BPN não resistiu à determinação e apetite dos investidores. Seria vendido a qualquer preço e com dia marcado, apesar de todo o dinheiro nele empenhado.
Ora bem, o Contribuinte Paga – 2.400 Milhões + 550 Milhões (que o Estado vai injectar) e ainda vamos indemnizar 830 dos actuais funcionários que o comprador não quer. Já Comprador leva - Todo o património do BPN por 40 Milhões!
Não seria mais baratinho vender o património do BPN, indemnizar todos os seus funcionários e evitar ainda ter de pagar ainda essa espécie de dote que custa 550Milhões?!
É caso para dizer - Há cada negócio da China Angola!!
sexta-feira, 29 de julho de 2011
Gato por Lebre
A Lebre (Junho 2011)
O Gato (Julho 2011)
O Gato (Julho 2011)
«Pedro Passos Coelho, questionado sobre as implicações do corte na despesas, afirmou que na administração indirecta do Estado haverá despedimentos. No caso dos funcionários públicos haverá rescisões amigáveis, mas noutros casos como fundações e instituições o governo vai proceder à sua extinção, diminuindo as transferências do Estado para as indemnizações compensatórias, garantiu o primeiro-ministro.»
Esbulho Social
Proposta de Revisão Laboral:
Despacho:
Implemente-se durante o Verão!
“Cada funcionário despedido, deve indemnizar a respectiva entidade patronal no montante equivalente a 10 dias de trabalho por cada ano laboral. Esta medida visa actualizar e corrigir alguns dos aspectos que mais tem prejudicado as entidades patronais e impedido o aumento de competitividade do País!"
Despacho:
Implemente-se durante o Verão!
terça-feira, 19 de julho de 2011
O Acrobata do dia é...
«Macário Correia já é a favor de portagens na Via do Infante» fonte
“Neste contexto, com as medidas da Troika em cima da mesa, com os principais partidos políticos do arco da governabilidade comprometidos com a Troika, não se antevê qualquer possibilidade desta situação de isenção ser, digamos assim, considerada e nem sequer aprovada por qualquer destes partidos políticos que estão comprometidos com a situação financeira dramática que o país naturalmente tem”, afirmou Macário Correia à Antena 1.
Para o autarca social-democrata, “a época de argumentação infelizmente passou e o clima neste momento está muito condizente com uma certa aceitação”.
Macário Correia reconhece que a introdução de portagens na Via do Infante, “não será certamente uma solução de grande apreço por ninguém no Algarve, nem daqueles que nos visitam".
O presidente da Câmara Municipal de Faro acrescentou que a A22 “foi feita com fundos europeus e está paga há muito tempo”. “Portanto é diferente daquilo que acontece em muitas zonas do país”, sublinhou.
Recorde-se que durante a pré-campanha eleitoral para as eleições Legislativas de 5 de junho e quando o Governo de José Sócrates suspendeu a introdução de portagens na A22, Macário Correia afirmava que “pouco importavam os motivos da suspensão o importante mesmo era que não existissem portagens na Via do Infante” (ouvir audio).
sexta-feira, 15 de julho de 2011
Pandemia do pânico
Pedro Passos Coelho ainda não se recompôs do “murro no estômago” que levou dos Mercados, apesar das juras de Amor Eterno, e já está a braços com uma operação de espionagem governamental, recordando os tempos de glória do KGB.
A escassos dias do seu primeiro mês de vida e já parecem haver preocupantes sinais de que poderemos ver o 1º Ministro no divã com alguma frequência.
segunda-feira, 11 de julho de 2011
sexta-feira, 8 de julho de 2011
La La Land…
É comovente ver como o País está finalmente unido no diagnóstico e na defesa dos seus interesses. Afinal o afastamento de Sócrates teve o mérito de recuperar a lucidez e objectividade colectiva, há muito embargada pela malevolência e pelo desejo de vingança.
Aguarda-se, entretanto, que a política possa rapidamente sair do inexplicável estado de letargia em que se encontra, para que se voltem a debater os grandes desafios que o País inexoravelmente enfrentará nos próximos tempos.
quarta-feira, 6 de julho de 2011
O Ovo de Colombo
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sexta-feira, 1 de julho de 2011
A Ferro e Fogo
O clima que vive a Grécia, e que ao que parece ter-se-á instalado de forma permanente nas ruas daquele país, é motivo de natural apreensão. A história parece repetir-se, uma vez mais a Grécia dita o futuro da sociedade moderna e do modelo social europeu, euro inclusive. Não poucas pessoas se apressam a sublinhar e acentuar as diferenças entre ”nós” e ”eles”, como se de um parente afastado leproso com fama de pilha galinhas se tratasse.
O que resulta deveras importante, e onde o nosso futuro se joga verdadeiramente, não é na idiossincrasia e na expressão que cada povo encontra para reagir à progressiva expropriação do seu modus vivendi, mas sim na incompreensível fórmula que tem sido insistentemente aplicada pela UE na Grécia, Irlanda e agora Portugal (outros se seguiram). Não deixa de ser sintomático o facto da última aprovação no parlamento do pacote de austeridade ter desencadeado reacções tão opostas. Jubilo na UE vs desespero na Grécia!
Bem sei que recorrer à analogia do doente peca por falta de originalidade, ainda assim, espelha bem a situação vivida naquele país. É hoje maioritariamente consensual que este antibiótico pode muito bem matar o paciente.
Enquanto isso, e quando apenas iniciamos o tratamento, não é compreensível que ainda tantos depositem tanta fé e esperança numa rápida melhoria…!
quarta-feira, 8 de junho de 2011
Direita Absoluta
Dar tempo ao tempo
É bom que a direita tenha alcançado a maioria absoluta e há a certeza de que PSD e CDS formarão uma coligação, assim não poderá imitar o primeiro governo de Cavaco Silva e terá de governar a legislatura, com condições para implementar o seu programa. Tem uma maioria parlamentar, tem um presidente em Belém, tem a comunicação social a apoiá-la. Agora pode implementar o seu programa e não precisa de se aliar à esquerda conservadora para demonstrar tudo que foi feito, pode suspender as Novas Oportunidades, pode “matar” o Magalhães, pode acabar com a avaliação dos professores, pode reabrir escolas com dois ou três alunos, pode financiar ilimitadamente a escola privada, pode reabrir serviços de saúde arcaicos, pode adiar sine die o TGV e o novo aeroporto de Lisboa, pode promover a “contra-revolução socrática” ao mesmo tempo que promove a sua revolução liberal.
Mas esta maioria absoluta é uma prenda envenenada que os eleitores deram à direita. O Alberto João pode festejar mas terá de se roer por dentro pois a aprovação do orçamento de Estado não depende dos seus deputados mas sim de o CDS que o detesta. Cavaco Silva pode sentir o alívio de não ser acusado de ter conduzido o país a uma situação igual à anterior mas não terá a influência que pretendia, Paulo portas será um travão à sua influência e ainda corre o risco de o aturar como ministro dos Negócios Estrangeiros, o que é quase tão difícil quanto aturar José Sócrates às quintas-feiras. Passos Coelho pode festejar a vitória mas não conta com apoio para a revisão constitucional que viabilizaria o seu programa e ainda tem como parceiro de coligação alguém ambicioso, experiente e inteligente, alguém que disse estar à esquerda do PSD e que apelou ao voto para poder combater os excessos de Passos Coelho.
A maioria absoluta ajudou a direita a livrar-se de Sócrates como Manuela Ferreira Leite tão desejava, une Cavaco Passos Coelho e Paulo Portas, algo que em vinte anos nem Deus ousou fazer, mas deixam de ter José Sócrates no parlamento para o explorarem como se fosse um espantalho. Passos terá que mostrar o que vale em vez de desviar as atenção para o passado. Agora já não poderá pedir desculpas por se abster no momento da aprovação do orçamento, já não poderá impor condições para aprovar medidas inadiáveis, já não pode dizer num dia que aumenta o IVA e no outro dizer que corta na despesa, já não pode propor um PEC por ser necessária a austeridade e no outro retirá-lo por ser austeridade a mais.
Cavaco não voltará a fazer discursos a defender que há limites para os sacrificar os portugueses mais pobres, principalmente os que nunca o deixaram de ser dele que ele próprio foi primeiro-ministro e o país chegou a ter que receber ajuda alimentar. Cavaco já não se lembrará de criticar os que questionam os mercados, condenando-os por ousarem irritar os especuladores, dentro de pouco tempo vai questionar a Europa por permitir a sua desregulação. Não poderá continuar a ignorar a crise internacional tal como o fez no seu discurso de posse, um discurso tão miserável na distorção da realidade que até Ramalho Eanes e Fernando Nobre o criticaram, falta pouco para que Cavaco faça como já fez uma vice-presidente do PSD e descubra que Portugal enfrenta a situação mais complexa que teve de enfrentar desde há mais de um século.
A direita tem a maioria absoluta mas desta vez não a tem para gastar rios de fundos comunitários, para privatizar banca e seguros, o país não conta com os fundos europeus, do que era rentável para o sector privado já quase tudo foi privatizado, desta vez a direita terá de mostrar o que vale em tempo de vacas gordas e em vez de deixar o país numa crise financeira como o fez por mais de uma vez no passado, vai ter de resolvê-la.
Um boa parte dos portugueses que deram a maioria à direita foram os que a deram recentemente a Sócrates e são os mesmos que depois afirmam detestar os poderes absolutos, que neste momento é absolutíssimo pois ao governo junta-se a Presidência da República e a propriedade da comunicação social e do poder financeiro por parte de militantes destacados ou simpatizantes do PSD. O PSD vai agora ser vítima dos seus argumentos, a estratégia seguida durante anos que pretendia levar os portugueses a confundir um governo estável com asfixia democrática virar-se-á contra o seu governo. Da mesma forma que os portugueses esqueceram o ódio a Paulo Portas e a Durão Barroso vão agora esquecer o ódio promovido contra Sócrates, dentro de pouco tempo as personagens das anedotas brasileiras passadas por emails deixarão de ser o Sócrates e leremos essas mesmas anedotas que nos encheram a caixa do correio mas desta vez com Portas e Passos Coelho como vítimas do ridículo.
É uma questão de dar tempo ao tempo (O jumento)
segunda-feira, 6 de junho de 2011
Derrota clamorosa!
Não haverá outra leitura face ao varrimento eleitoral da Esquerda, com especial incidência sobre o PS e o BE, apesar de as causas serem bem distintas.
O Bloco de Esquerda - Renegou a possibilidade de ser diferente do PCP e de se apresentar como uma verdadeira alternativa de esquerda democrática e responsável. Nesta campanha ficou bem patente que aquilo que separa o BE do PCP, para além da idade do partido e dos militantes, é a capacidade de implementação na sociedade, sobre tudo ao nível das forças sindicalistas e representação autárquica. Ao Bloco não restam sequer as causas fracturantes que em tempos mobilizaram as ruas da capital.
O Partido Socialista - Não conseguiu evitar o mesmo destino de todos os partidos que tem estado na governação durante o impacto da crise financeira na UE. José Sócrates demite-se com grande elevação e dignidade, abrindo o partido à renovação, mas permitindo, sobretudo, que os partidos agora vencedores possam governar sem que a sua presença continue a comprometer a sua lucidez, clarividência e a tão aguardada paz de espírito.
sexta-feira, 27 de maio de 2011
Uma reflexão também, mas mais politizada ...
Nota: Comentário da caixa do blog Margens de Erro do Pedro Magalhães.Numa situação em que os potenciais votantes de um partido são unanimemente apelidados, nos meios de comunicação dominantes, de pouco inteligentes, interesseiros, comprometidos, coniventes, irresponsáveis "and so on" (numa versão ultra ligeira do que realmente se diz), e em que todos os outros são tidos como inovadores, livres e libertadores, na hora em que o telefone toca e uma voz estranha lhes entra em casa a perguntar: "em quem vai votar", não haverá, em muitos casos, alguma inibição em responder?
Este fenómeno estará estudado?
terça-feira, 24 de maio de 2011
segunda-feira, 23 de maio de 2011
Pela boca morre o peixe
A testemunha confirmou a sua intervenção por forma a agilizar procedimentos e combater a burocracia, explicando que o Governo estava em gestão, "uma fase em que tudo estava desmembrado e era tudo muito complicado", garantindo, porém, que tudo fez em nome do interesse público. "Também gostaria que não fosse assim, mas, enfim, já estávamos na fase final do Governo... tem toda a razão", concluiu Miguel Relvas
domingo, 22 de maio de 2011
Ganhar perdendo...
Ainda sobre o debate Passo Coelho e José Sócrates. Em primeiro lugar, acho que o debate foi desordenado, pouco esclarecedor e nada fluido. As repetitivas tiradas de ambos não ajudaram muito. José Sócrates foi fiel à estratégia de culpabilização do Passo Coelho por ter somado uma crise política há crise financeira e cujo resultado é por todos sobejamente conhecido. Quanto a Passo Coelho, julgo que a sua prestação esteve ao nível das restantes com uma pequena grande diferença, conseguiu sobreviver a José Sócrates. Passo Coelho partiu para este debate com apenas um objectivo, o de evitar a humilhação. Teve sucesso, conseguiu uma prestação até razoável, o que não é coisa pouca perante um dos políticos mais hábeis e experientes. José Sócrates não esteve ao nível que nos tem habituado, provavelmente pelo facto de tratar-se de um adversário sem história e sem passado político, logo, pouco escrutináveis. Uma coisa que me surpreendeu bastante foi a falta de confiança e até de conhecimento que Passos Coelho demonstrou nas medidas do programa do PSD. É suposto o incumbente acreditar, defender e transmitir segurança nas ideias que pretende implementar, e por maioria de razão procurar a sua discução e sobretudo o seu escrutínio público e político. Ora, isso não sucedeu, pelo contrário, Passos Coelho, em determinado momento chegou mesmo a admitir que não estaria disposto a discutir o seu programa, preferindo manter-se fiel aos sond-bites de campanha. José Sócrates não perdeu o debate, mas ficou aquém das expectativas. Passo Coelho, apesar de não vencer o debate, superou as expectativas. Temos então um perdedor-ganhador e um ganhador- perdedor.
Se Passo Coelho fosse metade daquilo que os comentadores políticos dizem ser, as sondagens seriam avassaladoras…!
quinta-feira, 12 de maio de 2011
Respeitinho...muito respeitinho
Ou muito me engano ou os jornalistas/comentadores vão achar graça e até vão enfiar a carapuça de Pintelheiros! Sinais dos Tempos...O problema é que os Pintelhos que tanto incomodam Eduardo Catroga são os Chatos e incomodos momentos, cheios de contradições e trapalhadas, que habitualmente caracterizam as explicações sobre medidas do seu programa!
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