terça-feira, 30 de junho de 2009
Aqui não haverá "Golpe"
Esta é boca da reacção
La papa caliente
Devemos condenar qualquer Golpe de Estado...
segunda-feira, 29 de junho de 2009
Premios da Blogosfera
Fui agraciado pelo Carlos Santos do O valor das ideias com esta distinção, que muito me honra e agradeço. Aproveito também para remeter esta menção a outros que, seguramente, estarão mais à altura. Os 7 autores são os seguintes:
Ladrões de Bicicletas
(são quase uma equipe de futebol - não posso citar os autores)
A barbearia do senhor Luís
(Sempre de lamina bem afiada)
O valor das ideias
(Não é uma questão de cortesia, o autor merece pela qualidade e profundidade da sua análise)
Activismo de Sofá
(Também no sofá é possível manter a mente afiada e bem desperta)
Isso não dá pão
(Mordaz na crítica e variado no comentário)
Despertar da Mente
(Jorge Assunção não poupa energia na arte de malhar no Engº)
Margens de erro
(O Pedro Magalhães continuará a ser a nossa referência sobre sondagens, + erro - erro)
(contra) Golpe de Estado nas Honduras II
La comunidad internacional, de modo unánime, ha condenado el golpe militar en Honduras. Y con toda razón, porque probablemente nunca ha habido un golpe militar, doblado en golpe de Estado, más incomprensible e injustificable diríase, incluso, innecesario, que éste de Honduras. La crisis política que vivía el país podía encontrar, sin mayores dificultades, una salida dentro del marco constitucional. Zelaya estaba totalmente aislado. La crisis, suscitada por su increíble torpeza y su pérdida del sentido de la realidad, lo había dejado solo. Ni siquiera su propio partido, el Liberal, lo respaldaba. Su proposición de realizar una consulta popular sobre la convocatoria de una constituyente, tampoco había encontrado eco en los demás partidos. El Congreso, el Tribunal Supremo de Justicia, la Corte Electoral, la Procuraduría y la Fiscalía de la República, habían expresado una opinión contraria al propósito de Zelaya. Amén de todo esto, existía también un masivo rechazo popular para su proposición, como lo demostraban las caudalosas manifestaciones en contra. ¿Con base en qué podía, entonces, justificarse una intervención militar para dar salida a una crisis que podía resolverse dentro del marco constitucional hondureño y sobre el piso de una situación política que estaba marcada por elecciones presidenciales en el próximo mes de noviembre? No se puede decir que Zelaya hubiera avasallado a los poderes públicos; los tenía todos en contra, tan legítimos y legales como él, desde el punto de vista de su elección y/o designación.
Era él quien se encontraba de espaldas al país, de modo que un desenlace político se veía inminente. De hecho, él mismo ya se había visto obligado a retroceder, cuando el sábado emitiera un decreto declarando "no vinculante" el resultado de la consulta, que, por lo demás, probablemente ni siquiera habría contado con una participación suficiente como darle legitimidad.
Por qué, entonces, y para qué el golpe? Muy mal precedente, este de Honduras, después de tantos años en los cuales parecía relativamente superada la época de los golpes militares en América Latina, y en este sentido, independientemente de los mecanismos puestos luego en acción para designar como presidente interino al presidente del Congreso lo cual no es desdeñable-, no podemos sino expresar nuestro rechazo a la solución militar golpista que se ha dado a la crisis política de Honduras.
Por cierto, aquí no se trata de discutir la pertinencia o no de la convocatoria a una constituyente, sino de la viabilidad de una política desarrollada a contrapelo de la opinión mayoritaria del país y de los poderes fácticos.
Zelaya, incluso si se le da el beneficio de la duda en cuanto a una sincera intención reformista de su parte, perdió de vista la correlación de fuerzas existente en su sociedad, que le era enteramente desfavorable y probablemente más desfavorable todavía cuando anudó lazos tan estrechos con Chávez, quien es visto cada vez con más aprensión en el continente-. De Zelaya se puede decir que se estaba matando él mismito, como Chacumbele.
domingo, 28 de junho de 2009
(contra) Golpe de Estado nas Honduras I
Estas coisas da América Latina nem sempre são o que parecem, o que sucede nas Honduras não é outra coisa que um contra-golpe. O Tribunal Constitucional, o Congresso e as Forças Armadas consideraram ilegal a realização do referendo para a reeleição sem termo do Presidente. Como seria de esperar, Hugo Chavez ameaçou invadir as Honduras, afinal de contas, apenas lhe resta pugnar pela defesa da perpetuação no poder tal como sucedeu no seu caso, onde não houve o discernimento para travar a tragédia a tempo e horas. O facto do Presidente ter sido afastado do cargo de maneira tão pouco "ortodoxa" terá comprometido irremediavelmente a legitimidade de aqueles que se opuseram às pretensões do Presidente na defesa da institucionalidade democrática das Honduras. Sublinho o facto, de Chavez, o maior defensor da soberania das Nações e da não intervenção, ter ameaçado as Honduras com Guerra. Enfim, há coisas que infelizmente nunca mudam e a América Latina é uma delas!Aditamento:
Os deputados do Congresso de Honduras aprovaram por unanimidade a proclamação do Roberto Micheletti como Presidente interino.
Golpe de Estado nas Honduras
sábado, 27 de junho de 2009
Legislativas fora das autarquicas
O anúncio sobre a data das eleições legislativas foi feito hoje às 13h00 no Palácio de Belém pelo Presidente da República , Cavaco Silva.
sexta-feira, 26 de junho de 2009
Este blog já gatinha!
Sócrates ataca de novo I
Preparem-se as explicações do caso para os provedores Cavaco/Manuela & Associados, afinal de contas, Sócrates terá coagido o grupo Cofina a avançar para conter o prejuízos políticos da sua decisão.
O 5º poder, o poder da moral e da verdade
Estou em crer que há apenas um grande perdedor, o Presidente da Republica, quem parece ter perdido definitivamente a vergonha que se impõe no cargo que ocupa. Exigir esclarecimentos públicos sobre um possível negocio entre duas empresas privadas, como se de um assunto de estado de interesse relevante para a Nação se tratasse. Cavaco Silva ficará nos anais da nossa Historia como o Presidente que preferia comentar as novas aquisições futebolísticas e empresariais, em vez de velar pela institucionalidade e qualidade da nossa democracia (vide casos PND/Madeira, BPN/Dias Loureiro). As mais recentes declarações a respeito da existência de supostas sondagens que aparentemente contrariam a vontade expressa da maioria dos partidos da assembleia (excepção do PSD), relativamente às datas das eleições legislativas e autárquicas, parecem resultar de ocultas e extraordinárias capacidades extra-sensoriais de Cavaco Silva, até então desconhecidas.
Contudo a sua mais recente postura comporta elevados riscos para a qualidade da nossa democracia, com reflexos imediatos quer ao nível da figura do presidente quer na forma como decorreram as próximas campanhas eleitorais.
quinta-feira, 25 de junho de 2009
A queda de um anjo
sexta-feira, 19 de junho de 2009
quinta-feira, 18 de junho de 2009
Censura no relvado
quarta-feira, 17 de junho de 2009
Sócrates agradece
Para quem tinha esperanças de uma nova direita, a votação favorável da moção de censura ao governo apresentada pelo CSD não passa de uma tentativa de ensaiar o regresso aos tempos de Santana/Portas, agora com MFL, ainda por cima menos lúdica que o seu antecessor. Apartes fora, não tenho qualquer dúvida que esta aliança parlamentar vem mesmo a calhar a Sócrates que vai, seguramente, sublinhar o óbvio – lá estão os mesmos de sempre a tentar sofregamente lutar pelo poder.
terça-feira, 16 de junho de 2009
Mais olhos que barriga
Eduardo Dâmaso, "Correio da Manhã".







