quinta-feira, 23 de julho de 2009
quarta-feira, 22 de julho de 2009
Eu sei o que não fizeste no Banco de Portugal..!!
segunda-feira, 13 de julho de 2009
Srª Leite, a saúde está primeiro!
Michael Jackson is back
quarta-feira, 8 de julho de 2009
Confidencias de uma revolução teledirigida
«Hugo Chavéz regañó a Mel por haber aceptado la propuesta de Hillary con la mediación de Oscar Arias:
“Con esa conversa con Micheletti, ese cabrón de los gorilas militares, estás poniendo en riesgo todo cuanto hemos logrado para tu retorno, no puedes aceptar nada, no puedes dialogar y vas sólo a escuchar, eso es un montaje gringo. Por eso te dije que tenías que pedir la entrevista con Obama para arrinconarlo a apoyarte. Fíjate que la Clinton tenía todo listo. Hasta una entrevista con los medios oligarcas oligarcas venezolanos apenas saliste tú de su oficina. No puedes aceptar sino tú regreso a la Presidencia y el juicio a los golpistas. Tienes que cambiar todo el estamento militar. No aceptes mover la fecha de las elecciones. Mantente firme, mira que Fidel, Daniel, Evo, Rafael, Insulza y el mundo entero estamos contigo. No puedes transigir, pues tú eres el Presidente, no el impostor que asumió”.»
terça-feira, 7 de julho de 2009
O Estranho caso das Honduras
O caso de Honduras ficará seguramente na história da democracia Latino-americana por variadíssimos motivos. A tomada de posição unânime de praticamente todo o hemisfério em condenar o governo de Micheletti, sem dispor de todos os elementos para uma avaliação mais sólida e consistente do caso, pode ter feito reféns da posição inicial a muitos governos. O regresso do Presidente Zeyala foi manifestamente intempestivo, sobre tudo, atendendo às circunstâncias políticas actuais que vive o País. A arrojada operação, contou com a participação directa do presidente da assembleia da ONU que escoltou o presidente deposto abordo do avião venezuelano na tentativa de regressar ao país a todo o custo, foi um acto irreflectido e irresponsável que poderia ter provocado uma verdadeira guerra civil no pais.
Foi uma decisão bem ao estilo dos líderes revolucionários, mas certamente atípica dos organismos internacionais, que assumem responsabilidades acrescidas nesta matéria.
O presidente da OEA, Inzulsa, uma figura que, não poucas vezes, tem ignorado a gravidade de decisões que comprometem os mais elementares princípios democráticos na região (liberdade de expressão, golpes de estado, perseguição politica de adversários, ausência de independência de poderes etc.), aparece hoje mais interventivo que nunca, justamente ao lado daqueles que repetidamente têm acusado a OEA de ser servil aos EUA, chegando inclusive a ameaçar com retirar os seus paises do organismo. Assistir aos reiterados clamores e súplicas de uma intervenção Norte-americana nas Honduras é a prova de que o Imperialismo Bolivariano, afinal de contas, deposita a responsabilidade no maléfico Imperialismo Norte-americano, na esperança de que assuma o papel de guardião dos movimentos Revolucionários "Socialistas" da América -Latina. São portanto, duas faces da mesma moeda.
segunda-feira, 6 de julho de 2009
Chamem a polícia que eu disparo!
O SOS racismo vai dizer que isto sucede porque a policia não trata estas comunidades com o devido respeito, por isso, o ódio que eles tem à autoridade é alimentado desde a infância.
O PSD vai dizer que o Governo de não comprar mais equipamento, contratar mais policias e não aumentar os seus salários, apesar de nada ter feito quando estava no Poder.
O CDS-PP vai querer armar todos os cidadãos e colocar um policia em cada esquina.
Em suma, os Portugueses não acreditam na justiça, os bandidos não respeitam a policia, os políticos não se respeitam entre si, nem a quem os elegeu, os banqueiros não cumprem as regras da transparência, os reguladores não regulam porque não são da policia e ser policia afinal não é uma profissão de risco.
Tanta "verdade" confunde-me
sexta-feira, 3 de julho de 2009
Quanto vale uma Nacionalidade
A pianista Maria João Pires vai renunciar à nacionalidade portuguesa, tornando-se aos 65 anos cidadã brasileira. A notícia é avançada pela Antena 2 da RDP, que adianta que a pianista se fartou “dos coices e pontapés que tem recebido do Governo português".Decepcionada com o modo como tem sido tratada a nível governamental, sobretudo no seu projecto de ensino artístico de Belgais (Castelo Branco), Maria João Pires, que tinha dupla nacionalidade, decidiu agora ficar apenas com a brasileira. A pianista tem recebido telefonemas de vários organismos governamentais de Espanha e do Brasil a convidarem-na para se instalar definitivamente nesses países, mas o convite feito pelas autoridades brasileiras terá sido muito sedutor, levando a pianista a optar por se mudar de armas e bagagens para o outro lado do Atlântico.
Maria João Pires, bem pode aproveitar quando for entregar o passaporte português e devolver os subsídios que recebeu, mesmo antes de ir para o Aeroporto da Portela embarcar na Varig. Portugal já tem talentosos arrogantes e imodestos suficientes que demonstram desdém pela sua identidade, ficaremos apenas com menos um…! Querem ver que o PSD não vai resistir e vai cavalgar este burro infame!
Numa nota enviada pelo seu advogado, e divulgada pela Lusa, a pianista esclarece que tem a vida organizada no Brasil e pretende, desde há três anos, adquirir também esta nacionalidade, dado pretender viver nesse país. » [Portugal Diário]
Mas afinal o que queria dizer Manuel Pino?
No entanto, apesar da inabilidade politica de Manuel Pinho, deve-lhe ser reconhecido mérito em vários domínios da Economia, com especial relevo, no sector das energias renováveis. Sócrates foi diligente ao conter os danos políticos que este facto teria junto da opinião pública / media, particularmente sensível em tempos de campanha eleitoral.
quinta-feira, 2 de julho de 2009
Politica de verdade ®
O Presidente da República disse ontem não ter qualquer razão para duvidar da palavra do seu conselheiro de Estado. "Garantiu-me solenemente que não cometeu qualquer irregularidade nas funções que desempenhou" em empresas do universo do Banco Português de Negócios (BPN), afirmou Aníbal Cavaco Silva. "Não tenho qualquer razão para duvidar da sua palavra", sublinhou o Presidente, depois de revelar que Dias Loureiro lhe assegurou, no Palácio de Belém, que "as suspeitas lançadas sobre ele não têm qualquer fundamento, são mentira".
Talvez fosse boa ideia o Sr. Presidente dizer alguma coisa a este respeito em nome da verdade e da transparência.
Back to the Future
(contra) Golpe de Estado nas Honduras III
terça-feira, 30 de junho de 2009
Aqui não haverá "Golpe"
Esta é boca da reacção
La papa caliente
Devemos condenar qualquer Golpe de Estado...
segunda-feira, 29 de junho de 2009
Premios da Blogosfera
Fui agraciado pelo Carlos Santos do O valor das ideias com esta distinção, que muito me honra e agradeço. Aproveito também para remeter esta menção a outros que, seguramente, estarão mais à altura. Os 7 autores são os seguintes:
Ladrões de Bicicletas
(são quase uma equipe de futebol - não posso citar os autores)
A barbearia do senhor Luís
(Sempre de lamina bem afiada)
O valor das ideias
(Não é uma questão de cortesia, o autor merece pela qualidade e profundidade da sua análise)
Activismo de Sofá
(Também no sofá é possível manter a mente afiada e bem desperta)
Isso não dá pão
(Mordaz na crítica e variado no comentário)
Despertar da Mente
(Jorge Assunção não poupa energia na arte de malhar no Engº)
Margens de erro
(O Pedro Magalhães continuará a ser a nossa referência sobre sondagens, + erro - erro)
(contra) Golpe de Estado nas Honduras II
La comunidad internacional, de modo unánime, ha condenado el golpe militar en Honduras. Y con toda razón, porque probablemente nunca ha habido un golpe militar, doblado en golpe de Estado, más incomprensible e injustificable diríase, incluso, innecesario, que éste de Honduras. La crisis política que vivía el país podía encontrar, sin mayores dificultades, una salida dentro del marco constitucional. Zelaya estaba totalmente aislado. La crisis, suscitada por su increíble torpeza y su pérdida del sentido de la realidad, lo había dejado solo. Ni siquiera su propio partido, el Liberal, lo respaldaba. Su proposición de realizar una consulta popular sobre la convocatoria de una constituyente, tampoco había encontrado eco en los demás partidos. El Congreso, el Tribunal Supremo de Justicia, la Corte Electoral, la Procuraduría y la Fiscalía de la República, habían expresado una opinión contraria al propósito de Zelaya. Amén de todo esto, existía también un masivo rechazo popular para su proposición, como lo demostraban las caudalosas manifestaciones en contra. ¿Con base en qué podía, entonces, justificarse una intervención militar para dar salida a una crisis que podía resolverse dentro del marco constitucional hondureño y sobre el piso de una situación política que estaba marcada por elecciones presidenciales en el próximo mes de noviembre? No se puede decir que Zelaya hubiera avasallado a los poderes públicos; los tenía todos en contra, tan legítimos y legales como él, desde el punto de vista de su elección y/o designación.
Era él quien se encontraba de espaldas al país, de modo que un desenlace político se veía inminente. De hecho, él mismo ya se había visto obligado a retroceder, cuando el sábado emitiera un decreto declarando "no vinculante" el resultado de la consulta, que, por lo demás, probablemente ni siquiera habría contado con una participación suficiente como darle legitimidad.
Por qué, entonces, y para qué el golpe? Muy mal precedente, este de Honduras, después de tantos años en los cuales parecía relativamente superada la época de los golpes militares en América Latina, y en este sentido, independientemente de los mecanismos puestos luego en acción para designar como presidente interino al presidente del Congreso lo cual no es desdeñable-, no podemos sino expresar nuestro rechazo a la solución militar golpista que se ha dado a la crisis política de Honduras.
Por cierto, aquí no se trata de discutir la pertinencia o no de la convocatoria a una constituyente, sino de la viabilidad de una política desarrollada a contrapelo de la opinión mayoritaria del país y de los poderes fácticos.
Zelaya, incluso si se le da el beneficio de la duda en cuanto a una sincera intención reformista de su parte, perdió de vista la correlación de fuerzas existente en su sociedad, que le era enteramente desfavorable y probablemente más desfavorable todavía cuando anudó lazos tan estrechos con Chávez, quien es visto cada vez con más aprensión en el continente-. De Zelaya se puede decir que se estaba matando él mismito, como Chacumbele.
domingo, 28 de junho de 2009
(contra) Golpe de Estado nas Honduras I
Estas coisas da América Latina nem sempre são o que parecem, o que sucede nas Honduras não é outra coisa que um contra-golpe. O Tribunal Constitucional, o Congresso e as Forças Armadas consideraram ilegal a realização do referendo para a reeleição sem termo do Presidente. Como seria de esperar, Hugo Chavez ameaçou invadir as Honduras, afinal de contas, apenas lhe resta pugnar pela defesa da perpetuação no poder tal como sucedeu no seu caso, onde não houve o discernimento para travar a tragédia a tempo e horas. O facto do Presidente ter sido afastado do cargo de maneira tão pouco "ortodoxa" terá comprometido irremediavelmente a legitimidade de aqueles que se opuseram às pretensões do Presidente na defesa da institucionalidade democrática das Honduras. Sublinho o facto, de Chavez, o maior defensor da soberania das Nações e da não intervenção, ter ameaçado as Honduras com Guerra. Enfim, há coisas que infelizmente nunca mudam e a América Latina é uma delas!Aditamento:
Os deputados do Congresso de Honduras aprovaram por unanimidade a proclamação do Roberto Micheletti como Presidente interino.









